A
EXPOINTER deste ano promete
ser uma das melhores já
realizadas. Pelo sexto ano
consecutivo a CASA DO TÉCNICO
AGRÍCOLA estará
de portas abertas, de 30 de
agosto a 7 de setembro, para
receber profissionais, estudantes,
produtores e visitantes. Programe-se
desde já. Você
vai se sentir em CASA.
Extensão
Rural comemora 48 anos de
existência
Os
48 anos de atividades da Extensão
Rural oficial no Rio Grande
do Sul foram comemorados,
no último dia 2 de
junho, com homenagens em Porto
Alegre e em dezenas de cidades
gaúchas. Na foto, presença
de ex-presidentes e diretores.
"No
RGS, a Extensão
Rural oficial está
presente em 480 dos
497 municípios
gaúchos. Em cada
um deles há,
pelo menos, um Técnico
Agrícola."
Carlos
Coelho
Presidente do SINTARGS
"Em
nossa história,
repassamos orientações,
contribuindo para a melhoria
da produção
e da renda dos produtores
rurais e suas famílias".
O
SINTARGS está disponibilizando
gratuitamente aos Técnicos
Agrícolas e Escolas
Agrícolas a colocação
de páginas na internet.
O site do sindicato (www.sintargs.com.br)
está disponível
para este fim. Entre em contato
com a secretaria da entidade
e receba maiores informações.
Editorial
O
Movimento ideal
Começamos
um novo mandato eletivo junto
ao SINTARGS, entidade legal
de representação
dos Técnicos Agrícolas
no Rio Grande do Sul. É
a confiança depositada
nos colegas, eleitos para
coordenar e representar a
categoria, que move a idéia
de continuar a construir um
movimento dos Técnicos
Agrícolas voltado para
os interesses da classe e
não para a política
partidária ou pessoal
deste ou daquele dirigente.
Esta foi a maior lição
que aprendemos nos últimos
anos. O reconhecimento desta
assertiva está na volta
dos Técnicos Agrícolas
ex-presidentes ao movimento,
à sua entidade de classe.
Esta união, que sempre
foi apregoada, hoje se consolida
novamente.
Isto não significa
que prevalecerá uma
única idéia
ou pensamento, cada um continuará
com suas individualidades,
mas com certeza o pensamento
médio da categoria
prevalecerá.
Acreditamos em um movimento
dos Técnicos Agrícolas,
sem dono, e voltado para os
Técnicos Agrícolas
e suas comu-nidades.
Partindo dessa premissa, vamos
continuar nosso trabalho de
conscientização,
união e respeito às
pessoas, profissionais, entidades,
na busca de construir uma
sociedade mais justa aos brasileiros.
Dizer sim à política
da união é dizer
não à discórdia
e à política
de pregar a tragédia
ou a briga entre as categorias
profissionais.
Você tem a missão
de denunciar, criticar os
aproveitadores e de igual
forma sugerir e participar
ativamente.
Recebi
gentilmente o jornal TÉCNICO
AGRÍCOLA, do SINTARGS.
Gostei do encarte especial
com a matéria referente
aos candidatos comprometidos
com os Técnicos Agrícolas
para esta eleição.
É a forma democrática
de exercer a verdadeira cidadania.
Parabéns ao Sindicato.
Volnei
Luis Koche - Santa Rosa -
RS
Parabéns
pela iniciativa desta Diretoria
de, durante a campanha para
Deputados, oportunizar aos
associados no nosso Jornal
a indicação
de pretendentes ao cargo,
independentemente de Partido
Político, porém,
identificados com as questões
agrícolas.
Foi um passo importante, uma
vez que as questões
voltadas à defesa e
desenvolvimento da agricultura
como um todo, contribuem muito
para a valorização
e inclusão dos Técnicos
Agrícolas no mercado
de trabalho.
Aos concorrentes, eleitos
ou não, ficou o reconhecimento
de que temos bons representantes,
independentemente de serem
Técnicos Agrícolas.
Engº
Agrº Dirceu Gassen -
Cooplantio
Ao
cumprimentar os amigos e Técnicos
Agrícolas associados
ao SINTARGS, estou enviando
nossos informativos técnicos
para seu bom uso e aproveitamento,
colocando-nos à sua
disposição para
maiores informações.
Os
"CRES" mudaram
De acordo com a Portaria 00189,
de 30.08.2002, a então
Secretária de Estado
da Educação,
Lúcia Camini, alterou
a designação
do Centro Rural de Ensino
Supletivo de Carazinho para
Escola Estadual Técnica
Agrícola de Carazinho.
Assim também o CRES
de Santa Rosa, virou Escola
Estadual Técnica Fronteira
Noroeste.
Pai
Técnico Agrícola
forma filha
O Técnico Agrícola
Jair Luiz Callai Bazan, de
Jóia - RS, formado
em 1978, no IMEAB de Ijuí,
entregou a Ficha de Matrícula
da mais nova associada do
SINTARGS, sua filha Líbera
Raquel Bazan, também
formada no IMEAB de Ijuí,
em 2002. Tal Pai, tal Filha.
Seja bem-vinda, Raquel.
Agricultores
profissionais
O Técnico Agrícola
Neudi José Balancelli,
de Ipê - RS, informa
que nos municípios
de Ipê e Antônio
Prado - RS, já são
25 as propriedades rurais
pertencentes e cultivadas
por Técnicos Agrícolas.
Isto mostra que as Escolas
Técnicas Agrícolas
não precisam preocupar-se
tanto com Mercado de Trabalho
para os Técnicos que
formam, mas, isto sim, provar-lhes
através da prática
escolar durante o curso, que
a Agropecuária é
um bom negócio, sim
senhor. Os 25 que o digam.
SINTARGS
presente
Recentemente, o colega Hélio
esteve representando o SINTARGS
numa reunião dos Delegados
dos Conselhos Municipais de
Desenvolvimento Rural da Microregional
(Brochier, Maratá,
Barão, Salvador do
Sul, São José
do Sul e São Pedro
da Serra), por ocasião
da realização
do Fórum Microregional
de Turismo e Desenvolvimento
Sustentável. A reunião
teve a coordenação
do Técnico da Emater
Ari Kohl.
Rio
Grande Rural
o Programa de TV da Família
Rural, transmitido pela TV
Educativa, produzido pela
EMATER-RS, vai ao ar aos sábados
às 7horas e 30 min.
da manhã e, aos domingos,
às 8horas e 50 min.Você
pode também sintonizar
o programa pela parabólica
nos canais 10 ou 11, domingos
pela manhã.Cada vez
mais "coisa nossa" estará
aparecendo neste programa,
para orgulho dos gaúchos.
Folder
nas escolas
O SINTARGS está distribuindo
material gráfico para
profissionais e escolas agrícolas
contendo informações
sobre as atribuições
dos Técnicos Agrícolas,
o papel do sindicato e os
serviços oferecidos
pela entidade.
Recorde
de visitas
A página do SINTARGS
na Internet está batendo
recorde de visitas. Mensalmente,
mais de mil internautas acessam
www.sintargs.com.br e www.tecnicoagricola.com.br
com o objetivo de buscar informações
relacionadas à nossa
categoria. Neste mês
a página foi reformulada
e passa a oferecer produtos.
O livro "Técnico Agrícola
- Legislação
Profissional" pode ser adquirido
ao preço de R$ 15,00.
Recorde
de visitas II
A página criada pelo
SINTARGS está estimulando
outras entidades a fazer o
mesmo. No entanto, nos orgulhamos
de ter sido o pioneiro no
Brasil. O domínio www.tecnico-agricola.com.br
é nosso. Portanto,
bem-vindos à página
oficial dos Técnicos
Agrícolas e ótima
navegação.
Agosto
Dia 1º - Encontro dos
Técnicos Agrícolas
regional Caxias do Sul.
Dia 15 - Encontro dos Técnicos
Agrícolas em Encantado
e região.(Adilson Cord
vai ver o local)
Outubro
Dia 11 - Encontro Anual dos
Técnicos Agrícolas,
em comemoração
ao dia Técnico Agrícola
em Tenente Portela.
Novembro
Dia 07 - Encontro dos Téc
Agrícolas em Lajeado.
Contato com Adilson Cord.
Dezembro
Assembléia Geral Extraordinária
dos Técnicos Agrícolas
.
História,princípios,ética,simbologia,modelos
de estatutos.
Tudo
isso e muito mais você
encontra no livro "Cooperativismo
- Um Rumo e um Ideal", de
Hélio Musskopf e Fritz
Roloff. Compre seu livro no
SINTARGS.
Ligue (0xx51) 32319932.
SINDICAL
Legislação
Profissional
Superior
Tribunal de Justiça
julga ação em
favor dos Técnicos
Agrícolas
Processo nº 2000/0010037-4
foi julgado em última
instância e não
cabe recurso
O
SINTARGS promoveu ação
contra o Presidente do CREA-RS
a fim de obrigá-lo
a anotar nas carteiras dos
Técnicos Agrícolas
as atribuições
profissionais da Lei nº
5.524/68, que dispõe
sobre o exercício da
profissão de Técnico
Industrial e Técnico
Agrícola de nível
médio ou 2º grau
e Decreto Federal nº
90.922/85 que regulamentou
as atribuições
dos Técnicos Agrícolas
em suas diversas modalidades.
O SINTARGS patrocinou várias
ações deste
mesmo tipo, sempre com vitória
e reconhecimento da justiça
brasileira.
O que importa, neste momento,
não é ganhar
mais uma ação
contra ato discriminatório
do Conselho e sim buscar consolidar
judicialmente o que os CREAs
deveriam fazer administrativamente,
cumprir a Lei.
Por várias vezes lemos
ou ouvimos alguns conselheiros
da Câmara de Agronomia
se manifestarem por não
permitir que os Técnicos
Agrícolas façam
isto ou aquilo.
Os Técnicos Agrícolas
atuam tão somente no
que a Lei 5.524/68 e o Decreto
Federal nº 90.922/85,
e alterações
posteriores estipulam. Quem
faz a caracterização
das profissões não
é o sindicato da categoria,
nem tão pouco o CREA
ou o CONFEA. Quem configura
os cursos, sejam os de engenharia,
técnicos, medicina,
biologia, enfermagem, etc
é o Ministério
da Educação
através do Conselho
Nacional de Educação.
Cabem aos profissionais, empresas,
órgãos públicos,
CREA´S observar as características
de cada curso fixado pelo
Conselho Nacional de Educação.
Isto é reafirmado pelo
Tribunal Superior de Justiça,
em Brasília, neste
recente processo.
"O
Supremo Tribunal Federal,
em julgamento proferido em
20.05.87, não conheceu
da Representação
de Inconstitucionalidade do
Decreto nº 90.922/85,
em acórdão ementado
nos seguintes termos:
"Representação
de inconstitucionalidade.Conflito
entre o regulamento e a Lei.Descabimento.O
Decreto nº90.922/85consolida
normas administrativas consernentes
ao exercício dos Técnicos
de segundo grau habilitados
de conformidade com as Leis
Nºs 4024/61,5692/71 e
7044/82.O conflito entre disposições
do decreto com estas Leis
não se alça
ao nível da violação
a normas da constituição,
configurando apenas ilegalidade,
a ser examinada nos casos
concretos e não na
via da ação
direta de declaração
de incostitucionalidade de
leis.
Representação
não conhecida".
(STF
RP nº 1266/DF, Rel. Min.
Célio Borja, DJ de
26.06.87)
(...) Mais a mais, é
inadmissível que uma
disposição de
hierarquia inferior, como
a Resolução
nº 278/83 do CONFEA,
fixe uma exigência não
existente em lei (in casu,
na Lei nº 5.524/68 e
no Decreto nº 90.922/85,
restringindo sua abrangência
e criando limitações
ao exercício profissional
dos técnicos agrícolas
de 2º grau. Com efeito,
conforme o princípio
constitucional da hierarquia
das leis e dos atos normativos,
não pode uma resolução
contrariar um decreto tampouco
uma lei, normas de hierarquia
superior."
(...)
De todo o exposto, à
luz do que dispõem
a Lei nº 5.524/68 e o
Decreto nº 90.922/85,
concluo que o CREA está
obrigado a efetivar as anotações
das atribuições
profissionais dos técnicos
agrícolas de 2º
grau em suas respectivas carteiras
de habilitação."
Baseado no voto do Ministro
Franciulli Netto o Superior
Tribunal de Justiça,
por unanimidade, resgata o
direito dos Técnicos
Agrícolas terem em
suas carteiras profissionais
a anotação correta
de suas atribuições.
Aos Técnicos Agrícolas,
que não tiverem suas
atribuições
profissionais devidamente
anotadas, deverão procurar
o SINTARGS para correta orientação.
Passadas
as eleições
o SINTARGS continua em sintonia
com os candidatos eleitos.
