
Ano V - nº 16 - Agosto
/ Setembro 2004
EXPOINTER 2004
A
27ª Edição
da Expointer, que ocorre de
28 de agosto a 5 de setembro,
no Parque de Exposições
Assis Brasil, em Esteio, está
projetada pelo Goveno do Rio
Grande do Sul como o maior volume
de negócios e melhor
em organização
e infra-estrutura de toda história
da Feira. A Casa do Técnico
Agrícola também
está projetada para receber
um público ainda maior
em relação há
anos anteriores. O local foi
remodelado e ampliado para trazer
mais conforto aos profissionais,
estudantes e visitantes que,
tradicionalmente visitam o espaço
destinado aos Técnicos
Agrícolas na Expointer.
Maiores
informações, ligue
para o SINTARGS.
Telefone
(0xx51) 3231.9932
Técnicos
Agrícolas realizam
Encontro no Agroshow
 |
| O
Dep. Paulo Pimenta (D)
foi um dos painelistas
do evento promovido pelo
SINTARGS |
O
Agroshow 2004 superou todas
as expectativas dos Técnicos
Agrícolas e da coordenação
do evento em termos de resultados.
Cerca de 40 mil pessoas visitaram
o Centro de Eventos de Nova
Petrópolis de 24 a
27 de junho.
|
|
|
|
|
Um
dos grandes momentos do
Agroshow
|
Promovido
pela Emater, Cooperativa Piá
e Prefeitura de Nova Petrópolis,
o evento teve em sua programação
o 1º Encontro Estadual
dos Técnicos Agrícolas
no Agroshow sendo responsável
pela programação
de mais de uma dezena de palestrantes
como deputados, professores,
dirigentes públicos,
cooperativistas e técnicos
agrícolas. "O foco
do Encontro dos Técnicos
Agrícolas no Agroshow
foi o profissional e o ensino
técnico" diz o presidente
do Sindicato dos Técnicos
Agrícolas, Carlos Dinarte
Coelho.
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Informação
O
SINTARGS solicitou a reimpressão
dos Folders contendo informações
sobre a entidade e a atuação
profissional da categoria. A
demanda é muito grande
nas escolas agrícolas.
Colônia
de Férias
O
SINTARGS está fazendo
um grande esforço para
oferecer mais lazer aos seus
associados. Até 2005
deverá ser firmado o
convênio que possibilitará
a todos usufruírem da
Colônia de Férias
em Tramandai.
Hotel
de Trânsito
Os
Técnicos Agrícolas
que viajam a Porto Alegre não
precisam se preocupar com hotéis
caros, como Umbu, Continental
etc. O SINTARGS renovou o convênio
com o Hotel de Trânsito
da AFUSA que, recentemente,
foi totalmente reformado.
Mais
técnicos na EMATER
O
presidente da Emater, Eng°
Agr° Caio Rocha disse,
na sede do SINTARGS que a empresa
necessita de mais de 120 Técnicos
Agrícolas para atender
a demanda no Estado. Pelo que
conhecemos do Caio, se depender
dele, em breve teremos mais
profissionais técnicos
atuando na empresa. Vale dizer,
que na sua gestão, os
técnicos tem sido reconhecidos.
Muitos exercem cargos de chefia.
Casa
do Técnico Agrícola
Na
Expointer 2004 a Casa do Técnico
Agrícola é atração.
São esperados mais de
2 mil visitantes. Remodelada
e ampliada, a Casa contará
com uma área externa
o que dará mais conforto
aos profissionais, estudantes,
empresários, políticos
e produtores rurais que tradicionalmente
visitam o local.
Técnicos
na Política
O
SINTARGS fez um levantamento
parcial dos candidatos técnicos
a prefeito e vereador. Estima-se
que mais de 150 colegas participam
do pleito neste ano. Vale dizer
que muitos colegas ocupam cargos
como deputados, prefeitos, vice-prefeitos
e vereadores.
Agroshow
I
Mais
de 250 técnicos da Emater
e da Cooperativa Piá
envolveram-se na organização
do evento e no atendimento ao
público, prestando orientações
e demonstrações
práticas nas dinâmicas.
Os
organizadores calculam que em
torno de 150 excursões,
de 120 municípios gaúchos
participaram da Agroshow.
Agroshow
II
A
novidade neste ano foi a realização
do Iº Encontro Estadual
dos Técnicos Agrícolas
no Agroshow. Mais de 600 pessoas
participaram deste evento promovido
em parceria com a Cooperativa
Piá. Várias autoridades
prestigiaram o encontro. Entre
elas, podemos citar os Deputados
e técnicos agrícolas
Paulo Pimenta e Giovani Cherini,
presidente da Emater Eng.º
Agrícola Caio Rocha,
presidente da OCERGS, Vicente
Bogo, presidente da Agptea Fritz
Roloff e o Superintendente da
Suepro, Martim Barboza.
Agroshow
III
A
parceria está selada.
Depois da realização
do Agroshow, o SINTARGS reuniu
a diretoria para fazer uma avaliação
do evento. O presidente da Cooperativa
Piá, Vitor fez questão
de participar da reunião.
O Técnico Agrícola
Fabio Guaragni, funcionário
da Piá, também
esteve presente. Guaragni foi
homenageado pelo sindicato.
Página
do SINTARGS
O
número de visitantes
da página do SINTARGS
bate recorde a cada mês.
Em julho computamos mais de
6 mil visitas. A página
foi reformulada e pode ser acessada
de duas maneiras: www.sintargs.com.br
ou www.tecnicoagricola.com.br
SAÚDE
O
saúde devia estar ao
alcance de todos. Infelizmente
não está. Pensando
nisso, o SINTARGS dispõe
do Plano de Saúde UNIMED.
Fuja
do Aluguel CONVÊNIO SINTARGS
E CAIXA ECONÔMICA FEDERAL
O
SINTARGS está mantendo
tratativas para formalização
de convênio com a Caixa
Econômica Federal para
concessão de crédito
imobiliário compreendendo
linhas de aquisição
de imóvel novo e usado,
construção e material
de construção,
reforma e ampliação,
bem como, para o Programa de
Geração de Emprego
e Renda - PROGER, viabilizando
capital de giro e recursos para
aquisição de bens
e equipamentos necessários
ao exercício da atividade
de Técnico Agrícola.
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CARTAS
*
Senhor Presidente
Agradeço
o envio de sua carta e das observações
nela manifestadas, que representam
uma contribuição
muito importante para o debate
relativo à Reforma Sindical.
Receba
meu fraternal abraço,
extensivo aos demais compenheiros
do Sindicato dos Técnicos
Agrícolas de Nível
Médio do Estado do Rio
Grande o Sul.
Paulo
Paim - Senador
*
Senhor Presidente
Sou
Técnico Agrícola
formado na Escola Agrícola
de Guaporé em 2003.
Estou
escrevendo para pedir informações
a respeito da associação
junto ao SINTARGS que, com certeza,
vai me auxiliar muito na minha
vida profissional.
Ademir
Giongo Soledade
Senhor
Presidente
*
O Agroshow/2004 superou todas
as expectativas. Queremos manifestar
a essa entidade nossos efusivos
agradecimentos pela importante
atividade desenvolvida durante
o evento.
Aguardamos
com ansiedade o próximo
Agroshow e gostaríamos
que pudéssemos contar
com o apoio novamente desta
maravilhosa organização
representativa.