A entidade está prestigiando
as ações dos
deputados estaduais e federais,
que foram eleitos com o apoio
das 26 coordenadorias regionais
do SINTARGS. Na eleição
passada, os Técnicos
Agrícolas decidiram
apoiar candidatos identificados
com a categoria e com o compromisso
de apoiarem algumas causas,
como a manutenção
e ampliação
da legislação
no mercado de trabalho e espaço
político no Estado
em nível Federal; fortalecimento
da agricultura familiar; fortalecimento
do sistema cooperativo; projetos
de geração de
empregos aos profissionais
de nível técnico,
especialmente no setor cooperativo
e empresas privadas do agrobussines;
programas ambiental e agricultura
ecológica; aproveitamento
de Técnicos Agrícolas
na administração
pública; revitalização
das escolas técnicas
e implantação
imediata dos novos currículos
de formação
profissional; fortalecimento
da Emater como órgão
oficial de Extensão
Rural no Rio Grande do Sul
e criação do
cargo de nível técnico
na administração
pública.
Quem são eles:
Deputados Estaduais: Giovani
Cherini, Heitor Schuch, Alceu
Moreira, Elvino Bon Gass,
Iradir Pietroski.
Deputados Federais: Eliseu
Padilha, Adão Pretto,
Francisco Turra.
É importante frisar
que outros candidatos foram
apoiados mas não se
elegeram.
Decreto
reafirma Técnicos Agrícolas
Com
a edição do
Decreto Presidencial 4.560/02,
nossos colegas Técnicos
Agrícolas, em todas
as suas modalidades, devem
ficar atentos à melhor
explicitação
das suas atribuições
profissionais. Agora não
há nenhuma dúvida
sobre o que cabe ao Técnico
Agrícola fazer no âmbito
da sua profissão.
Vindo para dirimir dúvidas
deixadas pelo Decreto Regulamentador
da Profissão dos Técnicos
Agrícolas (90.922/85),
o Decreto 4.560/02 (pode ser
consultado no site www.sintargs.com.br),
torna cristalino o campo de
atuação destes
profissionais e deve dar um
impulso importante na produção
agrícola do País,
que terá agora, um
profissional liberto das pressões
geradas pela dúvida
do legítimo direito
ao exercício profissional.
Ganha com isto, a nossa EMATER/RS,
as nossas cooperativas agrícolas,
prefeituras, empresas agropecuárias
e todo segmento do agronegócio
e meio ambiente que podem
contar com os Técnicos
Agrícolas, que prestam
assistência qualificada
e atuante: ganha também
o Rio Grande com os mais de
12.000 profissionais dedicados
ao crescimento da agricultura
gaúcha.
Técnicos
Agrícolas garantem
mais uma vitória na
Justiça
O
Superior Tribunal Federal,
em julgamento no dia 25 de
junho último, ratifica
o direito dos Técnicos
Agrícolas de serem
responsáveis técnicos
pela emissão de receituários
para agrotóxicos em
decisão final de mérito
em ação impetrada
pelo Sindicato dos Técnicos
Agrícolas de Santa
Catarina. Foram 9 votos favoráveis,
unanimidade, afastando definitivamente
a interpretação
equivocada dos CREAs de que
é atividade exclusiva
deste ou daquele profissional.
O SINTARGS já tem na
Justiça garantido a
todos os Técnicos Agrícolas
no Rio Grande do Sul e por
mais de 12 anos vem emitindo
receituários para agrotóxicos
e são responsáveis
técnicos por várias
empresas, sem que estas atividades
tenham trazido prejuízo
para outros ou ao meio ambiente.
Os direitos dos Técnicos
Agrícolas gaúchos
estão sendo preservados,
também, em função
da competência dos advogados
do SINTARGS.
Qualificação
Empresarial
O
SINTARGS está promovendo
ações que busquem
apoiar os Técnicos
Agrícolas que possuem
empresas na área do
setor primário. O objetivo
é o de oferecer os
mesmos benefícios que
gozam os associados mas com
ênfase bem como apoio
técnico e jurídico
na elaboração
de projetos e emissão
dos receituários técnico
e agroecológico.
Em breve o SINTARGS estará
disponibilizando cursos de
atualização
e formação profissional
para profissionais e estudantes.
Os técnicos empresários
que desejarem mais informações
sobre o referido plano podem
entrar em contato com o SINTARGS
via Internet: sintargs@terra.com.br,
www.sintargs.com.br,
www.tecnicoagricola.com.br
ou pelo Fone (51) 3231
9932.
Conheça
os novos Diretores do SINTARGS,
gestão 2003/2006
O
Técnico Agrícola
Carlos Dinarte Coelho foi
reconduzido à presidência
do SINTARGS. A solenidade
de posse da nova diretoria
aconteceu no dia 11 de abril
em Porto Alegre, com a presença
do Secretario Estadual da
Agricultura Odacir Klein e
do presidente da EMATER/RS,
Caio Rocha.
A diretoria do SINTARGS, agora
renovada, tem como base os
princípios definidos
pelo movimento dos Técnicos
Agrícolas "AÇÃO
2000". O resgate das lideranças
dos Técnicos Agrícolas
que por questões políticas
abandonaram o movimento da
categoria, a despartidarização
do sindicato, valorização
da categoria tendo por base
a competência, luta
pela ampliação
e manutenção
da legislação
profissional, maior integração
com as escolas e com o ensino
profissional, reunião
de todos os Técnicos
Agrícolas sem distinção
de qualquer tipo são
os pilares da nova gestão.
Algumas destas proposições
já foram implementadas
e outras estão em fase
de execução.
Entre os membros da diretoria
figuram pessoas que fizeram
história no movimento
dos Técnicos Agrícolas,
como Edegar da Silva e Dirceu
Boniatti.
Conheça os novos dirigentes
que terão a responsabilidade
de administrar o SINTARGS
até o ano de 2006.
Carlos Dinarte Coelho
(Presidente)
Formado pelo Colégio
Agrícola de São
Leopoldo, residente no município
de São Leopoldo, funcionário
da Fundação
Estadual de Pesquisa Agropecuária-
FEPAGRO, atual Presidente
do SINTARGS, ex-presidente
da Associação
dos Técnicos Agrícolas
do RS, tesoureiro da Federação
Nacional dos Técnicos
Agrícolas, Vice-Presidente
Administrativo da AFUSA (Associação
dos Funcionários da
Secretaria da Agricultura
do Estado do RS), conselheiro
representante dos Técnicos
Agrícolas junto ao
CREA/RS.
Air Nunes dos Santos
(Vice- Presidente Administrativo)
Formado pelo Colégio
Agrícola de Cachoeirinha-
CADOP, funcionário
da Emater/RS de Gravataí,
atual vice-presidente administrativo
do SINTARGS, Presidente da
INTERSINDICAL, delegado sindical
na CNPL.
Dirceu José
Boniatti (Vice-Presidente
Social)
Formado pelo Colégio
Agrícola Federal de
Bento Gonçalves, funcionário
da Secretaria da Agricultura
e Abastecimento do RS em Porto
Alegre, ex-presidente da Associação
dos Técnicos Agrícolas
do RS e do SINTARGS, Advogado
e jornalista.
Atílio Pedro
Lopes (Vice-Presidente Insterinstitucional)
Formado pelo Colégio
Agrícola de São
Leopoldo, residente no município
de São Jerônimo,
funcionário da Klabin
Riocell, ex-presidente do
SINTARGS, atuou como Juiz
Classista na Justiça
do Trabalho, ex-vereador no
município de Butiá.
Lírio Antonio
Zarichta (Diretor das Relações
de Trabalho)
Formado pelo Colégio
Agrícola de Erechim,
funcionário da EMATER/RS
em Mariano Moro, atua na área
de Agroecologia e extensão
rural, ex-coordenador regional
do SINTARGS.
Luis Antonio Marmitt
(Diretor de Finanças)
Formado pela Escola Técnica
de Agricultura- ETA em Viamão,
funcionário da EMATER/RS
em Venâncio Aires, Extensionista
Rural.
Guebarte Eberhardt
da Silva (Diretor de Formação
e Política Sindical)
Formado pelo Colégio
Agrícola de São
Leopoldo, ex-presidente do
SINTARGS, ex-presidente da
FUNDAJUR, funcionário
da Emater/RS.
Luiz Nelmo Menezes
Vargas (Diretor de Previdência
e Saúde) Formado pela Escola
Técnica de Agricultura
em Viamão, residente
no município de Santa
Rosa, funcionário da
Emater/RS, ex-vereador do
município de Santa
Rosa, tradicionalista e radialista,
ex-coordenador regional do
SINTARGS.
Luiz Roberto Dalpiaz
Rech (Diretor de Imprensa
e Divulgação)
Formado pelo Colégio
Agrícola de São
Leopoldo, escritor, presidente
da Associação
dos ex-alunos do Colégio
Agrícola de São
Leopoldo, empresário
na área gráfica
e literária, consultor
político, jornalista
e assessor parlamentar.
Remo Pasqual Campagnolo
(Suplente de Diretoria) Formado pelo Colégio
Agrícola de Veranópolis,
funcionário da FEPAGRO
em Eldorado do Sul, ex-conselheiro
fiscal da Federação
Nacional dos Técnicos
Agrícolas, ex-diretor
tesoureiro do SINTARGS.
Delmar Afonso Dietz
(Suplente de Diretoria)
Formado pela Escola Técnica
de Agricultura em Viamão,
residente no município
de Tramandaí, funcionário
da EMATER/RS, membro do Comitê
da Bacia Hidrográfica
do Rio Tramandaí, ex-coordenador
regional do SINTARGS.
Délcio Alaíde
Donato (Suplente de Diretoria)
Formado pelo Colégio
Agrícola Federal de
Frederico Westphalen, residente
no município de Humaitá,
funcionário da COTRICAMPO,
ex-vereador no município
de Humaitá, ex-coordenador
regional do SINTARGS.
Jurandir José
Marques (Suplente de Diretoria)
Formado pelo Colégio
Agrícola Bom Pastor
em Nova Petrópolis,
ex-prefeito do município
de Arvorezinha, funcionário
da Emater/RS, ex-coordenador
regional do SINTARGS.
Clênio Cassol
(Suplente de Diretoria)
Formado pela Escola Técnica
Federal de São Vicente
do Sul, residente no município
de Ivoti, funcionário
da EMATER/RS, ex-coordenador
regional do SINTARGS.
Edegar da Silva (Suplente
de Diretoria)
Formado pela Escola Técnica
de Agricultura em Viamão,
residente no município
de Osório, coordenador
da CEPA junto a Secretaria
da Agricultura e Abastecimento,
ex-secretário municipal
da Industria e Comércio
e vereador em Osório,
ex-presidente da Associação
dos Técnicos Agrícolas
do RS e ex-diretor da Federação
Nacional dos Técnicos
Agrícolas, jornalista.
Edimar Segatto (Suplente
de Diretoria)
Formado pelo Colégio
Agrícola Cruzeiro do
Sul de São Luiz Gonzaga,
residente no município
de Santa Cruz do Sul, funcionário
da Emater/RS, ex-coordenador
regional do SINTARGS.
Antônio Cettolin
(Suplente de Diretoria)
Formado pelo Colégio
Agrícola Visconde de
São Leopoldo, residente
no município de Garibaldi,
funcionário da EMATER/RS,
ex-vereador e atual prefeito
de Garibaldi, ex-coordenador
regional do SINTARGS .
Pércio Correa
Gonçalves (Suplente
de Diretoria)
Formado pela Escola Agrícola
Federal de Alegrete, residente
no município de São
Sepé, autônomo,
ex-presidente do SINTARGS,
ex-coordenador regional do
SINTARGS .
João Papini
(Conselho Fiscal)
Formado pelo Colégio
Agrícola de Veranópolis,
residente no município
de Caxias do Sul, funcionário
da Compagro, ex-coordenador
regional do SINTARGS.
Vasco Mazzarollo (Conselho
Fiscal)
Formado pelo Colégio
Agrícola de Veranópolis,
residente no município
de Caxias do Sul, funcionário
da EMATER-RS, ex-coordenador
regional do SINTARGS.
Jovino Bin (Conselho
Fiscal)
Formado pelo Colégio
Agrícola Federal de
Frederico Westphalen, residente
no município de Crissiumal,
funcionário da EMATER-RS,
ex-coordenador regional do
SINTARGS .
Eugênio Luiz
Senter (Conselho Fiscal)
Formado pelo Colégio
Agrícola Federal de
Bento Gonçalves, residente
no município de Anta
Gorda, funcionário
da EMATER-RS, ex-coordenador
regional do SINTARGS .
Neudi José
Balancelli (Conselho Fiscal)
Formado pelo Colégio
Agrícola de Cachoerinha,
residente no município
de Antônio Prado, funcionário
da EMATER-RS, vereador no
município de Ipê.
João Itamar
Batista da Silva (Conselho
Fiscal)
Formado pelo Colégio
Agrícola Federal de
Bento Gonçalves, residente
no município de Sobradinho,
funcionário da EMATER-RS,
ex-coordenador regional do
SINTARGS.
Vanderlei Neuhaus
(Diretor Regional)
Formado pelo Colégio
Agrícola Federal de
Sertão, residente no
município de Santo
Cristo, funcionário
da EMATER-RS, ex-coordenador
regional do SINTARGS.