José
Mário Hansen
Superintendente
Piá
*
Senhor Presidente
Venho
por meio deste, informar a tramitação
do projeto de Lei n° 2.875/04,
de minha autoria, que fixa aos
Técnicos Agrícolas,
renu-meração mínima
do valor equivalente a 60% atribuído
aos profissionais de Engenharia,
Química, Arquitetura,
Agronomia e Veterinária.
Cabe ressaltar que o referido
Projeto tramita junto a Comissão
de Trabalho, de Administração
e Serviço Público,
na qual foi designado relator
o Dep. Cláudio Magrão.
Paulo
Pimenta
Deputado
Federal
*Ao
cumprimentar os amigos e Técnicos
Agrícolas associados
ao Sindicato dos Técnicos
Agrícolas estou enviando
nossos informativos técnicos
para seu bom uso e aproveitamento,
colocando-nos à sua disposição
para maiores informações.
Diretoria
Cooplantio
Mande
suas dúvidas, sugestões
ou comentários para a
Sessão de Cartas do Técnico
Agrícola, para: E-mail:
sintargs@sintargs.com.br,
sintargs@terra.com.br , tecnicoagricola@terra.com.br
Endereço:
Rua Botafogo, 1021/S-01 Menino
Deus (ao lado da Emater) 90150-053
Porto Alegre/RS
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EDITORIAL
O
porquê do Conselho de
Fiscalização Profissional
Por
muitos anos, os Técnicos
Agrícolas têm lutado
para ter seu próprio
Conselho de Fiscalização
Profissional e todos tem conhecimento
deste fato.
Nos
últimos dias estamos
acompanhando o debate sobre
a criação do Conselho
de Fiscalização
Profissional dos Jornalistas
e das possíveis repercussões
na vida dos brasileiros.
É
justa a luta dos jornalistas
por um órgão que
discipline a ética dos
profissionais e disso somos
plenamente favoráveis.
Mas
é muito difícil
para nós, membros de
uma categoria profissional tão
discriminada dentro do CONFEA/CREAs,
um conselho multiprofissional
que se alimenta da briga entre
as diversas categorias. Apesar
do esforço de um ou outro
dirigente deste sistema a discriminação
aos técnicos é
evidente.
São
dezenas de projetos de lei tramitando
no Congresso Nacional para criação
de conselhos profissionais ou
modificação institucional
destes.
Isto
tudo nos faz refletir muito
sobre o verdadeiro papel dos
Conselhos
de Fiscalização
Profissional no Brasil.
Qual
o verdadeiro papel destas instituições?
Por
que o governo deve ter sob sua
tutela essas instituições?
São
instituições cor-porativas
estatais que se confundem com
os sindicatos?
Este
é o dilema do Governo
Federal. E, por isto que nos
atrevemos a propor e enriquecer
o debate com as seguintes formulações:
-
Todas as profissões regulamentadas
por Lei devem ter seu órgão
próprio de fiscalização
profissional;
-
fim dos Conselhos Multiprofissionais
de Fiscalização;
-
formulação de
uma Lei Geral de Fiscalização
das Profissões Regulamentadas;
-
que sejam delegadas as funções
de fiscalização
da profissão para as
entidades sindicais próprias.
São
algumas sugestões que
afastaria o poder de intervenção
do Governo sobre a atuação
profissional das diversas categorias.
Diminuirá a carga tributária
sobre os profissionais, serviços
e empresas, ficando os sindicatos
como interlocutores da vontade
e das responsabilidades das
categorias.
A
elaboração de
uma Lei Geral para disciplinar
todas as profissões regulamentadas
reduzirá os casuísmos
da criação destes
órgãos.
Cada
profissão tem Lei própria
de criação e regulamentação
e é essa norma que rege
as atribuições
profissionais juntamente com
a formação.
Enfim,
é importante o papel
fiscalizador da ética
dos profissionais. Não
temos dúvida de que na
década de trinta, quando
foram idealizados, tinham os
melhores ideais, mas é
imprescindível modernizar
essas estruturas, sob o controle
dos próprios profissionais.
Pela
liberdade constitucional do
exercício profissional.
Carlos
Coelho Presidente do SINTARGS
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Técnico
Agrícola terá
salário mínimo
profissional
Projeto
de Lei sugerido pelo SINTARGS
foi acolhido pelo Deputado Federal
Paulo Pimenta
Por
sugestão do Sindicato
dos Técnicos Agrícolas
- SINTARGS, o deputado Paulo
Pimenta apresentou o Projeto
de Lei nº 2875 que altera
a Lei n° 4950/66 que fixa
o salário dos engenheiros
em 8 salários mínimos.
De acordo com a proposta de
Pimenta os técnicos agrícolas
passarão a ganhar 60%
do piso dos profissionais da
engenharia.
Para
o presidente do SINTARGS, Carlos
Coelho, o projeto do Deputado
Pimenta tem por objetivo desfazer
uma injustiça contra
a categoria dos Técnicos
Agrícolas. "A Lei
que se pretende alterar, dispõe
sobre o piso salarial dos engenheiros
e outros profissionais de nível
superior. Modificada, será
determinante na valorização
da categoria". Para Coelho,
é indispensável
que exista uma regulamentação
legal que proteja os Técnicos
Agrícolas.
Para
a Lei ser aprovada é
necessário que a categoria
se mobilize, alerta o vice-presidente
do SINTARGS, Air Nunes dos Santos.
Air, que também é
presidente da Intersindical,
diz que o projeto ora apresentado
vem assegurar também
aos Técnicos Agrícolas
a percepção de
uma salário digno, condizente
com as suas reais atribuições
profissionais, uma vez que eles
atuam em conjunto com as demais
categorias da área de
agronomia, visando, precipuamente,
o desenvolvimento de nossa agricultura.
Parceria
- A luta pela conquista do Piso
Salarial da Categoria está
recebendo importantes adesões.
Além do deputado Pimenta,
a entidade buscará apoio
de outras lideranças
que possam contribuir na aprovação
da proposta. Convertida em lei,
irá assegurar melhores
condições de vida
a milhares de colegas técnicos
e mais motivação
aos estudantes das escolas técnicas.
SINTARGS
ajuíza ação
de revisão de Convenção
Coletiva
Após
esgotadas as negociações
com a patronal SESCON, o SINTARGS
optou por ajuizar ação
de revisão da convenção
coletiva 2003 na justiça
do Trabalho: não tendo
havido clareza quanto ao reconhecimento
da inflação do
período revisando, não
restou outra alternativa ao
sindicato senão ajuizar
a ação revisional,
de outro modo poderá
ainda ser objeto de negociação
em setembro, caso até
esta data o dissídio
não venha a ser julgado
pelo TRT. As demais cláusulas
sociais foram concedidas pelas
empresas, embora em índices
inferiores a inflação
do período, resultando
em provável débito
trabalhista, caso o tribunal
venha a julgar.
São benefícios
concedidos;
1.
reajuste do vale alimentação
de R$ 8,90 para R$ 10,30. Na
prática um incremento
entre R$ 25,20 a R$ 30,80 por
mês, sendo descontado
os 2% previstos em Lei direto
no valor do vale e antecipando
o desconto legal em 30 dias.
A retroatividade do vale paga
em julho de 2004;
2. reajustar
o auxílio creche de R$
104,97 para R$ 121,00, somente
para aqueles empregados que
têm filhos com menos de
7 anos.
A
expectativa é de que
o Tribunal venha a julgar o
Dissídio antes da data
marcada pelo SESCON, 3 de de
setembro, para aprtesentar proposta
salarial.