Bernardina Conceição
Sândi (Diretora Regional)
Formada pelo Colégio
Agrícola Federal de
Bento Gonçalves, residente
no município de Flores
da Cunha, funcionário
da Prefeitura Municipal de
Flores da Cunha , ex-coordenadora
regional do SINTARGS .
Cláudio Ailto
Maciel dos Santos (Diretor
Regional)
Formado pelo Colégio
Agrícola Presidente
Getúlio Vargas, de
Três de Maio. Reside
no município de Ijuí,
funcionário da EMATER-RS.
Carla Rozane Alves
Ferri (Diretora Regional)
Formada pelo Colégio
Agrícola Federal Visconde
da Graça, residente
no município de Osório,
funcionária da Prefeitura
Municipal de Osório.
Amarildo Provensi
(Diretor Regional)
Formado pelo Colégio
Agrícola Federal de
Sertão, residente no
município de Espumoso,
funcionário da COTRIEL
ex-coordenador regional do
SINTARGS.
Adilson Cord (Diretor
Regional)
Formado pelo Colégio
Agrícola de Teutônia,
residente no município
de Teutônia, funcionário
da Cooperativa Languiru, ex-coordenador
regional do SINTARGS.
Eliseu Antônio
Fellini (Diretor Regional)
Formado pelo Colégio
Agrícola de Erechim,
residente no município
de Aratiba, funcionário
da EMATER-RS.
Hamilton Fernando
M. Carvalho (Diretor Regional)
Formado pelo Colégio
Agrícola Federal Visconde
da Graça de Pelotas,
residente no município
de Pelotas, funcionário
da COSULATI, ex-coordenador
regional do SINTARGS.
Arceli da Silveira
(Diretor Regional)
Formado pelo Colégio
Agrícola Visconde de
São Leopoldo, residente
no município de Porto
Alegre, funcionário
da Secretaria da Agricultura
e Abastecimento.
Neri Eno Beier (Diretor
Regional)
Formado pelo Colégio
Agrícola de São
Luiz Gonzaga, residente no
município de São
Nicolau, funcionário
da EMATER-RS.
Vanderlei Cercato
(Diretor Regional)
Formado pela Escola Técnica
de Agricultura de Viamão,
residente no município
de Garibaldi, funcionário
da EMATER-RS, ex-coordenador
regional do SINTARGS.
Décio Pelizzaro
(Diretor Regional e Conselheiro
Consultivo em Serviço
Público)
Formado pelo Colégio
Agrícola Federal de
Bento Gonçalves, residente
no município de Passo
Fundo, funcionário
da EMBRAPA, ex-coordenador
regional do SINTARGS.
José Batista
Robattini(Diretor Regional)
Formado pelo Colégio
Agrícola de Veranópolis,
residente no município
de Santo Cristo, funcionário
da EMATER-RS.
Lenir Mattiazzi (Diretor
Regional e Conselheiro Consultivo
em Cooperativismo)
Formado pelo Colégio
Agrícola Federal de
Sertão, residente no
município de Júlio
de Castilhos, funcionário
da COTRIJUC, ex-coordenador
regional do SINTARGS.
Felipe Bauer Scheffer
(Diretor Regional)
Formado pelo Colégio
Agrícola Visconde de
São Leopoldo, residente
no município de Camaquã,
funcionário da EMATER-RS,
ex-coordenador regional do
SINTARGS.
Adão Vielmo
(Diretor Regional)
Formado pelo Colégio
Agrícola Getulio Vargas
de Três de Maio, residente
no município de São
Borja, funcionário
da EMATER-RS.
Adenir José
Basso (Diretor Regional)
Formado pelo Colégio
Agrícola Visconde de
São Leopoldo, residente
no município de Portão,
funcionário da EMATER-RS
, ex-coordenador regional
do SINTARGS.
José Miotto
(Diretor Regional)
Formado pelo Colégio
Agrícola Federal de
Sertão, residente no
município de São
João da Urtiga, funcionário
da EMATER-RS.
Alaídes Carlos
Piovesan(Diretor Regional)
Formado pelo Colégio
Agrícola Federal de
Frederico Westphalen, residente
no município de Seberi,
funcionário da EMATER-RS,
ex-coordenador regional do
SINTARGS.
Sérgio Drumm
(Diretor Regional)
Formado pelo IMEAB - Ijuí,
residente no município
de Crissiumal, funcionário
da EMATER-RS, ex-coordenador
regional do SINTARGS .
Dolines Bergara Mezera
(Diretor Regional) Formado pelo CADOP-
Cachoeirinha, residente no
município de Rolante,
funcionário da EMATER-RS,
ex-coordenador regional do
SINTARGS .
Osvaldo Primitivo
Heberle Romero (Diretor Regional)
Formado pelo Colégio
Agrícola Federal Visconde
da Graça, residente
no município de São
Gabriel, funcionário
da EMATER-RS, ex-coordenador
regional do SINTARGS .
Clóvis Leonardo
Saraiva Soares (Diretor Regional)
Formado pela Escola
Técnica de Agricultura
de Viamão, residente
no município de Bagé,
funcionário da Secretaria
Estadual do Meio Ambiente.
José Valdetar
da Silva Gomes (Conselheiro
Consultivo em Legislação
Profissional) Formado pelo Colégio
Agrícola Federal de
São Vivente do Sul,
residente no município
de Santa Maria, funcionário
da EMATER-RS ex-coordenador
regional do SINTARGS.
Vitélio Luiz
Lago (Conselheiro Consultivo
em Legislação
Profissional) Formado pelo CADOP-Cachoeirinha,
residente no município
de Agudo, funcionário
da EMATER-RS.
Pedro Antônio
Moruzzi Pontes (Conselheiro
Consultivo em Serviço
Público) Formado pelo Colégio
Agrícola Federal de
Alegrete, residente no município
de Alegrete, funcionário
do IRGA, ex-coordenador regional
do SINTARGS.
Deoclésio Piccoli(Conselheiro
Consultivo em Assistência
Técnica e Extensão
Rural) Formado pelo Colégio
Agrícola de Guaporé,
residente no município
de Roca Sales, funcionário
da EMATER-RS, ex-coordenador
regional do SINTARGS .
Pedro da Silva Francisco
(Conselheiro Consultivo em
Assistência Técnica
e Extensão Rural) Formado pela Escola
Técnica em Agricultura
de Osório, residente
no município de Osório,
funcionário da EMATER-RS,
ex-coordenador regional do
SINTARGS.
Vito Antônio
Cembranel (Conselheiro Consultivo
em Meio Ambiente e Agricultura
Alternativa) Formado pelo Colégio
Agrícola Presidente
Getúlio Vargas de Três
de Maio, residente no município
de Ijuí, funcionário
da EMATER-RS, ex-coordenador
regional do SINTARGS.
Paulo Roberto da Silva
Costa (Conselheiro Consultivo
em Meio Ambiente e Agricultura
Alternativa) Formado pelo Colégio
Agrícola Federal Visconde
da Graça de Pelotas,
residente no município
de Rio Grande, funcionário
da EMATER-RS, ex-coordenador
regional do SINTARGS .
Helio Lailheno Musskopf
(Conselheiro Consultivo em
Cooperativismo) Formado pelo Colégio
Agrícola de Teutônia,
residente no município
de Sapucaia do Sul, funcionário
FUNDAJUR.
Cirineu Schwank Borges
Conselheiro Consultivo em
Ensino Técnico e Capacitação
Profissional) Formado pelo Colégio
Agrícola Visconde de
São Leopoldo, residente
no município de Torres,
funcionário da Secretaria
Estadual de Educação,
conselheiro dos Técnicos
Agrícolas na modalidade
florestal junto ao CREA.
Ervino Deon (Conselheiro
Consultivo em Ensino Técnico
e Capacitação
Profissional) Formado pela Escola
Técnica de Agricultura
de Viamão, funcionário
da Secretaria Estadual de
Educação, vereador
no município de Cachoeirinha.
Cláudio Roberto
Valim Rocha (Conselheiro Consultivo
em Agroindústria e
Agrobussines) Formado pela Escola
Técnica de Agricultura
de Viamão, residente
no município de Santo
Antônio da Patrulha,
autônomo e empresário,
ex-coordenador regional do
SINTARGS.
Jair Luiz Callai Bazzan
(Conselheiro Consultivo em
Agroindústria e Agrobussines)
Formado pelo IMEAB
- Ijuí, residente no
município de Jóia,
funcionário da EMATER-RS.
Eliziário Noé
Boeira Toledo (Conselheiro
Consultivo em Política
Agrícola e Reforma
Agrária) Formado pelo Colégio
Agrícola Visconde de
São Leopoldo, residente
no município de Porto
Alegre, funcionário
da FETAG.
Reinaldo Santos de
Souza (Conselheiro Consultivo
em Política Agrícola
e Reforma Agrária)
Formado pela Escola
Técnica de Agricultura
de Viamão, residente
no município de Taquara,
funcionário da EMATER-RS,
ex-coordenador regional do
SINTARGS.
Francisco Antônio
A de Arruda (Conselheiro Consultivo
em Produção
Animal) Formado pelo Colégio
Agrícola Federal Visconde
da Graça, residente
no município de Pelotas,
funcionário da EMATER-RS,
ex-coord.regional do SINTARGS.
Márcio Martins
Gonçalves (Conselheiro
Consultivo em Produção
Animal) Formado pelo Colégio
Agrícola Federal Visconde
da Graça, residente
no município de Pelotas,
funcionário da Agropecuária
Reis.
O
convênio assinado com
o CREA-RS, prevê uma
linha de financiamento especial
junto à Caixa Econômica
Federal para profissionais
Técnicos Agrícolas
registrados e adimplentes
no sistema CONFEA/CREAs.
São financiáveis
bens e serviços necessários
ao desenvolvimento da atividade
profissional, contando ainda
com carência e capital
de giro associado.
O
QUE É
É uma linha de crédito,
instituída pelo Ministério
do Trabalho, voltada ao financiamento
de investimentos fixos, capital
de giro associado ou capital
de giro isolado, utilizando
recursos do FAT - Fundo de
Amparo ao Trabalhador, para
empreendimentos que visem
a geração de
emprego e renda.
A
QUEM SE DESTINA Micro
e Pequenas Empresas, legalmente
estabelecidas, com faturamento
a mais de 12 meses consecutivos,
sendo esse de até R$
3 milhões.
- Profissionais liberais,
técnicos com registro
profissional e categorias
equiparadas, atuando em sua
área de formação
na data da solicitação
do crédito.
COMO
FUNCIONA
O proponente procura a Agência
da CAIXA de sua preferência
a fim de elaborar o cadastro.
Se aprovado, o proponente
elabora e apresenta o Plano
de Negócios para as
modalidades que envolvam investimentos
fixos, ou apresenta proposta
para capital de giro. A CAIXA
analisa a viabilidade do plano,
a capacidade de pagamento
e as garantias oferecidas.
MODALIDADES
PROGER- Profissionais Liberais
(Recém-formados).
PROGER- Profissionais Liberais.
PROGER- Micro e Pequena Empresa
- Capital de Giro.
PROGER- Micro e Pequena Empresa
- Investimento.
CONDIÇÕES
- PROGER
PROFISSIONAIS LIBERAIS
- Até 90% do projeto,
limitado a R$10.000,00.
- Até 90% do projeto,
limitado a R$20.000,00 para
os profissionais liberais
dentro de convênios.
* Inclui-se nestes limites
a parcela de capital de giro
associado, quando houver,
que não pode exceder
a 50% do total do financiamento.
PRAZO
- Até 24 meses, incluindo
carência de até
6 meses, para profissionais
liberais formados até
4 anos.
- Até 36 meses, incluindo
carência de até
6 meses, para profissionais
liberais formados há
mais de 4 anos.
ENCARGOS
- TJLP + 6% ao ano;
- IOF conforme legislação
vigente;
- durante o período
de carência é
devido o pagamento mensal
da parcela de juros e TJLP.
PROGER
MICRO E PEQUENA EMPRESA -
INVESTIMENTO LIMITE DE FINANCIAMENTO
- Até 90% do projeto,
limitado a R$50.000,00.
- Inclui-se neste limite a
parcela de capital de giro
associado, quando houver,
que não pode exceder
a 40% do total do financiamento.
PRAZO
- Até 48 meses, incluindo
carência de até
6 meses.
ENCARGOS
- TJLP + 5% ao ano;
- IOF conforme legislação
vigente;
Durante o período de
carência é devido
o pagamento mensal da parcela
de juros e TJLP.
PROGER
MICRO E PEQUENA EMPRESA -
CAPITAL DE GIRO LIMITE DE
FINANCIAMENTO
- Até R$50.000,00.
PRAZO
- Até 18 meses, sem
carência.
ENCARGOS
- TJLP + 12% ao ano;
- IOF conforme legislação
vigente;
Durante o período de
carência é devido
o pagamento mensal da parcela
de juros e TJLP.
Observação:
A aplicação
nesta modalidade de crédito
exige a contrapartida da CAIXA,
de valor igual ou superior,
para a qual será utilizada
o Crédito
Especial Empresa - Op 605.
ITENS
FINANCIÁVEIS DO PROJETO:
PROGER PROFISSIONAIS LIBERAIS
- bens e serviços inerentes
à atividade, de acordo
com sua habilitação
profissional, previstos no
plano de negócios;
- capital de giro associado
destinado a suprir as necessidades
da execução
das atividades previstas no
plano de negócios.
PROGER
MICRO E PEQUENA EMPRESA
- investimentos fixos, representados
por bens, inclusive equipamentos
importados, e serviços
inerentes à atividade
da proponente, previstos no
plano de negócios;
- capital de giro associado
destinado a suprir as necessidades
de execução
das atividades previstas no
plano de negócios;
- investimentos para implantação
de sistemas de gestão
empresarial, quando no plano
de negócios, exceto
para as cooperativas e associações
de produção;
- financiamento de máquinas
e equipamentos usados, exceto
os de informática;
- veículos, desde que
obedeçam às
seguintes condições:
Veículos de carga ou
prestação de
serviços, podendo transportar
até 2 passageiros,
exclusive o condutor, de produção
nacional, modelo básico,
novo ou usado, com até
5 anos de uso, destinados
à comprovada utilização
nas atividades do empreendimento
financiado.
DOCUMENTAÇÃO
-
Documentos pessoais
- Comprovante de Renda
- Comprovante de Residência
- Comprovante de conclusão
de curso superior ou técnico,
para profissional liberal;
- Registro no Conselho de
Classe ou Ministério
do Trabalho e Emprego para
Profissional Liberal ou categorias
equiparadas;
- Declaração
de Regularidade do Contribuinte
Individual perante a Previdência
Social para profissional Liberal;
- Nota Fiscal dos bens e serviços
financiados;
- Plano de Negócio;
- Declaração
de Regularidade do Contribuinte
Individual perante a Previdência
Social.
Importante!
Técnico
Agrícola, em todo o
projeto,obra ou serviço
é obrigatório
preencher suas ARTs.Não
esqueça de colocar
no campo referente ao CÓDIGO
ENTIDADE DE CLASSE o número
102, que é o código
do SINTARGS. Agindo assim,
você estará contribuindo
para o fortalecimento do seu
Sindicato e de nossa categoria.
O
presidente do SINTARGS, Carlos
Coelho e o vice-presidente
da entidade, Air Nunes dos
Santos, solicitaram ao deputado
estadual Iradir Pietroski,
vice-líder do PTB na
Assembléia Legislativa,
no dia 27 de maio, para que
encaminhe ao senador Sérgio
Zambiasi, sugestões
de emendas ao Projeto de Lei
n° 105/2002 que tramita
no Senado Federal.
Ao apresentar as propostas,
Coelho contou ao líder
do PTB na Assembléia,
que a categoria foi tomada
de surpresa com a apresentação
deste projeto de Lei pelo
Poder Executivo. Segundo o
presidente do SINTARGS, vários
artigos ferem a legislação
profissional dos Técnicos
Agrícolas.
As emendas sugeridas pelo
sindicato não discriminam
ninguém, apenas contribuiem
para que um maior número
de profissionais estejam legalmente
habilitados para a responsabilidade
técnica na produção,
beneficiamento e armazenagem
de sementes e mudas.
São técnicos,
viveiristas, produtores que
serão reconhecidos
pelos serviços prestados,
o que com certeza oportunizará
produtos de boa qualidade
e a preços competitivos
ao consumidor.
O Projeto de Lei 105/2002
foi encaminhado pelo Governo
Federal ainda em 1998, tendo
por base a edição
da Lei de Proteção
de Cultivares (Lei nº
9.456/1997) que abriu o País
para as criações
fitogenéticas dos países
com quem o Brasil tem acordo
de reciprocidade e, conseqüentemente,
provocou um descompasso na
legislação vigente
que trata desta matéria(Lei
nº 6.507/77).
A tramitação
do presente projeto já
foi analisada na Câmara
através do PL 4828/1998
no qual foram incorporadas
várias alterações
no texto originalmente proposto.
No período em que esteve
tramitando na Câmara
dos Deputados, os Técnicos
Agrícolas, obtiveram
o reconhecimento legal das
suas atribuições
específicas para as
atividades do setor de produção
de sementes e mudas. Agora,
esta proposta vem ao Senado
Federal para apreciação,
oportunidade que os técnicos
agrícolas terão
para propor alterações
no sentido de coibir algumas
imprecisões que no
futuro, demandarão
batalhas jurídicas
em prejuízo dos viveiristas
produtores e técnicos
do setor.
Para o presidente do Sindicato
dos Técnicos Agrícolas,
as proposições
são de grande importância
para a categoria dos técnicos
agrícolas que estão
atuando na produção
e bene-ficiamento de sementes
e mudas no Brasil, possibilitando
uma melhor oferta de mão
de obra especializada aos
produtores e garantindo aos
consumidores produtos de boa
qualidade e a preços
competitivos no mercado.
O vice-presidente da entidade,
Air Santos, considera que,
claramente, o esquecimento
por parte do autor do Projeto
de Lei 105/2002 de incluir
os Técnicos Agrícolas
como uma das categorias profissionais
habilitadas para atuar na
produção, bene-ficiamento
e armazenagem de sementes
e mudas, trará muitos
prejuízos ao setor
primário brasileiro.
A
Federação Intersindical
foi recebida nos dias 01 e
02 de julho, respectivamente,
pelos Secretários da
Administração,
Jorge Gobbi, Meio Ambiente,
José Alberto Wenzel
e Obras, Frederico Antunes.
Em todas as audiências
realizadas, o Presidente da
Intersindical, Técnico
Agrícola Air Nunes
dos Santos fez um relato sobre
as participações
da entidade nas negociações
com o Governo e pediu aos
secretários empenho
no sentido de atender as reivindicações
das categorias profissionais
representadas pela Intersindical.
Santos pediu rapidez nas negociações
e ampliação
das questões específicas
dos sindicatos, representados,
para que todas as categorias
sejam beneficiadas com a extensão
dos acordos. O presidente
da Intersindical obteve dos
Secretários o reconhecimento
da importância dos profissionais
representados pela entidade.
Klein
quer modernizar SAA
O
Secretário da Agricultura
manifestou esta disposição
ao presidente do SINTARGS
e da AFUSA
Odacir
Klein ouviu reivindicações
do SINTARGS e da AFUSA
O
Secretário da Agricultura,
Odacir Klein manifestou sua
disposição de
autorizar um estudo com o
objetivo de modernizar a estrutura
da Secretaria da Agricultura.
A manifestação
aconteceu em audiência
realizada no dia 27 de junho
onde participaram o presidente
do SINTARGS, Carlos Coelho
e o vice-presidente da Associação
dos Funcionários da
Secretaria da Agricultura-AFUSA,
Carlos Ximendes. Os dirigentes
apresentaram ao Secretário,
uma radiografia do quadro
técnico da Secretaria,
mostrando que a falta de profissionais
no quadro permanente da SAA
pode acarretar sérios
prejuízos ao órgão.
De acordo com o estudo apresentado
a Klein, a Secretaria praticamente
possui mais cargos de confiança,
contratos emergenciais, estagiários
do que funcionários
do quadro. Isto também
ocorre com os Técnicos
Agrícolas, que somam
apenas 16 profissionais para
uma secretaria responsável
pela defesa sanitária
animal e vegetal, controle
e regulação
do comércio e uso de
insumos agropecuários,
planejamento estratégico
da política agrícola
e seus instrumentos, bem como
os Programas RS Rural - Feaper
- Troca-Troca, entre outros.
Para o Presidente do SINTARGS
não é admissível
que uma Secretaria Estadual
da Agricultura possua só
16 técnicos agrícolas
com baixa remuneração.
Coelho defendeu a urgente
revisão das atribuições
profissionais e salariais
da categoria. Já o
vice-presidente da AFUSA,
Carlos Ximendes, enfocou a
necessidade de valorizar todos
os funcionários dentro
de uma nova política
salarial, de treinamento e
aperfeiçoamento dos
servidores e ampliar as ações
que visam a promoção
social desses. Coelho e Ximendes
saíram confiantes do
encontro com o Secretário.
Em breve teremos novidades.
No
dia 9 de julho uma Comissão
de Técnicos Agrícolas
da Klabin-RIOCELL (agora Aracruz)
receberam a visita dos diretores
do SINTARGS para conhecer
a nova política implementada
pela entidade. A empresa,
que já contou com mais
de 90 Técnicos Agrícolas
em seu quadro, possui hoje
um número bastante
reduzido em função
da terceirização
dos serviços na área
florestal. A presença
dos profissionais, em funções
importantes, tem sido reconhecidos
pelo sindicato da categoria
que tem buscado sempre uma
relação de aproximação
com a empresa. A visita foi
organizada por Atílio
Pedro Lopes e contou com a
participação
do presidente do SINTARGS,
Carlos Coelho, dos diretores
Remo Campagnolo, Luiz Roberto
Dalpiaz Rech e Dirceu Boniatti.
ELEIÇÕES
MUNICIPAIS
Atenção
Técnico Agrícola:
Se
você pretende concorrer
a um cargo eletivo nas eleições
de 2003, entre em contato
com o SINTARGS. Fone: (0xx51)3231993/
sintargs@terra.com.br
A
audiência ocorrida no
dia 30 de junho serviu para
encaminhar as reivindicações
dos Técnicos Agrícolas
e Técnicos Industriais
O
Governador em exercício,
Antônio Holfeld,
recebeu o presidente
do SINTARGS, Téc.
Agr. Carlos Coelho e
uma comitiva de autoridades
que apoiam os pleitos
da categoria.
O
SINTARGS e SINTEC foram recebidos,
em audiência, no dia
30 de junho pelo Governador
em exercício Antonio
Hohlfeldt. Os Técnicos
Agrícolas, representados
pelo presidente Carlos Coelho
e pelos diretores Air Nunes
dos Santos e Dirceu Boniatti
e os Técnicos Industriais,
representados pelo presidente
Ricardo Nerbas e vários
diretores, manifestaram a
posição dos
profissionais de nível
técnico pelo fortalecimento
da Superintendência
do Ensino Profissional - SUEPRO,
representada na audiência
pelo seu superintendente,
professor Martim Barboza que
manifestou sua preocupação
com os escassos recursos para
o ensino técnico. As
entidades sindicais também
tratam sobre a utilização
dos recursos do FAT e ampliação
do PROEP.
O Deputado Rui Pauletti que
acompanhou os sindicatos e
tem se dedicado com muito
afinco na defesa da educação,
do ensino profissional e das
universidades, disse que a
utilização das
escolas técnicas pela
UERGS tem preocupado os diretores,
professores, técnicos
e as comunidades regionais.
Outro tema tratado com o Governador
Hohlfeldt foi a valorização
das categorias profissionais
de nível técnico.
O Secretário da Administração
e Recursos Humanos, Dr. Jorge
Gobbi que acompanhava a audiência
sugeriu a formação
de um Grupo de Trabalho com
a participação
do SINTARGS, SINTEC, Secretarias
Estaduais da Administração,
Fazenda e da SUEPRO para formular
uma proposta de atualização
das atribuições
profissionais das categorias
de nível técnico
na administração
pública estadual. Gobbi
também defendeu a criação
do Cargo de Nível Técnico
no Estado que contemple as
atribuições
profissionais, cargos e salários
compatíveis com a formação.
Seria um cargo intermediário
entre os servidores de nível
médio e os técnicos
científicos. Para o
Presidente do SINTARGS, Carlos
Coelho, o Estado não
está utilizando todo
o potencial dos técnicos.
"De acordo com a formação
e atribuições
profissionais podemos executar
ampla gama de serviços
e só não o fazemos
porque a estrutura de pessoal
na administração
pública está
muito desatualizada", afirmou.
Programa:
- Descrição
e propriedades de Plantas
Medicinais e Aromáticas;
- Manipulação
de Plantas Medicinais e Cosmetologia
Artesanal;
- O poder dos Óleos
Essenciais para a saúde
humana.
Data:
24 e 25 de outubro de 2003.
das 8:30h às 18h.
Professores:
Vera Maria Chemale (Bióloga)
Ana Carmen Sandri (Farmacêutica)
Ana Maria Balbinot (Profª
Ciências)
Local:
Rua Botafogo, 1021 (auditório
AFUSA) - B. Menino Deus -
90150-053 POA
Informações:
51 3335 1553/3231 8501/3231
4695/477 4469
Classificação
e Certificação
de Produtos Vegetais
Técnico Agrícola
João Wanderlei B. Pereira*
A
EMATER/RS, através
de sua Divisão de Classificação
e Certificação,
está capacitada para
prestar os serviços
de classificação,
análises laboratoriais,
controle da qualidade da matéria-prima
e acompanhamento de embarque,
certificação
de conformidade e outras soluções
para garantir a qualidade
dos alimentos. Os serviços
oferecidos atendem a diversos
setores da cadeia produtiva-
o produtor, a agroindústria
e as empresas que comercializam
produtos de origem vegetal-,
além de órgãos
públicos municipais,
estaduais e federais. Sua
rede de Unidades de Classificação
e Certificação
está estrategicamente
localizada no Estado do Rio
Grande do Sul e conta com
uma equipe de 160 técnicos
altamente qualificados, distribuídos
em 45 Unidades, permitindo
que, a qualquer momento, os
clientes possam contar com
assessoria em processos que
interferem na qualidade dos
produtos.