Perdas
Salariais
O tempo passa, os governos
passam, as empresas ficam,
os trabalhadores ficam e neste
tempo os salários ficam
corroídos .Os Sindicatos
tem lutado para manter o nível
salarial nas empresas e fundações
vinculadas ao governo mas
a história prova que
continuamos a perder para
a inflação.
É necessário
dar continuidade a luta e
para isto todos devem estar
informados sobreas promessas
de campanha e o que efetivamente
recebemos. Veja no quadro
abaixo as últimas reposições
salariais que os governos
concederam aos trabalhadores
das fundações
e empresas vinculadas ao Estado.
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PROJETO
DE LEI Nº 2875, DE 2004
"Modifica
a Lei nº 4.950-A, de
22 de abril de 1966, que "dispõe
sobre a remuneração
de profissionais diplomados
em Engenharia, Química,
Arquitetura, Agronomia e Veterinária",
para estendê-la ao Técnicos
Agrícolas."
O
Congresso Nacional decreta:
Art.
1º A Lei nº 4.950-A,
de 22 de abril de 1966, que
"dispõe sobre
a remuneração
de profissionais diplomados
em Engenharia, Química,
Arquitetura, Agronomia e Veterinária"
passa a vigorar acrescida
do seguinte art. 7º-A:
"Art.
7º A Esta lei aplica-se
aos Técnicos Agrícolas,
fixando-se a sua remuneração
mínima em um valor
equivalente a 60% (sessenta
por cento) do valor atribuído
aos profissionais referidos
no art. 1º."
Art.
2º Esta lei entra em
vigor na data de sua publicação.
Deputado
Paulo Pimenta - PT
CREA
remete cobrança indevida
O
CREA-RS volta a ameaçar
os profissionais. O Conselho
está remetendo novas
cobranças de anuidades
como se os técnicos
e engenheiros não tivessem
pago. Caso tenham recebido
ou venham a receber estas
cobranças entrem em
contato com o seu sindicato,
enviando cópia destas
pelo fax (0xx51) 3231 9932
para que possamos melhor informar
sobre os procedimentos administrativos
ou jurídicos a serem
adotados.
Mais
uma vez, o CREA tenta coagir
os profissionais descumprindo
a determinação
da justiça.
Licenciamento
ambiental mobiliza SINTARGS
A
Secretaria do Meio Ambiente
emitiu portaria cumprindo o
que estabelece a legislação
profissional do Técnico
Agrícola
 |
| Dirceu
Boniatti, Air Santos, Carlos
Coelho, presidente da FEPAM
Claudio Dilda e Armênio
|
O
Sindicato dos Técnicos
Agrícolas do Estado do
Rio Grande do Sul - SINTARGS
vem desde o ano passado trabalhando
junto a Fundação
Estadual de Proteção
ao Meio Ambiente - FEPAM e a
Secretaria Estadual do Meio
Ambiente - SEMA para o cumprimento
da legislação
profissional dos Técnicos
Agrícolas da Legislação
Ambiental. Os técnicos
tinham problemas quanto ao licenciamento
ambiental para as lavouras de
arroz irrigadas, ocorrendo diversos
tipos de procedimentos no órgão
ambiental. Somente no fim do
período de licenciamento
foi liberado aos Técnicos
Agrícolas registrados
no CREA e com a emissão
da respectiva ART as licenças
ambientais.
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Ações
na SEMA, FEPAM e ASGAV
Por
ocasião da posse do Secretário
do Meio Ambiente, Adilson Troca,
a diretoria do sindicato fez
um relato das conversações
mantidas com o ex-secretário
José Alberto Wenzel sobre
ações de alguns
funcionários que persistem
em criar empecilhos aos Técnicos
Agrícolas quando da elaboração
das licenças ambientais.
Adilson Troca mostrou-se preocupado
com a situação
relatada e fez uma visita a
sede do SINTARGS para debater
com mais profundidade esta questão.
Na
Associação Gaúcha
das Empresas Avícolas
- ASGAV os diretores do sindicato
se reuniram com o secretário
executivo da entidade, Eduardo
Santos. Santos manifestou a
sua preocupação
sobre a emissão de licenciamento
ambiental sobre cada unidade
avícola ou suinícola
no RS. Relatou que os Técnicos
Agrícolas estão
diariamente nas unidades de
produção sendo
plenamente capazes pelos licenciamentos.
Ele garantiu que as empresas
são favoráveis
a atuação dos
Técnicos Agrícolas.
Esta
importante ação
do SINTARGS de esclarecimento
permanente dos órgãos
ambientais do estado oportunizou
a tomada de decisão derradeira
de que cabe aos profissionais
das diversas áreas do
conhecimento dentre as quais
os Técnicos Agrícolas
que estiverem registrados no
Conselho de Fiscalização
Profissional próprio
e com a respectiva ART. E, que
tanto a SEMA quanto a FEPAM
atuarão quando os profissionais
responsáveis pelo projeto
de licenciamento atuarem de
forma negligente e irresponsável
que provoquem ou possibilitem
a ocorrência de dano ambiental.
Portaria
Conjunta SEMA/FEPAM Nº
001/2004, de 22 de maio de 2004,
trata do licenciamento ambiental
O
SECRETÁRIO DE ESTADO
DO MEIO AMBIENTE E O DIRETOR-PRESIDENTE
DA FUNDAÇÃO ESTADUAL
DE PROTEÇÃO AMBIENTAL
HENRIQUE LUIZ ROESSLER- FEPAM,
NO USO DE SUAS ATRIBUIÇÕES,
-
Considerando o disposto na
Lei Federal nº 5.194, de
24 de dezembro de 1996;
-
Considerando o disposto na Lei
Federal nº 5.524, de 05
de novembro de 1968;
-
Considerando o disposto no Decreto
Federal nº 90.922, de 06
de fevereiro de 1985;
-
Considerando o que dispõe
o Decreto Federal nº 4560,
de 30 de dezembro de 2002;
-
Considerando o parecer da ASSJUR/FEPAM
no processo administrativo nº
11.462-0500/03-0;
-
Considerando o parecer da ASSJUR/SEMA
no processo nº 11462-0500/03-0.
RESOLVE:
Art.
1º - Os órgãos
responsáveis pelo licenciamento
ambiental devem aceitar projetos
cujos responsáveis técnicos
sejam Técnicos Agrícolas
de Nível Médio,
desde que os referidos profissionais
possuam a competente Anotação
de Responsabilidade Técnica
_ ART, e que o projeto não
ultrapasse os limites previstos
no §1º, do artigo
6º do Decreto 90.922, de
06 de fevereiro de 1985.
Art.
2º - Em caso de dúvida
quanto à competência,
o órgão licenciador
comunicará o Conselho
de Classe sobre a licença
e/ou autorização
concedida, solicitando retorno
no prazo de 15 (quinze) dias.
Art.
3º - Esta Portaria entra
em vigor na data de sua publicação.
Art.
4º - Revogam-se as disposições
em contrário.
Porto
Alegre, 25 de maio de 2004.
Adilson
Troca
Secretário
de Estado do Meio Ambiente
Cláudio
Dilda
Diretor
Presidente da FEPAM
Código
23681
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SINTARGS
x CREA-RS
A
assessoria jurídica do
SINTARGS ajuizou mandado de
segurança contra a cobrança
ilegal das anuidades e taxas
em valores acima do permitido
na Lei nº 5.194/66, Lei
nº 6.994/82 e Resolução
nº 482 do CONFEA. O SINTARGS
efetivou todos os esforços
junto ao CREA-RS para que administrativamente
fosse reparada a cobrança
indevida. Sem sucesso não
coube outra alternativa, se
não procurar o judiciário,
a exemplo de outras entidades.