A Importância da Classificação
E o que é a classificação?
É comparar o produto
com padrões de qualidade
previamente estabelecidos
por Normas do Ministério
da Agricultura, Pecuária
e Abastecimento. Esses padrões
de qualidade devem constar
nas embalagens de produtos
como arroz, feijão,
lentilha, milho pipoca, óleo
de soja, entre outros de origem
vegetal, destinados à
alimentação
humana. O serviço de
Classificação
da EMATER-RS atesta que o
produto está de acordo
com a qualidade descrita na
embalagem, possibilitando
ao consumidor escolher o produto
segundo suas preferências
de qualidade e preço.
Para o produtor, a classificação
auxilia na comercialização
do seu produto, pois pode
conseguir uma justa remuneração
com base na sua real qualidade.
A EMATER também presta
o serviço de acompanhamento,
de embarque e controle de
qualidade da matéria-prima
para indústrias e empresas
que comercializam produtos
vegetais. O serviço
consiste em disponibilizar
técnicos que realizam
inspeções e
análise física
da matéria-prima, no
local de sua origem, antes,
durante e após o embarque,
ou no local de destino, antes
e durante o desembarque, para
que a indústria receba
o produto de acordo com os
padrões de qualidade
definidos na hora da compra,
sem nenhuma preocupação
de devolução
da carga, não comprometendo
a rotina de produção.
Com uma experiência
de mais de 60 anos na prestação
dos serviços de classificação
de produtos de origem vegetal,
a EMATER/RS é empresa
líder no mercado brasileiro
e agora conta também
com o certificado de qualidade
ISSO 9001:2000.
*Gerente
de Divisão de Classificação
e Certificação
da EMATER/RS
A
Página Rural está
na internet para facilitar
a vida das pessoas que lidam
com agricultura, agronegócios,
pecuária, biotecnologia,
insumos, pequenos animais
e muito mais.
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Secretário
do Meio Ambiente recebe SINTARGS
A
audiência foi prestigiada
pelo Secretário Estadual
de Obras, Deputado Frederico
Antunes
Air
Santos, José Wenzel,
Frederico Antunes, Carlos
Coelho e Dirceu Boniatti
O
presidente do SINTARGS, Carlos
Coelho, acompanhado dos diretores
Air Nunes dos Santos e Dirceu
Boniatti, estiveram em audiência,
no dia 03 de julho último,
com o Secretário Estadual
do Meio Ambiente, Geólogo
José Alberto Wenzel.
Os dirigentes do Sindicato
apresentaram ao Secretário
uma radiografia do movimento
dos Técnicos Agrícolas,
seus trabalhos e potencialidades
junto aos órgãos
e instituições
que tratam do ambien-te."Queremos
colocar os Técnicos
Agrícolas como mais
uma das categorias profissionais
que podem exercer várias
funções técnicas
junto a SEMA, FEPAM eFundação
Zoobo-tânica", afirmou
o assessor jurídico
do SINTARGS, Dirceu Boniatti.
O Secretário José
A. Wenzel afirmou que não
é determinação
da SEMA discriminar profissionais
e que todos tem o dever de
contribuir com o Estado e
com a sociedade prestando
um bom serviço, orientar
e conscientizar a população
sobre a preservação
do ambiente e o controle dos
processos poluidores. Assim
tem procedido na sua Região
de Santa Cruz do Sul com o
apoio da comunidade.
Os dirigentes do SINTARGS
também demonstraram
a preocupação
da entidade pela demora dos
licenciamentos ambientais
aos empreendimentos, principalmente
nos municípios. Para
o Presidente do SINTARGS,
Carlos Coelho, os Técnicos
Agrícolas possuem atribuições
legais para elaborarem projetos
e laudos ambientais dentro
da formação
profissional, ou seja, na
área agropecuária.
Wenzel determinou a inclusão
do representante do SINTARGS
no Conselho Estadual de Política
Ambiental e um estudo para
melhor aproveitamento dos
Técnicos Agrícolas
junto aos órgãos
públicos. A audiência
do SINTARGS com o Secretário
Wenzel foi prestigiada pelo
Secretário Estadual
de Obras, Deputado Frederico
Antunes, que tem na categoria
dos Técnicos grandes
colaboradores. No período
em que presidiu a Comissão
da Agricultura na Assembléia
Legislativa, o deputado contou
com o apoio do Sindicato dos
Técnicos Agrícolas.
Desde
janeiro de 2003 o Sindicato
dos Técnicos Agrícolas
do Estado do RGS funciona
ao lado da Emater e da Secretaria
da Agricultura, em Porto Alegre.
A mudança busca oferecer
um serviço de melhor
qualidade ao associado e facilitar
o relacionamento interinstitucional
da entidade.
Nas novas instalações
funciona junto a AFUSA - Associação
dos Funcionários da
Secretaria da Agricultura
do Estado do Rio Grande do
Sul. No local oferecemos salas
de trabalho, auditório,
hotel de trânsito e
serviço odontológico
para funcionários.
Nosso novo endereço
é :
Rua Botafogo, 1021/SL 01 -
Bairro Menino Deus - 90150-053
Porto Alegre/RS
Telefone: 51 32319932
Site: www.sintargs.com.br
e-mail: sintargs@terra.com.br
Audiência
na Administração
Em
audiência realizada
no dia 12 de junho, a diretoria
do SINTARGS fez várias
reivindicações
ao Secretário da Administração
do Estado, Jorge Gobbi.
O presidente da entidade,
Carlos Coelho entregou a Gobbi
um documento contendo as seguintes
reivindicações:
Revisão do enquadramento
destas categorias, não
mais como nível médio,
e sim
como nível técnico;
- recomposição
salarial, considerando este
potencial na ordem de 70%
do salário dos técnicos
científicos; e, melhor
aproveitamento das atribuições
dos profissionais técnicos
em todos os órgãos
vinculados direta ou indiretamente
ao Governo (FZA, FASE, IRGA,
CEASA e CESA).
A pedido do SINTARGS, o Secretário
Jorge Gobbi instituiu imediatamente
grupo de trabalho na Secretaria
para estudar a viabilidade
e o impacto das providências
solicitadas pelo sindicato.
A
Associação dos
Ex-alunos da Escola Agrícola
de São Leopoldo já
está organizando o
tradicional Encontro dos Ex-alunos,
Professores e Estudantes que
acontecerá no dia 29
de novembro, às 9 horas
nas dependências da
escola.A diretoria da associação
se reuniu no mês de
julho para tratar da organização
do evento que este ano promete
reunir mais de 400 pessoas.
*Maiores informações
com o presidente da associação,
Luiz Roberto Dalpiaz Rech,
pelo fone: (51) 9989 0342
ou na escola pelo fone: (51)
5882175.
Recuperação
de Matas Ciliares
A
Secretaria Estadual do Meio
Ambiente lançou o Programa
de Restauração
de Mata Ciliar, com a finalidade
de recuperar a vegetação
às margens e no entorno
dos corpos hídricos
em Bacias Hidrográficas
do Estado.O Programa será
coordenado pelo Engº
Agrº Amaro Dias e prevê
o plantio de aproximadamente
100 mil mudas de espécies
nativas por ano.O Sindicato
dos Técnicos Agrícolas
espera poder contribuir para
que sejam recuperadas nossas
matas ciliares.
*Maiores informações
poderão ser obtidas
pelos fones: (53) 99647872
e (53) 2414012 c/Amaro.
Roberto
Dalpiaz, Deputado Giovani
Cherini, Air dos Santos
e Carlos Coelho
O
plenário da Assembléia
Legislativa aprovou no dia
13 de maio projeto de autoria
do deputado Giovani Cherini,
que declara patrimônio
cultural histórico
do Estado do Rio Grande do
Sul os 32 ranchos da Escola
Técnica de Agricultura
de Viamão(ETA).
O que era apenas uma proposta
virou Lei, 15 dias após
a aprovação
do PL tendo o Governador do
Estado, Germano Rigotto, sancionado
o projeto na íntegra.
Fundada em 1910, a instituição
forma técnicos de nível
médio em agricultura
e pecuária.
Os ranchos, que ocupam uma
área de 407 hectares,
foram construídos pelos
próprios alunos ao
longo de quase um século,
lembrou o deputado Giovani
Cherini, ex-aluno da escola:
"Muito contribuíram
para agregar valores aos seus
integrantes, fazendo com que
as pessoas que por lá
passaram, carreguem a ETA
no coração."
Os ranchos tombados com o
apoio do CECAT, mas que hoje,
infelizmente encontram-se
fechados chamam-se: Amizade,
Uirapuru, Inferninho, Fronteira,
Castelo, Frankstein, Centauro,
Granada, Sinuelo, Gaudério,
Saudade, Estrela do Sul, Entrevero,
Planalto, Sepé Tiaraju,
Deko, Ventania, Chaparral,
Tamanco Velho, Cacimba Velha,
Querência, Figueirinha,
Laredo, Guarani, Tropeiro,
Três de Maio, Solar
dos Inocentes, São
Jerônimo, Minuano, Farroupilha,
Bonanza e Quero-Quero.
Você pode ajudar a recuperar
este patrimônio cultural.
Maiores informações
sobre esta Lei com o gabinete
do autor através do
telefone 0xx51.32102280, com
o dirietor do SINTARGS, Roberto
Dalpiaz.
ROTEIRO
Encontro
dos Técnicos
Agrícolas da
Região Celeiro,
ocorrido no dia 30 de
maio no município
de Três Passos.
O
SINTARGS esteve presente
na EXPOTUPÃ através
da Associação
dos Técnicos
Agrícolas daquele
município que
é presidida pelo
colega Flávio
Gonçalves (1°
da dir. para esq.) No
dia 30 de março
o presidente do Sindicato,
acompanhado do diretor
Remo Campagnolo esteve
no evento.
A
Educação Profissional,
desenvolvida nas escolas da
rede pública estadual,
teve no passado algumas escolas
técnicas de renome,
que ainda fazem parte da tradição
do nosso Estado na formação
de técnicos de nível
médio. A tentativa
de expansão generalizada
da educação
profissional para todas as
escolas, feita na década
de setenta, acabou descaracterizando
as boas escolas técnicas
que tínhamos, levando-as
ao sucateamento.
Martim
Barboza (de gravata) com
diretores do SINTARGS
A
retomada da educação
profissional, como uma política
pública importante,
se deu a partir da elaboração
da nova Lei de Diretrizes
e Bases da Educação
Nacional em 1996 e de sua
posterior regulamentação.
De lá para cá
a educação profissional
passou por mudanças
muito significativas, que
visam adequá-la às
profundas transformações
ocorridas no mundo do trabalho
e da produção
de bens e serviços.
A criação da
Superintendência da
Educação Profissional
- SUEPRO/RS se deu em 1998,
como forma de desenvolver
ações que viabilizassem
a readequação,
a expansão e a melhoria
da qualidade da educação
profissional ofertada em nosso
Estado. Ao assumirmos a Superintendência
da Educação
Profissional, em Janeiro de
2003, definimos linhas básicas
de atuação que
nos permitam acumular informações
necessárias ao planejamento
das ações e
aproximá-la das escolas,
transformando-a numa instituição
de apoio técnico, pedagógico
e administrativo.
Também é papel
da SUEPRO articular a cooperação
entre órgãos
públicos e privados,
nacionais ou estrangeiros,
congêneres ou complementares,
de modo a viabilizar a formação
de alianças benéficas
à educação
profissional, incluindo a
identificação
e a mobilização
de fontes de financiamento.
A Educação Profissional
precisa se aproximar dos setores
produtivos e articular-se
com o mundo do trabalho, para
que nossos alunos tenham empregabilidade
ou condições
de serem novos empreendedores.
Acreditamos que a formação
de técnicos com condições
de assumirem a direção
de propriedades de agricultura
familiar ou de empresas do
setor é um direcionamento
importante para as escolas
técnicas agrícolas.
Precisamos formar profissionais
com competência técnica
para ingressar na atividade
produtiva, com conhecimento
adequado para continuar seus
estudos em cursos superiores
e com formação
para serem cidadãos
do mundo, capazes de compreender
que não estamos mais
isolados em comunidades locais
e que todo o desenvolvimento
deve ser visto por seus aspectos
econômicos, políticos,
sociais, culturais e de sustentabilidade.
Temos consciência das
dificuldades por que passa
o nosso País e o nosso
Estado, mas acreditamos na
possibilidade de que é
possível realizar muitas
coisas mesmo em condições
econômicas adversas.
Vamos estar constantemente
buscando parceiros para melhor
planejarmos e executarmos
nossas ações
e entre estes parceiros queremos
contar com o SINTARGS, cuja
diretoria recebemos e com
a qual haveremos de manter
um diálogo permanente
em benefício da educação
profissional e dos valorosos
técnicos agrícolas
do nosso Estado. Os técnicos
merecem nosso apoio e respaldo,
pois são profissionais
da mais alta importância
para o desenvolvimento e para
a construção
de uma sociedade mais justa
e igualitária.
Os
Técnicos Agrícolas
e suas atribuições
profissionais
Em
30 de dezembro de 2002 o Presidente
da República do Brasil,
Fernando Henrique Cardoso
expediu o Decreto Federal
nº 4.560/2002, que altera
o Decreto nº 90.922/85
que regulamenta a Lei nº
5.524/68, que dispõe
sobre o exercício da
profissão do Técnico
Agrícola e do Técnico
Industrial.
É editado com a intenção
de esclarecer dúvidas
sobre as atribuições
dos Técnicos Agrícolas,
pois desde a sua regulamentação
profissional em 1985 vem sofrendo
uma série de contestações
por parte de alguns profissionais
que se sentiram prejudicados
pelo fim da exclusividade
de serviços técnicos.
Durante anos, os Técnicos
Agrícolas através
dos seus sindicatos e da federação
vem lutando para o fiel cumprimento
da legislação
profissional.
Inicialmente, foi contestada
a inconstitucionalidade do
Decreto Federal nº 90.922,
de 06 de fevereiro de 1985,
que regulamentou a profissão
dos técnicos. Ação
esta julgada pelo Supremo
Tribunal Federal, em 1987,
garantindo a Constitucionalidade
do Decreto. (STF RP nº
1266/DF, Rel. Min. Célio
Borja, DJ de 26.06.87).
Mesmo
com a decisão da Suprema
Corte da Justiça Brasileira
o Sistema CONFEA/CREA´s,
através de suas Câmaras
de Agronomia, continuaram
a obstacularizar o exercício
profissional dos Técnicos
Agrícolas.
Ora, em não anotando
as atribuições
dos técnicos em acordo
com acordo com a Lei Federal
n º 5.524/68 e Decreto
nº 90.922/85; ora formulando
instruções normativas
e outras normas de hierarquia
inferior e conflitantes com
a legislação.
No passado foi usado muito
dos recursos financeiros do
sistema CONFEA/CREA´s
para retirar o direito do
exercício profissional
dos Técnicos Agrícolas
e Industriais, fixados na
Lei nº 5.524/68 e no
Decreto Federal nº 90.922/85.
Os técnicos apesar
de contarem, hoje, com representação
junto ao CONFEA e junto ao
CREA´s, possuem apenas
um representante, enquanto
as demais categorias profissionais
são na proporção
máxima. No Rio Grande
do Sul, os Técnicos
Agrícolas possuem apenas
um representante, enquanto
os engenheiros agrônomos
e agrícolas, bem como
suas universidades somam 19
representantes.Temos que considerar
que existe no CONFEA e nos
CREA´s várias
pessoas que estão lutando
para por fim a essa herança
maldita do sistema, que é
a discriminação.
O principal entrave nessa
discussão é
o atraso de setores conservadores
da suposta elite profissional
da área técnica.
O mundo está em constante
evolução, novas
tecnologias surgem a cada
instante. As instituições
têm o compromisso de
se atualizarem constantemente.
Isto não encontramos
na Câmara de Agronomia
dos CREA´s. O cumprimento
da legislação
fica ao sabor dos interesses
corporativos, uma vez que
o CONFEA expediu norma nacional
em 01 de janeiro de 2002,
Resolução nº1000
que em seu Artigo 23 determina
que dentro da hierarquia e
competência do sistema
não cabe aos CREA´s
dos estados dispor sobre atribuições
profissionais, nos seguintes
termos: "Art. 12. É
vedado aos CREA´s dispor
sobre atribuições
profissionais em seus atos
normativos".
A todo instante os profissionais
buscam no seu sindicato apoio
e denunciam o abuso da Câmara
de Agronomia. São anotações
profissionais em desacordo
com a Lei nº 5.524/68
e Decreto Federal nº
90.922/85. São restrições
de toda ordem.
Obrigam ao sindicato entrar
com ações na
justiça para garantir
os direitos dos técnicos
ao exercício profissional.
É fácil à
Câmara de Agronomia
tomar essa ou aquela posição,
mas quem assina é o
Presidente do CREA. E é
sobre este que recai as decisões
da justiça, é
sobre este que recai a ameaça
de ser preso por descumprimento
da ordem judicial.
Com a edição
do Decreto nº 4.560 em
30 de dezembro de 2002 que
alterou parte do Decreto Federal
nº 90.922/85, novamente,
reaparecem as lideranças
negativas, concitando os profissionais
a travarem lutas entre categorias.
Prova dessas ações
eticamente condenáveis
está no uso do cargo
de Coordenador da Câmara
de Agronomia do CREA-RS, engenheiro
agrônomo Marco Antonio
Noguez que enviou e-mail para
as Câmaras de Agronomia
do sistema CONFEA afirmando
que o Decreto nº 4.560/2002
definitivamente acaba com
a profissão do engenheiro
agrônomo.
Temos visitado e acompanhado
vários empreendimentos
agropecuários, e, em
sua maioria, os profissionais
trabalham em conjunto, e por
isso seu sucesso empresarial
se consolida ao natural.
A edição do
Decreto nº 4.560/2002
veio suprir uma lacuna nas
normas legais que regulamentam
o exercício profissional
dos Técnicos Agrícolas.
Desde 1985, quando da regulamentação
da profissão, várias
das atribuições
profissionais explicitadas
deixavam dúvidas de
interpretação.
Por muito tempo as entidades
representativas dos Técnicos
Agrícolas, seus conselheiros
junto aos CREA´s, a
Federação dos
Técnicos Agrícolas
no CONFEA buscaram e buscam
encontrar uma forma de atender
aos dispositivos legais.
Não encontrando tal
entendimento até o
momento, o Presidente da República
do Brasil editou novo decreto
em complementação
ao Decreto Federal nº
90.922/85 esclarecendo as
dúvidas que freqüentemente
constrangia os profissionais
no exercício de suas
atividades técnicas.
Não criou novas atribuições.
Exemplo disso é a emissão
do receituário para
agrotóxicos, onde os
Técnicos Agrícolas
no Rio Grande do Sul vem prescrevendo
a mais de 10 anos, sem que
isto tenha causado danos ambientais
ou à saúde humana.
Se houvesse dúvida
da competência profissional,
as catástrofes estariam
nas manchetes dos jornais,
tv's e rádios.
O CONFEA em documento enviado
ao Ministério da Educação
reafirma a legalidade da Lei
nº 5.524/68 e do Decreto
Federal nº 90.922/85
e suas alterações
decorrentes do novo decreto
nº 4.560/2002. Afirma
que não é por
vontade dos técnicos,
do CONFEA, deste ou daquele
interesse corporativo que
as competências profissionais
foram editadas. Foram frutos
de uma ampla discussão
nacional iniciada em outubro
de 1998, onde foram ouvidos
os empresários, escolas,
conselhos profissionais, Ministério
da Educação,
Ciência e Tenologia,
Agricultura, CNA, CNI, Sindicatos,
Federações e
tantas outras entidades, inclusive
o sistema CONFEA/CREA´s.
Resultado deste esforço
nacional o Conselho Nacional
de Educação
editou a Resolução
nº 04/99-CNE fixando
as competências dos
egressos dos cursos técnicos.
Fica claro que as atribuições
profissionais não são
fixadas pelos CREA´s
e sim pela formação
regrada em Lei. Cabe sim aos
Conselhos fiscalizar o exercício
profissional. Buscar em suas
ações fiscalizadoras
o mau profissional e onde
principalmente não
há profissional legalmente
habilitado. É fácil
fiscalizar onde o profissional
está registrado, pagando
anuidade, recolhendo ART.
Difícil ou não
querer se incomodar é
buscar o leigo, que não
são poucos.
Difícil é buscar
junto às escolas técnicas
e universidades a melhoria
da formação
profissional.
Difícil é encontrar
soluções para
os problemas da formação
tecnológica, do seu
financiamento, da formação
dos docentes.
É por essas razões
e outras que várias
categorias profissionais buscam
criar seus conselhos próprios
de fiscalização
profissional. A última
ou mais recente categoria
a buscar a criação
do seu conselho é a
dos arquitetos. Se continuar
assim o sistema CONFEA/CREA´s
ficará em uma só
categoria profissional.
Por fim, e para que não
se tenha mais dúvida
sobre quais as atividades
profissionais que os Técnicos
Agrícolas podem executar
está o Decreto Federal
nº 90.922/85 com as alterações
complementares do Decreto
nº 4.560/2002.
Ex-secretários
e municípios pioneiros
foram homenageados pela direção
da Ascar-Emater/RS
Caio Rocha recebe
na sede da Emater/RS
os ex-presidentes e
ex-secretários
da Agricultura
Os
48 anos de atividades da extensão
rural oficial no Rio Grande
do Sul foram comemorados no
último dia 2 de junho,
com homenagens em Porto Alegre
e em dezenas de cidades gaúchas.
Em 1955, os agricultores gaúchos
passaram a contar com o apoio
do serviço de extensão
rural a partir da fundação
da Associação
Sulina de Crédito e
Assistência Rural (ASCAR),
e que, desde 1977, apóia
os agricultores juntamente
com a EMATER/RS. Na Capital,
os ex-secretários da
Agricultura e os 11 primeiros
municípios que instalaram
escritórios da ASCAR
no Estado foram homenageados.
Na cerimônia também
foi apresentada a nova missão
da ASCAR-EMATER/RS e um vídeo
institucional.
Em seu discurso, o Secretário
substituto da Agricultura
e Abastecimento e Presidente
da Ascar-Emater/RS, Caio Rocha,
destacou o envolvimento dos
quase 2,4 mil extensionistas
na atuação no
campo e no auxílio
aos agricultores gaúchos.
"Em nossa história,
repassamos orientações,
contribuindo para a melhoria
da produção
e da renda dos produtores
e suas famílias", afirmou.
Rocha também lembrou
dos 11 municípios gaúchos
que, há 48 anos, instalaram
os primeiros escritórios
municipais. São eles
Bento Gonçalves, Cachoeira
do Sul, Canguçu, Estrela,
Lajeado, Montenegro, Pelotas,
Santa Cruz do Sul, São
Lourenço do Sul, São
Sebastião do Caí
e Taquara. O presidente também
falou sobre a importância
da Ascar na realização
de diversos programas e projetos,
como a Operação
Tatu, no início da
década de 70, que mudou
a radiografia da Fronteira
Noroeste, hoje um dos grandes
pólos produtores de
grãos e leite.
"Cumprimento os secretá-rios
da Agricultura e dirigentes
dessa instituição
pela dedicação
e por terem feito com que
o setor agrícola do
Rio Grande do Sul fosse destaque
no País", afirmou.
Alberto Hoffmann, o mais antigo
Secretário da Agricultura
presente e escolhido para
falar em nome do grupo de
ex-secretários, lembrou
o desenvolvimento do Rio Grande
do Sul, destacando a importância
de uma entidade, como a ASCAR-EMATER/RS,
voltada para a orientação
dos agricultores. "O conhe-cimento
foi a porta para que obtivéssemos
o desen-volvimento da produção",
lembrou.
O secretário da Reforma
Agrária e Cooperativismo,
Wulmar Leite, o delegado da
Agricultura no Estado, Francisco
Signor, o presidente da Federação
dos Tra-balhadores na Agricultura
do RS, Ezídio Pinheiro,
e o presidente do Conselho
dos Secretários Municipais
da Agricultura, Clóvis
Schwertner, acompanharam a
solenidade, além de
diversos ex-presidentes da
Ascar-EMATER/RS e representantes
de várias entidades
ligadas ao setor agropecuário.
Ações
da Extensão Rural
A ASCAR-EMATER/RS desenvolve
um conjunto de atividades,
como a assistência técnica
à produção,
o incentivo à organização
rural, desenvolvimento de
programas e projetos para
a agricultura e geração
de emprego e renda, além
de ações que
levem à promoção
da participação
e da inclusão social.
No campo, concretiza-se no
incentivo à produção
agropecuária, à
criação de agroindústrias
e à participação
em formas organizativas. Também
são trabalhos desenvolvidos
pela extensão rural,
a prevenção
de saúde, o saneamento
básico, a melhoria
da alimentação
e da moradia rural. É,
ainda, a responsável
pela implantação
dos principais programas do
governo do Estado voltados
ao setor agropecuário,
como o RS Rural o Pró-Guaíba
e o Pronaf, do governo federal.
Além disso, presta
serviços na área
de classificação
e certificação
de produtos de origem vegetal.