Liminarmente o judiciário
determinou o pagamento das anuidades
de 2004 no valor de R$ 19,00
e está examinando o mérito
da questão a fim de repor
o fixado na legislação.
Somente uma Lei pode fixar valores
de taxas, multas ou impostos.
Muitos são os Conselhos
de Fiscalização
Profissional, que são
autarquias federais (órgão
público federal) estão
cobrando valores fixados em
Resoluções próprias,
desrespeitando a Constituição
Brasileira. A Lei estabeleceu
dois MVR (Maior Valor de Referência)
como valor máximo a ser
cobrado dos profissionais engenheiros,
arquitetos ou técnicos.
Como o MVR foi convertido em
UFIR e posteriormente este extinto,
o valor corrigido até
2004 é de R$ 19,00. No
caso dos técnicos a Resolução
nº 482 do CONFEA estabeleceu
em 50% do valor dos profissionais
universitários.
Mesmo com a decisão judicial
o CREA-RS esta tentando coagir
os profissionais a pagar outros
valores diferentes do atribuído
pelo judiciário. Caso
tenham recebido ou venham a
receber estas cobranças
irregulares entrem em contato
com o seu sindicato, enviando
fax destes pelo telefax 0xx51-32319932
para que nossos advogados possam
adotar os procedimentos administrativos
ou jurídicos para repor
o disposto na legislação.
Cabe ressaltar que os pagamentos
efetuados de forma irregular
ao CREA-RS nos últimos
cinco anos são passíveis
de revisão.
Recriação
do cargo reúne Secretário
e Diretoria
|
| O
Secretário de Administração
Jorge Gobbi (óculos)
se reuniu com a diretoria
do Sintargs na sede da entidade
|
O
SINTARGS quer a recriação
do cargo de Técnico Agrícola
e Industrial. “Queremos
que o Governo repense sobre
a necessidade de extinção
de cargos que acabaram prejudicando
a categoria dos técnicos”
diz Carlos Coelho. O Secretário
da Administração
e Recursos Humanos, Jorge Gobbi,
veio ao SINTARGS para discutir
o assunto com a diretoria da
entidade. Ele prometeu estudar
a questão que está
em análise pela equipe
técnica da sua pasta.
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REFORMA
SINDICAL
Governo
e sindicatos divergem
Durante
mais de meio século,
a imagem da CLT - Cons. Das
Leis do Trabalho (arcabouço
das leis sindicais e trabalhistas),
foi sendo cultivada como sendo
o símbolo do mal, reputado
como "cria da carta de
lavoro", e sempre retratada
como obstáculo às
lutas dos trabalhadores e sua
manutenção gerava
obstáculo ao desenvolvimento
do país e a diminuição
da oferta formal de postos de
trabalho. O mito da "carta
de lavoro" peça
gestada por Mussolini em abril
de 1927, em nada se parece com
a nossa CLT, gerada dezesseis
anos depois fruto do corporativismo
dos trabalhadores, repita-se,
foi sempre combatida, mas resistiu
a golpes de Estado, Regimes
Ditatoriais, acabando em ser
convalidada quando da promulgação
da CF de 88, por óbvio,
se mostrou capaz como instrumento
favorável a qualquer
dos lados, o patronal e os trabalhadores.
Para
os sindicalistas dos dois lados,
pacífico está
que, o assunto não se
esgota nisso, ambos desejam
avançar, por isso a sensação
dominante é de que deve
haver mudanças. Estranhamente,
as mudanças que se avizinham
não estão sendo
geradas pelos interessados diretamente,
e sim, pela força persuasiva
e coercitiva do Governo, que
para tal intento, criou o mecanismo
do Fórum representativo
(dele próprio) denominado
de Fórum Nacional do
Trabalho e cuja missão
é a de passar a idéia
para a sociedade brasileira
de que a reforma foi gerada
pelos trabalhadores, neste mister
tem garantido avanços,
uma vez que já está
com a proposta convalidada pelo
dito Fórum (ressalte-se
que a proposta gerou tal descontentamento,
a ponto de unir trabalhadores
de todo País, através
de suas instituições
sindicais criando um Fórum
paralelo, o Fórum Sindical
do Trabalho, que apresentou
propostas que contrapõem
a do Governo).
O
que o Governo Propõe:
seguindo as recomendações
do Banco Mundial, doc. 319;
1
- Retorno da interferência
estatal na constituição
dos sindicatos;
2
- Retorno do Quadro de Atividades
e Profissões;
3
- Retorno da carta sindical;
Os
sindicatos somente passarão
a existir juridicamente quando
autorizados pelo Estado. No
projeto se fala claramente na
concessão da representação
que deixa de ser um direito
dos trabalhadores e volta a
ser uma outorga do Estado.
4
- Perversão da unicidade
sindical. Fim da liberdade Sindical;
5
- A ressurreição
da Emenda Dornelles. Cria a
figura dos direitos negociáveis;
6
- Expansão e perversão
do Poder Normativo da Justiça
do Trabalho;
7
- A greve e o Poder Judiciário;
8
- Enxugamento dos sindicatos
pela abolição
do conceito de categoria;
9
- Representação
sindical por empresa e direito
à contratação
coletiva para os empregados
públicos;
10
- Direito de greve.
O
QUE O SINTARGS PROPÕE
Linha
adotada em amplo debate Nacional
no Fórum Sindical dos
Trabalhadores, na qual o SINTARGS
é também signatário.
1.
DEFESA DA UNICIDADE E DO ART.
8º DA CF.
É
o ponto central do debate da
Reforma Sindical. Defendemos
que o melhor modelo de organização
para o sindicalismo brasileiro
é o da unicidade, a experiência
estrangeira mostra, na prática,
o esvaziamento dos sindicatos,
baixa sindicalização
e a submissão ao planejamento
estratégico do grande
capital, por meio de reformas
neoliberais. É contra
essa ameaça que nos insurgimos.
2.
CENTRAIS SINDICAIS
A
nossa proposta é pelo
reconhecimento da figura jurídica
da central, que pode ser em
lei ordinária, sem alterar
o at. 8º da Constituição.
O reconhecimento de qualquer
central caberá às
entidades a ela ligadas, sem
a necessidade da chancela do
Governo.
3.
ESTRUTURA
A
Unicidade é a arma contra
a pulverização
e a criação artificial
de sindicatos de carimbo. Com
a unicidade se evita o surgimento
de entidades a mando de patrões,
grupamentos ideológicos
ou religiosos, que contrariam
a tradição brasileira
de representação
ampla e por categoria. A manutenção
da atual pirâmide de representação,
onde a base são os sindicatos
que formam as federações,
e estas as confederações
e sua respectivas centrais.
4.
CUSTEIO
Defendemos
um modelo de contribuição
que tem rosto, endereço,
carteira assinada, cic, e RG.
O custeio sindical trata-se
de um acordo legal entre o trabalhador
e o sindicato, sua definição
fixada pela assembléia
da categoria e seus abusos temos
certeza não decorrem
do sistema e, por isso, defendemos
um teto universal para todas
as entidades na soma do custeio
e também a sua compulsoriedade
o que lhe dá igualdade
para todos .
5.