A atuação da
ASCAR-EMATER/RS se desenvolve
em parceria com os governos
municipal, estadual e federal
e organizações
de produtores.
No Rio Grande do Sul, a extensão
rural oficial está
presente em 480 dos 497 municípios.
O público prioritário
são os agricultores
familiares gaúchos.
Em 2002, o número de
famílias atendidas
foi de 220 mil, totalizando
687 mil beneficiários.
Para executar esse trabalho,
a ASCAR-EMATER/RS conta com
um quadro funcional formado
por mais de 2,3 mil pessoas,
entre agrônomos, veterinários,
zootecnistas, técnicos
agrícolas, profissionais
das áreas de ciências
domésticas e sociais,
entre outras.
Ex-secretários
da Agricultura homenageados Alberto Hoffmann, Luciano
Machado, Edgar Irio Simm,
Getúlio Marcantonio,
Balthazar de Bem e Canto,
João de S. Jardim,
Jarbas Pires Machado, José
Alfredo M. da Rocha, Odacir
Klein, Marcos Palombini, Aldo
Pinto da Silva, Carlos Cardinal
de Oliveira, Floriano Barbosa
Isolan, Cezar Augusto Schirmer,
José Hermeto Hoffmann
e Caio Tibério da Rocha.
Desde
o início do ano a diretoria
do SINTARGS está promovendo
uma extensa agenda que tem
como objetivo visitar o maior
número das regionais
da EMATER. Segundo o presidente
da entidade, Carlos Coelho,
é preciso manter estreito
o bom relacionamento com a
empresa que mais emprega Técnicos
Agrícolas no Estado.
"Precisamos levar às
Gerências Regionais
e aos nosso colegas técnicos
nossa mensagem de apoio ao
trabalho por eles realizado
o que, sem dúvida,
beneficia o setor primário
gaúcho", afirma Coelho.
Visita a Gerência
Regional da Emater de
Passo Fundo: Coelho
e o Gerente Adjunto,
Téc. Agr. Alcione
Fontana
Visita a Gerência
Regional de Santa Rosa:
Air dos Santos, Carlos
Coelho e a Diretoria
Regional
Visita a Gerência
Regional da Emater de
Erechim: Reunião
contou com a participação
do Coord. Téc.
Agr. Lovaldo Pivotto
e da Diretoria Regional
A direção
da EMATER/RS foi recebida
na sede do SINTARGS
onde obteve
apoio da entidade para
a busca de recursos
para a extensão
rural
Integrando-se
às demais entidades
que compõem o MOVER
(Movimento de Valorização
da Extensão Rural),
o Sindicato dos Técnicos
Agrícolas do Estado
do Rio Grande do Sul, vem
participando dos Seminários
Regional, Estadual e Nacional,
na busca de recursos para
extensão rural oficial
através das EMATER'S
estaduais.
Os Seminários, com
objetivo de definir claramente
que tipo de Assistência
Técnica e Extensão
Rural queremos, além
da busca de recursos, procura
delinear caminhos para que
a Extensão Rural seja
prioridade no âmbito
dos governos estaduais e federal,
cobrando destes, os recursos
suficientes para o melhor
atendimento dos agricultores
familiares e suas organizações.
Aposentados
podem pedir revisão
do valor dos benefícios
Alertamos aos colegas Técnicos
Agrícolas aposentados
e aposentados em geral, que
por decisão da súmula
número 3 da Turma de
Uniformização
dos Juizados Especiais Federais,
decidiu com o seguinte teor:
"Os benefícios de prestação
continuada, no regime geral
da Previdência Social,
devem ser reajustados com
base no IGP-DI nos anos de
1997, 1999, 2000 e 2001".
Na decisão a Turma
entendeu que os benefícios
deveriam ser reajustados nos
meses de junho/97 (9,97%),
junho/99 (7,91%), junho/2000
(14,19%) e junho/2001 (10,91%).
Como os benefícios
haviam sido corrigidos pelo
INPC, houve uma defasagem
do valor acumulado, causando
uma perda substancial nas
aposentadorias que dependendo
da época da concessão
pode chegar a 32,6%.
O SINTARGS, atento aos interesses
da categoria, coloca à
disposição sua
assessoria jurídica,
para buscar na Justiça
estas diferenças.
Fone 51 3231 9932. Voltar
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Contribuições
Sindicais
A
legislação brasileira
consolidou as seguintes contribuições:
1.Contribuição
Confederativa:
Previsão legal, Constituição
Federal/88.
Art. 8º inciso IV.
Fixada pela assembléia
geral.
Periodicidade: anual, mensal,
ou segmentada.
Quem paga: todos os sócios.
No SINTARGS; 1% limitado a
R$ 12,00 mensais.
2.Imposto Sindical.
Previsão legal, Cons.
Leis do Trabalho.
Art. 600 da CLT.
A Lei manda cobrar um dia
de trabalho.
Periodicidade: uma vez /ano
-28 fevereiro/empregados.
-30 mar/ autônomo.
Quem paga: todos independente
de empresa ou profissão.
3.Desconto Assistencial de
Dissídio:
Previsão legal, Consolidação
das Leis do Trabalho.
Art. 513, alínea "e".
Fixada pela assembléia
de dissídio da categoria.
Periodicidade: sempre no acordo
/dissídio.
Quem paga: todos os Técnicos
Agrícolas beneficiados
pelo acordo. Voltar
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SINTARGS
na EXPODIRETO
A
Feira reuniu 122 mil pessoas
e movimentou 200 milhões
em negócios.
Ao participar da abertura
oficial da 4º Expodireto
Cotrijal, realizada em Não
Me Toque de 17 a 21 de março,
o presidente do Sindicato
dos Técnicos Agrícolas,
Carlos Coelho pode comprovar
a consolidação
entre as maiores e mais bem
organizadas feiras de tecnologia
e negócios. Coelho
louvou o papel desempenhado
pela Cotrijal no desenvolvimento
regional e, especialmente,
a realização
da Expodireto Cotrijal que
já se afirma como um
dos maiores, senão
o maior evento do gênero
da área do Mercosul.
O volume de negócios,
que é um dos termômetros
de sucesso de um evento desta
natureza, ultrapassou os R$
200 milhões, 100% acima
da previsão inicial
de R$ 100 milhões.
No ano anterior as vendas
já haviam sido consideradas
boas quando chegaram a R$
80 milhões. O público
também superou as expectativas
chegando a mais de 122 mil
pessoas.
O sucesso da EXPODIRETO 2003,
na avaliação
do presidente da Cotrijal,
Nei Mânica se deve às
inovações e
melhorias feitas no parque,
aumento do período
de quatro para cinco dias;
aos novos produtos e tecnologia
apresentados pelos expositores,
aliados aos preços
promocionais e ao Fórum
Nacional da Soja.
A próxima EXPODIRETO
acontecerá de 15 a
19 de março de 2004.
Voltar
ao topo
Soja
Transgênica
A
safra de soja deste ano deve
ser recorde e vai render milhões
de reais em divisa para o
Estado e produtores. A questão
da transgenia que polemizou
a discussão entre produtores
e governo ganhou um aliado.
O SINTARGS se posicionou desde
o início favoravelmente
à pesquisa. A entidade
participou de fóruns
que discutiram a situação
da atual safra e enviou correspondência
ao Ministro da Agricultura
para que o Rio Grande do Sul
não fosse prejudicado.
A soja, segundo o presidente
do SINTARGS, Carlos Coelho,
renderá ao Rio Grande
do Sul dois bilhões
de dólares, que corresponde
a 12% do PIB do Estado. No
ano passado, a safra foi de
seis milhões de toneladas.
Este ano será de 8,5
milhões no Rio Grande
do Sul e 50 milhões
em todo o Brasil.
Neste ano, 80% da safra de
soja está sendo para
a exportação
e o restante comercializada
pelas indústrias de
óleo, avicultura e
suinocultura.
A safra mundial de soja transgênica
é de 51% e ela cresce
na ordem de 20 % ao ano.
"A transgenia traz benefícios
à economia e ao meio-ambiente,
o rendimento é maior
em um espaço de terra
menor e, com isso, a biodiversidade
é protegida se confirmado
a não incidência
de efeitos colaterais malignos
à população,
não há como
retroceder", afirmou o presidente
do Sindicato. Nos dias 30
de março e 1º
de abril o SINTARGS participou
do 1º Fórum Nacional
da Soja Transgênica,
no município gaúcho
de Ibirubá. Voltar
ao topo
PLANOS
DE SAÚDE UNIMED, HOTEL
DE TRÂNSITO, EMPRÉSTIMO
DA CEF, RECEITUÁRIO
AGRÍCOLA E ECOLÓGICO,
ADVOGADO E MUITO MAIS
Os
Técnicos Agrícolas
e suas atribuEstas são
algumas vantagens do sócio
do SINTARGS.
O
SINTARGS coloca à disposição
dos associados vários
serviços. Além
de beneficiar aos associados
estes benefícios podem
ser úteis aos filhos
e familiares.
O
SINTARGS OFERECE:
- Plano de Saúde da
UNIMED (solicite tabela de
preços);
- O único representante
da categoria em dissídio
ou convenção
coletiva de trabalho junto
às empresas Públicas
e privadas;
- Assistência Jurídica
para todos os filiados, inclusive
ações de recuperação
do FGTS, aposentadoria do
INSS (é só telefonar);
- Hotel de Trânsito,
em Porto Alegre junto a AFUSA,
ao lado da EMATER (pode fazer
a reserva pelo nosso telefone);
- Empréstimo junto
a Caixa Econômica Federal
pelo convênio CEF/CREA/SINTARGS;
- Blocos de Receituário
Agrícola e Agroecológico,
bem mais acessíveis.
Temos os blocos comuns (que
necessitam de carbono) e agora
os autocopiativos;
- Serviço de acompanhamento
e assessoria, que orienta
e defende os Técnicos
Agrícolas nos processos
em andamento junto ao CREA;
- Manutenção
da Legislação
Profissional, que vem cada
vez mais sendo contestada
pelo CREA;
- Mantemos um banco de empregos
com oportunidades à
colegas e empresas;
- Estamos sempre informados
sobre concursos para técnicos
através da Internet,
informando aos associados
sempre que solicitado.
- Vitória junto ao
Superior Tribunal de Justiça
com direito a todos os técnicos
de emitirem Receituário
Agrícola, bem como
se responsabilizarem por casas
agropecuárias;
- O SINTARGS conquistou mais
uma vitória contra
o CREA, que se refere ao direito
de elaborar Projetos de Crédito
Rural.
- Para se ter idéia,
na guia de ART-Anotação
de Responsabilidade Técnica
(manual ou informatizada),
o colega pode perceber que
a única entidade representativa
dos Técnicos constante
da relação do
CREA é o SINTARGS,
com o CODIGO 102.
Colega, fortaleça-se
junto com o seu Sindicato.
Solicite sua ficha de sócio,
atualize seus dados. E só
telefonar para 51 32319932.
O
colega Helio L. Musskopf,
diretor da área de
Cooperativismo do SINTARGS,
visitou recentemente uma série
de Escolas Técnicas
Agrícolas num roteiro
especialmente elaborado pela
direção do Sindicato.
Hélio fez palestras
e contatos nas escolas de
Carazinho, Bom Progresso,
Três de Maio, Santa
Rosa, Guarani das Missões,
São Luiz Gonzaga, Santo
Antônio das Missões,
Encruzilhada (Maçambará),
Santa Maria, Alegrete, Teutônia,
São Luiz Gonzaga e
Nova Petrópolis.
A direção do
SINTARGS agradece publicamente
aos Professores e Alunos pela
atenção com
que receberam o representante
da categoria.
Alunos
técnicos salvam sanga
A
Escola Estadual Técnica
Agrícola de Carazinho
e Érico Veríssimo,
em conjunto com a Associação
dos Amigos do Meio Ambiente
- AMA, desenvolverão
um trabalho de educação
ambiental através de
um projeto integrado, teórico-prático
de reflorestamento, restaurando
a mata ciliar da Sanga Gomes
Carneiro através do
repovoamento com essências
nativas.
A Sanga Gomes Carneiro está
localizada na área
da Escola Técnica Agrícola
de Carazinho, pertence à
Bacia Hidrográfica
do Guaíba, deságua
no Rio Glória, seguindo
rumo ao Rio Jacuí para,
finalmente chegar ao Guaíba.
O Projeto teve na coordenação
técnica os Professores
e Técnicos Waner Sanches
Barreto e Sônia Delavy
da Luz.
A
suinocultura no Brasil está
presente em 46,5% das 5,8
milhões de propriedades.
No Rio Grande do Sul existem
atualmente cerca de 4 milhões
de cabeças que produzem
20 milhões de toneladas
de Nitrogênio (N) e
7 milhões de toneladas
de Fósforo (P).
Diante desta situação
temos que encontrar um modo
de manejo apropriado para
os dejetos.
Com esse compromisso nós
decidimos pela implantação
do Projeto "depp bedding",
conhecido como Cama Sobreposta,
na nossa Escola.