ORGANIZAÇÃO POR
LOCAL DE TRABALHO
Defendemos
a organização
a partir do local de trabalho,
com a participação
direta da entidade de classe
da base. A dificuldade para
a OLT tem sido a sistemática
oposição patronal
que só aceita o sindicalismo
da porta para fora. Também
o Congresso Nacional tem impedido
o avanço na sua regulamentação.
Achamos vital para a organização
sindical a OLT.
6.
NEGOCIAÇÃO COLETIVA
Nosso
sindicalismo pratica, cotidiana
e sistematicamente, a negociação
coletiva que contribui para
a paz social a partir da ação
sindical. O próprio TST
contabiliza mais de dois milhões
de instrumentos de negociação
entre acordos, convenções
e dissídios. A flexibilização
apregoada, que afirma o pretexto
da rigidez, viria a enfraquecer
a negociação coletiva
e seus efeitos sociais.
7.
SERVIDOR PÚBLICO
Apoiamos
as entidades de servidores públicos
em todos os níveis, em
seu pleito por igualdade de
sindicalização,
tais como data base, acordo
coletivo e regular processo
de negociação
com os empregadores governamentais.
8.
RURAIS
Dada
a dimensão continental
do nosso país, o trabalhador
rural requer normas específicas
e condições especiais
para a categoria poder se organizar
em sindicatos, com o intuito
de ampliar as garantias sindicais
frente aos problemas decorrentes
das políticas equivocadas
do setor. lutaremos por sindicatos
rurais fortes e combativos,
pois significa o crescimento
do setor.
O
Sindicato dos Técnicos
Agrícolas no Estado do
Rio Grande do Sul une-se a todas
s demais entidades do nosso
movimento sindical, nessa que
é uma luta vital para
os trabalhadores brasileiros.
Nos moldes em que estão
sendo propostas, as reformas
vão afetar de forma direta
as relações de
trabalho e a própria
vida de todos os trabalhadores.
Não devem portanto serem
feitas de forma açodada
e intempestiva, sem antes passar
por um necessário e profundo
processo de discussão
em toda a sociedade.
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Importante!
Técnico
Agrícola, em todo o projeto,
obra ou serviço é
obrigatório preencher
suas ARTs.
Não
esqueça de colocar no
campo referente ao CÓDIGO
ENTIDADE
DE CLASSE o
número 102, que é
o código do SINTARGS.
Agindo
assim, você estará
contribuindo para o fortalecimento
do seu Sindicato e de nossa
categoria.
ART
nacional: veja como disponibilizar
A
ART foi instituída através
da Lei nº 6.496, de 07/12/77
e reveste-se de grande importância
na constituição
do Acervo Técnico do
profissional, assim como reflete
a existência de um contrato
legalmente firmado entre as
partes. A ARTN poderá
ser instalada no computador
do usuário, a partir
do site do Conselho www.crea-rs.org.br,
para quem possui acesso rápido
via ADSL ou rádio, ou
através de um CD, a ser
disponibilizado na sede e inspetorias
do Conselho, para os demais
profissionais que não
possuem os recursos técnicos
mencionados. Após a instalação
da Nova ART (disponível
no espaço Destaques no
site
do CREA-RS), é necessário
realizar a operação
denominada “baixar dados
de profissional”, para
carregar as tabelas pertinentes
à realização
da ART do profissional que está
operando o micro, já
que esta opção
só é permitida
com a identificação
do login e senha do mesmo.
Após esta operação,
o sistema estará disponível
para a utilização,
contemplando todas as necessidades,
de forma interativa, dispensando
manuais e consultas de códigos.
O preenchimento da ART está
composto por quatro fichas,
ou seja, dados gerais da ART,
dados do contratante, dados
referente a obras/serviços
e informações
a respeito das atividades técnica
e específica. A cada
preenchimento de campo, está
disponível uma caixa
de diálogo, para que
o usuário escolha a alternativa
adequada, não sendo necessário
calcular o valor. Mesmo se propondo
ser um sistema totalmente interativo,
está disponível
em cada tela de trabalho, um
ícone “Ajuda”,
contendo detalhadamente as informações
necessárias para cada
caso. “Outra grande novidade
é o fato do profissional
não mais necessitar em
cada ART digitar seus dados
cadastrais ou mesmo de algum
contratante conhecido,
agilizando o processo como um
todo”, diz o engenheiro
Luiz Carlos Garcia, superintendente
do CREA-RS.
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ELEIÇÕES
MUNICIPAIS 2004
Técnicos
Agrícolas candidatos
 |
 |
 |
 |
 |
Alcides
Scussel
Maquiné
|
Walter
Heck Crissiumal |
Antônio
Cetolin
Garibaldi |
Fernando
Xavier
Carlos
Barbosa |
Francisco
Frizzo
Constantina |
A
participação dos
Técnicos Agrícolas
na política não
é de hoje. Este número
vem aumentando a cada eleição,
o que demonstra a preocupação
destes profissionais com a defesa
dos interesses coletivos da
comunidade. Neste pleito, segundo
o Tribunal Regional Eleitoral,
o número de candidatos
é superior a eleição
de 2000. Mais de 120 técnicos
agrícolas buscam uma
vaga para prefeito, vice-prefeito
e vereador. Conheça quem
são os pretendentes e
o cargo que buscam.
O
que faz um prefeito
O
nome Prefeito tem origem na
palavra latina "praefectu",
ou seja, posto como chefe. Na
definição política
brasileira é aquele que
está investido do poder
executivo nas municipalidades.
É ele o principal depositário
da confiança popular
para a solução
dos problemas do Município.
A posição do Prefeito
como Chefe do Executivo lhe
dá um papel de grande
destaque na condução
dos negócios do Município
e na comunidade local.
O
que faz um vice-prefeito
O
vice-Prefeito, além de
outras atribuições
que lhe forem conferidas pela
Legislação, auxiliará
o Prefeito sempre que por ele
convocado para missões
especiais, o substituirá
nos casos de licença
e o sucederá no caso
de vacância do cargo.
O
que faz um vereador
Cabe
ao vereador, mostrar os problemas
da comunidade e buscar providências
junto aos órgãos
competentes.
A
função do vereador
é legislar, pensando
na cidade como um todo, e fiscalizar
o Executivo.

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Intersindical
elege nova diretoria
Air
Nunes dos Santos foi reeleito
e presidirá a entidade
até 2006
|
| Air
(E) reeleito, teve encontro
com o Governador Germano
Rigotto no Palácio
Piratini. |
A
Federação Intersindical
dos Profissionais Universitários
e de Nível Médio
no Estado do Rio Grande do Sul
- INTERSINDICAL, entidade que
congrega 11 sindicatos profissionais
no Estado do RS, elegeu sua
nova diretoria sendo reeleito
Air Nunes dos Santos para presidente.
Santos que é Vice-Presidente
do Sindicato dos Técnicos
Agrícolas-SINTARGS, comandará
a INTERSINDICAL até setembro
de 2006.
A
Intersindical representa e defende
os interesses individuais e
coletivos dos profissionais
universitários e de nível
médio que compõem
os Sindicatos dos Administradores,
Advogados, Assistentes Sociais,
Biólogos, Engenheiros,
Nutricionistas, Médicos,
Médicos Veterinários,
Técnicos Agrícolas,
Técnicos Industriais
e Zootecnistas.
Além das campanhas de
negociações com
os diversos setores patronais,
a INTERSINDICAL está
empenhada na luta pela correção
já, da tabela do Imposto
de Renda, a tabela do desconto
do IR a mais de 10 anos não
vem sendo corrigida, estando
defasado em 56%, onerando, principalmente,
as categorias que são
abrangidas pela Federação.