Diminuímos os riscos
de poluição
superficial e subterrânea,
em função dos
custos de armazenamento, transporte,
tratamento e de utilização
na agricultura. Estamos nos
utilizando de velhas instalações
de galpões, aviários
em desuso, nos quais colocamos
uma camada de 40 a 60 centímetros
de material biodegradável
como, casca de arroz, maravalha,
serragem, etc.
Os dejetos sofrem uma compostagem
dentro da edificação,
reduzindo os riscos de poluição
ambiental. Além de
constituir-se numa alternativa
agroecológica, este
sistema aumenta sua valorização
agronômica e portanto,
acreditamos que seja uma alternativa
para pequenos e médios
suinocultores continuarem
produzindo e minimizando o
impacto ambiental.
VANTAGENS
O aproveitamento da cama para
uso agrícola (adubo
orgânico), baixo custo
de investimento em instalações,
diminuição no
consumo de água, diminuição
da mão de obra, redução
de moscas e odores, evitamos
o estresse dos animais, e
temos um melhor atendimento
à legislação
ambiental.
CONCLUSÃO
O baixo custo de investimentos
e a boa aceitação
do criador moderno fazem da
cama sobreposta uma ótima
alternativa para a produção
de suínos, reduzindo
a poluição ambiental
e classificando-a como "produção
verde". Apesar disso, não
podemos pensar que este é
o único sistema de
tratamento que vai solucionar
todos os problemas, mas é
certamente, uma boa opção
que se tem na atualidade.
Alunos:
Magno Rodrigo Moreira, Álvaro
B. L. Santos, Ariéli
C. Dalla Corte, Bruno C. Tonetto
e Raphael F. Pinheiro;
Professores orientadores:
Neventon U. M. de Carvalho
e Dr. Diniz Fronza.
Colégio Agrícola
de Santa Maria - RS - UFSM-RS.
O
cultivo da maçã
ecológica foi implantado
em 1985, no município
de Ipê - RS. O projeto
foi proposto pelo Dr. Sebastião
Pinheiro e executado pelo
Técnico Agrícola
e associado do SINTARGS, Delvino
Magro. As
maçãs foram
tratadas com as caldas clássicas,
bordalesa e sulfocálcica.
Na época, Magro desenvolveu
e testou com sucesso, hoje
largamente consagrado Super
Magro, nome oficializado em
homenagem ao seu criador.
O produto lhe gerou um reconhecimento
internacional através
da Câmara de Comércio
Internacional Brasil-Alemanha,
conferindo-lhe o Prêmio
"Von Martkios", divulgado
no programa Globo Rural de
19.03.95. Isso lhe gerou 10
mil cartas de consultas! Uma
bela dica para os nossos órgãos
de pesquisa, EMBRAPA, FEPAGRO,
EMATER-RS, implantarem oficialmente
este programa de sucesso no
campo através do uso
do Super Magro.
Em
visita a esta Escola tivemos
o prazer de conhecer o Projeto
FRENTE RURAL, que através
da integração
de idéias, ideais,
forças e ações
realizadas entre praticamente
todas as entidades locais,
está alcançando
seus objetivos com sucesso.
Diretor
e Técnico Agrícola,
João Rigon
O
idealizador é o Técnico
Agrícola Teófilo
Szymanski, enquanto que seus
organizadores são basicamente
a Escola Estadual Técnica
Guaramano, a Secretaria Municipal
da Agricultura e Meio Ambiente
e a Emater.
O Projeto visa o desenvolvimento
rural do município
e dos seus produtores rurais,
bem como a valorização,
a aproximação
e estímulo às
famílias rurais. Iniciado
em junho de 1999, busca especialmente
os pais dos alunos da Escola.
Na mobilização
atuam mais de 30 Técnicos,
lideranças e alunos
da Escola Guaramano que visitam,
orientam e acompanham o planejamento
da administração
e os melhoramentos nas propriedades
rurais.
TA - Diretor Professor João
Rigon, por qual razão
especial a Escola se envolveu
com este Projeto?
R - "Em virtude da carência
de Técnicos, veículos
e equipamentos para manter
uma constante aproximação
para assistência e acompanhamento
na melhoria do nível
de vida das famílias
rurais, nós estamos
buscando manter as famílias
em seu meio, apesar de estarem
desmotivadas e descapitalizadas
e de serem carentes de conhecimentos
tecnológicos. Por outro
lado, os formandos Técnicos
em Agropecuária, assim,
podem também concluir
seu curso aperfeiçoando
a prática e o contato
com o meio rural. E além
de tudo isso, conseguimos
assim mobilizar todo o quadro
técnico e material
por períodos pré
determinados para esta atividade
direcionada ao projeto FRENTE
RURAL."
TA - Quantas famílias
o Projeto visa atingir professor
Rigon?
R - O nosso objetivo é
atingir no mínimo mais
100 famílias a cada
ano, levando-lhes valorização
e aumento de renda. É
a forma que encontramos para
profissionalizar racionalmente
as nossa propriedades rurais,
orientando a utilização
delas de forma racional, integrando
lavoura, criação,
propriedade, meio ambiente
e uso adequado da mão
de obra existente, com resultados
bem melhores.
TA - E qual é o objetivo
maior por detrás disso
tudo, Diretor?
R - A divulgação
dos bons resultados deverá
motivar a imprensa, as lideranças
e escolas a difundirem esta
iniciativa e que sejam criadas
outras FRENTES RURAIS semelhantes,
em nossa região, no
estado e no país".
Que o exemplo da Escola Estadual
Técnica Guaramano faça-se
Escola para todos os que tiverem
boa vontade e algum ideal
na vida. Parabéns e,
nós voltaremos ao assunto,
Diretor.
Dezenas
de Técnicos Agrícolas
já administram municípios
e atuam como vereadores. Neste
governo um grande número
de profissionais, a maioria
membros da diretoria do SINTARGS,
passaram a ocupar cargos de
confiança no novo governo
estadual. Conheça alguns
deles e o que fazem:
Helio
L. Musskopf
(Diretor do SINTARGS)
Técnico Agrícola
formado pela Escola
Técnica de Teutonia.
Assumiu a Superintendência
da Fundação
para o Desenvolvimento
da Juventude Rural do
Estado do Rio Grande
do Sul - FUNDAJUR, apoiada
pela EMATER/ASCAR, Secretaria
da Agricultura e Abastecimento,
além de outras
entidades mantenedoras.
Esta Fundação
tem por objetivo congregar
a Juventude Rural, buscar
recursos para o desenvolvimento
de suas atividades esportivas,
técnicas e culturais,
visando o seu fortalecimento,
crescimento e a sua
permanência no
campo, profissionalizando
a nossa agropecuária
e formando novas lideranças.
Alcione
Fontana
Técnico Agrícola,
formado pela Escola
Agrotécnica Federal
de Sertão em
1970. Funcionário
da ASCAR/EMATER-RS desde
1981. Atuou no escritório
municipal de São
Valentin, onde ocupou
o cargo de chefe de
escritório, vereador
e ex-coordenador da
Casa de Agricultura.
Atualmente exerce o
cargo de Gerente Adjunto
no Escritório
Regional de Passo Fundo.
Dirceu
José Boniatti
(Diretor do SINTARGS)
Técnico Agrícola,
formado pela Escola
Agrotécnica Federal
de Bento Gonçalves
em 1980. Funcionário
da Secretaria da Agricultura
e Abastecimento, fundador
do SINTARGS de fato,
ex-presidente do SINTARGS,
ex-Chefe de Gabinete
da SAA no Governo Simon,
ex-chefe de Gabinete
da Delegacia Federal
de Agricultura e Pecuária
do RS. Foi assessor
da Casa Civil no Governo
de Antônio Britto.
Atualmente é
Coordenador da Assessoria
Jurídica da SAA
e Vice-Presidente do
Sindicato dos Técnicos
Agrícolas do
Estado do RGS.
Luiz
Roberto D. Rech
(Diretor do SINTARGS)
Técnico Agrícola,
formado na Escola Agrícola
de São Leopoldo.
Natural de Osório.
Jornalista e Radiestesista.
Assessor Parlamentar
na Assembléia
Legislativa no Gabinete
do Deputado Giovani
Cherini. Coordenou a
Comissão Especial
do Cooperativismo e
é Secretário
Executivo da Frente
Parlamentar de Apoio
ao Cooperativismo da
Assembléia Legislativa.
Membro da Associação
Brasileira de Consultores
Políticos e autor
de vários livros
na área. Coordenou
a Comissão de
Agricultura, Pecuária
e Cooperativismo da
AL e assessorou outras
quatro Comissões
Permanentes.
Edegar
da Silva
(Diretor do SINTARGS)
Técnico Agrícola
formado pela Escola
Técnica de Agricultura
de Viamão em
1971. Coordenador da
CEPA - Coordenadoria
Estadual de Planejamento
Agrícola da Secretaria
da Agricultura do Estado
do Rio Grande do Sul.
Jornalista e ex-presidente
da ATARGS. Foi secretário
da Federação
Nacional das Associações
de Técnicos Agrícolas
por duas gestões
e um dos principais
líderes da campanha
da regulamentação
da profissão.
Foi Vereador, Secretário
Municipal por várias
vezes e na própria
Secretaria da Agricultura
do Estado desempenhou
as funções
de Chefe de Gabinete
e Secretário
Substituto.
Jorge
Luiz Siebert
Natural de Sobradinho,
Técnico em Agropecuária,
formado no Colégio
Agrícola Daniel
de Oliveira Paiva (CADOP)
no município
de Cachoeirinha em 1979.
Ingressou na EMATER
em 1981 (Projetão),
iniciou as atividades
no município
de Rodeio Bonito. Em
1985 foi transferido
para Tapejara, onde
ocupou cargos importantes
como: Chefe de Escritório
da EMATER, Presidente
da Câmara Júnior,
Secretário Municipal
da Agricultura e Meio
Ambiente. Assessorou
o Gabinete da Presidência
da EMATER em 1997 e
a Secretaria da Agricultura
do Estado em 1998. Elegeu-se
vereador em 2000. Trabalhou
ainda em Água
Santa, de 1999 a 2002.
Atualmente ocupa a função
de Chefe de Gabinete
da EMATER e representa
e assiste o Secretário
Executivo e Adjuntos
por delegação
ou quando solicitado.
Iberê
Mesquita Orsi
Técnico Agrícola
formado pelo Colégio
Agrícola de Camboriú-SC.
Fundador da ATASC e
ex-funcionário
da ACARESC. Secretário
da Agricultura do município
de Vacaria por 06 anos
e atual Diretor da Agricultura
Familiar do Governo
do Estado do Rio Grande
do Sul. Também
é o Secretário
Executivo do Pronaf
e Feaper. Coordenador
dos Programas de Agroindústria
e Seguro Agrícola
da Secretaria Estadual
da Agricultura e Abastecimento.
O fortalecimento da
Agricultura Familiar
está em muito
na instrumentalização
dos Programas do Feaper,
agroindústrias,
seguro agrícola
e do Pronaf com bom
gerenciamento e a alocação
de recursos diretamente
aos agricultores, sempre
avalizados pela assistência
técnica.
Aldo
Alberto Fossá
Técnico Agrícola,
formado em 1970 pelo
Colégio Agrícola
Bom Pastor. Em 1980
formou-se em Pedagogia.
Iniciou sua vida profissional
em 1971 como técnico
da FETAG. Ingressou
na ASCAR/EMATER-RS em
1987, no escritório
municipal de Santa Maria.
É sócio
fundador da ASAE e foi
delegado sindical pelo
SEMAPI. Presidiu a ASAE
por dois mandatos consecutivos
de 1998 a 2002.
Hoje, é Gerente
da Divisão de
Comunicação
da ASCAR/EMATER-RS.
Lovaldo
Pívotto
Técnico Agrícola,
formado em julho de
1978 no Colégio
Agrícola Daniel
de Oliveira Paiva -
Cachoeirinha - RS. Em
1981 ingressou na EMATER.
Neste Governo, assumiu
a chefia do Centro de
Treinamentos de Erechim,
com a incumbência
de estruturar e viabilizar
o Centro, e fazer com
que o mesmo seja reutilizado
para a profissionalização
de agricultores, finalidade
para a qual foi criado
no ano de 1996.
Arceli
da Silveira
(Diretor do SINTARGS)
Natural de Arroio do
Tigre, Técnico
Agrícola, formado
pelo Colégio
Visconde de São
Leopoldo em 1990. Funcionário
da Secretaria Estadual
da Agricultura e Abastecimento,
prestando assessoria
técnica à
Diretoria Geral. Diretor
do SINTARGS.
João
Wanderlei Pereira
Técnico Agrícola,
formado na Escola Agrotécnica
Federal de Alegrete,
em 1974. Funcionário
da ASCAR/ EMATER-RS
desde 1978 via convênio
de assistência
técnica da FETAG
e Secretaria da Agricultura
e Abastecimento. Hoje
atua como Gerente da
Divisão de Serviços
de Classificação
e Certificação
da EMATER-RS.