Outras lutas importantes são
a manutenção da
legislação trabalhista
e da sindical. A INTERSINDICAL
na gestão passada, em
esforço conjunto com
outras federações
do País e Sindicatos
criaram a CENTRAL BRASILEIRA
DOS PROFISSIONAIS, entidade
de representação
política e reivindicatória
em nível nacional dos
profissionais com profissão
regulamentada.
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Opinião
Intersindical:
a união que faz a
força
Técnico
Agrícola Air Nunes dos
Santos*
Muitos
colegas que são associados
de sindicato de profissões
liberais me perguntam o que
é, e por que existe a
INTERSINDICAL? Acho, que é
uma boa oportunidade de comentar
e esclarecer a todos sobre esta
questão.
Em
primeiro lugar, é extremamente
importante registrar que a INTERSINDICAL
de forma alguma substitui os
sindicatos profissionais, e
que estes, representam administrativa
e judicialmente a sua categoria
profissional.
A
principal função
da FEDERAÇÃO INTERSINDICAL
é aglutinar os interesses
das entidades participantes
de forma a resolver os seus
problemas de forma hegemônica
e representativa, e mostrando
de maneira inequívoca
o verdadeiro sentido do jargão
popular de que "a União
faz a Força".
Assim
tem sido quando se deflagram
as negociações
coletivas de trabalho, tanto
no setor público como
no setor privado, onde cada
sindicato faz a sua assembléia
de formação de
pauta reivindicatória
(onde são respeitadas
as peculiaridades de cada categoria
profissional) e que após
aprovadas são unificadas
na assembléia da federação
para, só então
ser levada a negociação
com a Patronal.
Da
mesma maneira, são estendidos
os benefícios sociais
captados por determinado sindicato
a todos os outros co-irmãos,
gerando uma série de
vantagens que passam a ser usufruído
por todos os profissionais representados
pelas entidades que fazem parte
da FEDERAÇÃO.
Estas
e outras inúmeras vantagens
conquistadas ao longo do tempo,
têm formado a opinião
unânime do acerto de sua
criação, tanto,
que nos dois últimos
anos quatro novas entidades
se integraram ao quadro da INTERSINDICAL.
Cabe,
para finalizar, conclamar a
todos os profissionais para
que continuem a prestigiar a
sua entidade representativa
profissional, pois do esforço
dela é que será
possível o crescimento
da sua profissão.
*Presidente
da Intersindical
Vice-presidente
do SINTARGS
TRT:
SINTARGS representa os Técnicos
Agrícolas nas cooperativas
e na aviação agrícola
Em
dissídio originário
ajuizado na Justiça do
Trabalho pelo SINTARGS, os Técnicos
Agrícolas que laboram
nas cooperativas agropecuárias
do Rio Grande do Sul obtiveram
o reconhecimento do Sindicato
da categoria como o único
que representa os Técnicos
Agrícolas em negociações
coletivas ou individuais.
Foi
concedido reajuste de 16,5%
a categoria, retroativo a database.
A
decisão do TRT traz como
efeitos imediatos a obrigatoriedade
das cooperativas e empresas
de Aviação Agrícola
sentarem-se à mesa para
entabular negociações,
buscando acertar cláusulas
econômicas (salário
profissional, piso salarial,
reajustes, ganhos de produtividade,
aumento real, insalubridade
etc.) e cláusulas sociais
(vale alimentação,
diárias, vale transporte,
auxílio creche, escola,
licenças, aposentadorias
etc.).
É
importante neste contexto que
todos os empregados nestes setores
(cooperativas e empresas de
Aviação Agrícola
etc) continuem prestigiando
o SINTARGS através da
participação nas
reuniões e assembléias
da categoria, contribuindo com
sugestões para a próxima
pauta reivindicatória
e tornando-a atualizada e representando
os reais interesses dos técnicos.
Lembre-se:
Técnico Agrícola
das cooperativas e das empresas
da Aviação Agrícola,
só com tua participação
faremos o crescimento e valorização
da profissão.
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SINTARGS
participa de Seminário
de Educação Profissional
O
presidente do Sintargs, Carlos
Coelho foi um dos painelistas
do Seminário de Educação
Profissional, realizado no dia
3 de junho na Assembléia
Legislativa do Estado do RS.
Coelho
falou sobre currículos,
estágios, itinerários
e formativos profissionais.
O Seminário, realizado
pela Comissão de Educação
da Assembléia Legislativa
discutiu, também, a reforma
da educação profissional;
a legislação da
educação profissional;
a visão crítica
da educação profissional;
mundo do trabalho, entre outros
temas.
Encontro
de ex-alunos da Escola Agrícola
de São Leopoldo
A
Associação dos
ex-alunos da Escola Agrícola
de São Leopoldo já
está organizando o tradicional
encontro dos ex-alunos, professores
e estudantes que acontecerá
no dia 27 de novembro, às
9 horas nas dependências
da escola. A diretoria da associação
se reuniu no mês de julho
para tratar da organização
do evento que este ano promete
reunir mais de 400 pessoas.
*Maiores
informações na
escola pelo fone: (0xx51) 5882175.
Plantas
Medicinais
Aconteceu,
nos dias 16 e 17 de junho, na
sede da AFUSA mais um curso
de Plantas Medicinais promovido
pelo SINTARGS. O curso foi ministrado
pela Bióloga Vera Chemalle
e será repetido no próximo
ano. Informações
no SINTARGS com Eliane.
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| Mais
uma vez a categoria dos
Técnicos Agrícolas
mobilizou-se. No dia 25
de junho de 2004, centenas
de técnicos participaram
do I Encontro dos Técnicos
Agrícolas do AGROSHOW,
no Centro de Eventos de
Nova Petrópolis
|
|
Sob
a coordenação
do Técnico Agrícola
Fábio Rodrigo Guaragni
e da Diretora Regional do
SINTARGS, Bernardina Sandi,
os Técnicos Agrícolas
discutiram vários
temas de interesse da categoria. |
|
Vicente
Bogo, Vitor Grings, Carlos
Coelho, Deputado Giovani
Cherini, Jorge Siebert
|
Mais
de 600 pessoas participaram
do Encontro dosTécnicos
Agrícolas no Agroshow
em Nova Petrópolis
O
evento contou com a participação
de palestrantes da área
técnica, educacional
e política e contou com
a presença de profissonais,
estudantes, agricultores e cooperativistas
de vários municípios
gaúchos.
Esta
é a primeira vez que
o SINTARGS promove um evento
junto com a Cooperativa Piá.
Carlos Coelho, presidente da
entidade, destacou que a parceria
serviu para consolidar uma relação
que está apenas iniciando.
Já o presidente da Cooperativa
Piá, Vitor Alfonso Grings
garantiu que no próximo
Agroshow o evento coordenado
pelos Técnicos Agrícolas
deverá ser ampliado,
devendo contar com a presença
de outros profissionais. Segundo
Vitor, que também é
Técnico Agrícola,
a categoria tem grande responsabilidade
no processo produtivo sócio-econômico
do nosso Estado.
Painéis
destacaram a qualidade do evento
Os
painéis, coordenados
pelo diretor do SINTARGS, Luiz
Roberto Dalpiaz Rech, destacaram-se
pelos temas abordados e pela
qualidade dos palestrantes.
O público acompanhou
com grande interesse as análises
e ponderações
feitas pelos convidados.
No
primeiro painel participaram
os professores Martim Barbosa,
Superintendente do SUEPRO e
Fritz Roloff, Presidente da
Agptea. O segundo painel teve
como painelistas o Presidente
do Sintargs Carlos Coelho e
o Técnico Agrícola
Dep. Federal Paulo Pimenta.
Já o terceiro painel,
foi debatido pelo Presidente
da OCERGS, Vicente Bogo e pelo
presidente da Emater Engº
Agrº Caio Rocha, Deputado
Estadual Giovani Cherini e o
Presidente da Cooperativa Piá,
Vitor Alfonso Grings.
Veja
o que foi discutido em cada
painel:
Iº
Painel _ Técnico Agrícola:
O Perfil do Profissional
de sucesso abordado pelo professor
Martim Saraiva Barbosa que identificou
a compatibilidade da formação
profissional adquirida nas escolas
técnicas de acordo com
o Conselho Nacional de Educação
e as atribuições
legais dos Técnicos Agrícolas.
Segundo ele, as redes de escolas
técnicas no Estado passam
por um processo constante de
modificações para
atender a demanda crescente
de profissionais técnicos.
O professor Fritz Roloff, abordou
a questão da formação
escolar diferenciada no ensino
técnico profissional
como fundamental para o sucesso
na vida profissional ou empresarial
dos egressos das escolas técnicas.
Fritz afirmou que a criatividade
frente às dificuldades
são marcas registradas
dos Técnicos Agrícolas.
Ambos
painelistas destacaram o trabalho
do SINTARGS na busca da valorização
da categoria, das escolas, professores
e do ensino técnico profissional.
IIº
painel _ Aplicação
da Legislação
Profissional foi o tema
defendido pelo presidente do
SINTARGS, Carlos Dinarte Coelho.
Coelho enfatizou a diferença
da profissão dos Técnicos
Agrícolas e Industriais
que são regidas pela
Lei nº 5.524/68 e pelo
Decreto Federal nº 90.922/85
e suas alterações
promovidas pelo Decreto 4.560/2002
e das demais profissões
abrigadas pelo sistema Confea/CREAs.
O sindicalista destacou o papel
do SINTARGS na defesa dos interesses
da categoria, ratificando o
amparo legal e legítimo
junto a sociedade.
O
Deputado Federal Paulo Pimenta
apresentou o Projeto de Lei
nº 2.875/2004, que regulamenta
o piso salarial dos Técnicos
Agrícolas. Ele frisou
que, por iniciativa do SINTARGS,
determinou o es tado de legalidade
e constitucionalidade em Brasília,
para apresentar esse projeto
que valoriza e fixa um piso
salarial para os Técnicos
Agrícolas. Pimenta relatou
aos participantes do encontro
o seu trabalho junto ao Governo
Federal na construção
do Conselho de Fiscalização
Profissional dos Técnicos
Agrícolas. Esta proposta
já era esperada pela
categoria dos Técnicos,
desde 1968, quando do início
das discussões sobre
a criação da profissão
que previa a criação
dos conselhos e culminou com
a aprovação da
Lei nº 5.524/68.
IIIº
painel _ As Políticas
Públicas no Setor Agropecuário
e Oportunidades, foi abordado
pelo Presidente da OCERGS, Vicente
Bogo que falou da importância
do segmento cooperativo na produção
agropecuária e o emprego
de mão-de-obra qualificada,
especialmente nos Departamentos
Técnicos das Cooperativas.
Para Bogo, são profissionais
habilitados que tornaram possível,
com a mesma área plantada,
obter maior produção,
suportando a economia nacional.
O presidente da Emater, Engº
Agr° Caio Rocha destacou
os Técnicos Agrícolas
como um dos pilares da extensão
rural no Estado. Segundo ele,
esta é a razão
da Emater ser a maior empregadora
individual, com 538 profissionais.
Para
o deputado Estadual Giovani
Cherini as oportunidades começam
nas escolas técnicas
profissionalizantes, pois é
neste momento que se formam
os grandes líderes, os
empresários de sucesso,
enfim todos aqueles que de alguma
forma se destacam. Cherini falou
do seu tempo de aluno do curso
técnico agrícola
e destacou a importância
do ensino técnico para
a formação do
aluno. Segundo o deputado, a
escola agrícola oportuniza
vivências que nenhuma
outra escola proporciona. Para
Cherini, ser Técnico
Agrícola significa ser
mais empresário, mais
político e mais educador.
Ainda
neste painel, o presidente da
Cooperativa Piá, Vitor
Alfonso Grings, apresentou a
Cooperativa Piá como
um empreendimento de sucesso.
Grings destacou a importância
da educação cooperativista
como forma de obter ganhos coletivos.
O dirigente destacou a importância
do fortalecimento dos departamentos
técnicos das empresas
e cooperativas, apontando, para
isso, a participação
dos Técnicos Agrícolas.
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AGROSHOW
SINTARGS
presta homenagem aos palestrantes
e apoiadores
O
Sindicato dos Técnicos
Agrícolas prestou uma
homenagem aos palestrantes e
organizadores do evento. Ao
final, todos foram agraciados
com uma placa alusiva ao I Encontro
dos Técnicos Agrícolas
no Agroshow, ficando firmado
uma nova parceria do SINTARGS
no próximo evento, em
2006. A homenagem especial coube
ao Técnico Agrícola
Fábio Rodrigo Guaragni,
funcionário da Cooperativa
Piá. Guaragni foi o grande
responsável pelo sucesso
do encontro. Associado do SINTARGS,
coube a ele a coordenação
na organização.
No final, a merecida homenagem
e o reconhecimento dos Técnicos
Agrícolas pela sua competência.
|
|
Presidente
da EMATER, Caio Rocha
(E) e Vasco Maazarollo
|
Vitor
Grings, Fábio Guaragni
e Carlos Coelho |
|
|
Presid.
da Coop. Piá Vitor
Grings e Carlos Coelho
|
Deputado
Giovani Cherini e Dirceu
Boniatti |
|
|
Bernardina
Sandi e Pércio
Corrêa Gonçalves
|
Carlos
Coelho e o Deputado Federal
Paulo Pimenta
|
O
que aconteceu no Agroshow
O
Agroshow foi realizado no Centro
de Eventos de Nova Petrópolis
nos quatro dias do evento, de
24 a 27 de junho. Além
do Iº Encontro dos Técnicos
Agrícolas, foram realizadas
cerca de 680 dinâmicas
(170 por dia) em 17 estações
distribuídas dentro da
propriedade rural, nos Caminhos
do Leite e na parte externa
do Centro de Eventos. Entre
as dinâmicas realizadas,
estiveram as de agroindústria,
fruticultura, olericultura,
piscicultura e leite. Técnicos
da Emater e da Cooperativa Piá
envolveram-se na organização
do evento e no atendimento ao
público, prestando orientações
e demonstrações
práticas nas dinâmicas.
Os
organizadores calculam que em
torno de 150 excursões,
de 120 municípios das
regiões Metropolitana,
Serra e Vales do Caí,
Taquari e Rio Pardo tenham visitado
o Agroshow. "Todos elogiaram
tanto a organização
e apresentação
da feira, como a condução
das dinâmicas. E os Técnicos
Agrícolas também
ficaram muito satisfeitos",
declarou o presidente-gerente
da Emater Regional de Caxias
do Sul, Elói Portolan.
Conforme José Mário
Hansen, os 100 expositores participantes
já confirmaram a presença
no próximo Agroshow,
que acontecerá em 2006,
e novos expositores já
demonstraram interesse. Os negócios
realizados totalizam R$ 2 milhões.
Além
da exposição de
máquinas e equipamentos
agrícolas, ferramentas,
insumos e sementes, o Agroshow
também teve a participação
de cerca de 40 famílias
expondo e comercializando artesanato
e produtos coloniais. Paralelamente,
ocorreram 14 eventos técnicos,
de políticas públicas
e privadas, cooperati-vismo
e associativismo e leite.
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Central
Brasileira de Profissionais
Profissões
Regulamentadas
A
Central Brasileira de Profissionais
- CBP - é uma entidade
civil, pessoa jurídica
de direito privado sem fins
lucrativos, e tem por objetivos
a conscientização,
mobilização, organização,
coordenação, reivindicação,
integração, representação
legal e defesa dos direitos
dos profissionais liberais com
formação no ensino
médio e universitário,
organizados em sindicatos, federações,
confederações,
do setor público e privado,
ativos e inativos.
O
porquê de uma nova Central
Sindical
A
configuração do
movimento sindical brasileiro
apontava, há vários
anos, para uma necessidade cada
vez mais emergente: a formação
de uma nova Central Sindical
no país, que representasse
uma camada da população
cujos interesses não
são atendidos pelas centrais
já existentes e que pudesse
manifestar-se em nome dela tanto
publicamente quando junto aos
poderes constituídos.
Este
contingente de trabalhadores
é formado por milhões
de profissionais qualificados,
seja pela sua formação
acadêmica e muitos anos
de estudos, seja pelos conhecimentos
adquiridos e participação
na linha de ponta das atividades
que impulsionam o desenvolvimento
brasileiro - e que não
têm sido contemplados
nem com as condições
adequadas de trabalho, nem com
os salários justos a
que teriam direito.
Do
ponto de vista político,
os profissionais que pertencem
a essas categorias são
conscientes da realidade social,
política e econômica
do país e, por isso,
não aceitam pacificamente
vinculações automáticas
a partidos políticos,
as teses ideológicas
e nem a manipulações
cujo objetivo é o de
desqualificar o conhecimento
técnico-científico
ou que se traduzam na simples
"compra" de consciências.
Esse grupo social representa
majoritariamente a classe média
brasileira - sobre quem tem
sido imposta a maior carga de
tributos, há muitas décadas
- e é formado tanto por
pequenos empresários
como pelos profissionais de
categorias regulamentadas e
que são chamados "liberais"
pela autonomia com que exercem
as suas profissões.
A
Central Brasileira de Profissionais
exercerá o papel de porta-voz
e de representação
desta significativa camada da
população. Hoje,
apenas 17% das entidades sindicais
de profissões regulamentadas
possuem vínculo a alguma
das atuais centrais (IBGE 2002).
Trata-se
de um conjunto de profissionais
qualificados que forma um contingente
de cerca de 7 milhões
de trabalhadores de nível
médio e universitário,
homens e mulheres, atingidos
por uma alta taxa de desemprego
e pela falta de oportunidades
de trabalho. Esse contingente,
acrescido dos novos profissionais
que chegam ao mercado, é
ampliado geometricamente a cada
ano.
Num
País onde existem dois
desempregados com diploma de
nível universitário
para cada desempregado analfabeto,
onde a participação
do trabalho na renda nacional
já caiu de 55% do PIB
para os 36% de hoje, onde o
serviço público
é degradado pelas privatizações,
onde se institui "soluções"
do tipo Parceria Público
Privada (PPP), não podemos
mais nos ausentar da participação
efetiva em um debate necessário,
urgente, qualificado e responsável.
Chega
a ser indigno constatarmos calados
o verdadeiro saque praticado
às camadas médias
da população,
tanto através do aumento
da carga tributária,
que pulou de 12% do PIB em 92
para os mais de 37% de hoje,
como também, e mais especificamente,
pelos constantes aumentos diretos
e indiretos da tributação
sobre os rendimentos do trabalho
assalariado - que o atual governo
manteve num teto de 27,5%, sem
contar a possível criação,
por conta da sanha confiscatória,
de faixas ainda superiores.
A
Central Brasileira de Profissionais
vem para combater, veementemente,
o discurso de que os trabalhadores
de profissões regulamentadas
são privilegiados e por
isso devem pagar mais impostos
e receber menores salários.
Este não é o caminho
da justiça social, da
distribuição de
renda ou do estabelecimento
das igualdades: é o do
fim da classe média no
Brasil - a não ser que
se queira uma igualdade tirando
do remediado para o pobre e
do pobre para o miserável,
com o que teremos espraiado
cada vez mais a nossa
própria pobreza.
As
políticas públicas
recessivas, adotadas no Brasil
em detrimento de investimentos
nas atividades produtivas, assim
como o aumento constante da
carga tributária de pessoas
físicas e jurídicas
prestadoras de serviços,
têm inviabilizado, de
forma crescente, a atividade
desses profissionais, tanto
de nível técnico
como universitário, tanto
autônomos como empregados.
Num país como o nosso,
com tantas desigualdades e com
tal exigência de crescimento
e desenvolvimento, o desestímulo
das parcelas sociais formadas
de profissionais mais qualificados
significa um enorme - e por
vezes irrecuperável -
desperdício de recursos
públicos aplicados que
foram aplicados no próprio
ensino. Esse é um fato
que se traduz em perda de produtividade,
de qualidade, de segurança,
em maior custo de produção,
circunstâncias que, em
seu conjunto, nos dão
a verdadeira dimensão
dos nossos descaminhos políticos.
Nossos
interesses não são
excludentes aos das demais parcelas
da sociedade brasileira. Queremos
uma maior eqüidade social,
uma melhor distribuição
de renda. A luta permanente
e obsessiva em defesa da democracia
e da transparência na
gestão pública
é parte da nossa perspectiva.
Nossa Central não será
do Governo ou contra o Governo,
assim como, não trará,
em seu ideário, quaisquer
conotações religiosas,
raciais ou de gênero.
Zelaremos por nossa autonomia
no apoio ou no exercício
da crítica a propostas
e/ou decisões que venham
a favor ou contra as aspirações
do grupo social por nós
representados e do conjunto
da sociedade brasileira.
Assim,
não podemos continuar
esperando o apoio de terceiros
para que tais aspirações
se concretizem. Queremos lutar
para isso, queremos nos qualificar
para intervir e realizar diretamente
a nossa defesa, organizando
uma base de apoio parlamentar
(a Câmara e o Senado possuem
uma ampla maioria de profissionais
diplomados), atuando junto ao
Poder Executivo e ao Poder Judiciário.
Ao
mesmo tempo em que precisa da
nossa participação
efetiva e organizada na vida
nacional, a sociedade deve reconhecer
os profissionais regulamentados
como um outro tipo de trabalhador,
não melhor, mas também
não pior do que qualquer
outro. Somos trabalhadores qualificados
porque detentores de um grau
de escolaridade e de conhecimento
profissional acima da média,
porque ocupamos cargos de grande
responsabilidade na coordenação
e gerenciamento de equipes de
trabalho - e também porque,
e principalmente, no exercício
de nossas qualificações,
lutamos pela ampliação
e distribuição
equânime dos benefícios
advindos da moderna sociedade
do conhecimento e dos altos
níveis de produtividade
alcançados em decorrência
dos avanços tecnológicos.
A
Central Brasileira de Profissionais
deverá buscar a qualificação
do debate dos temas que nos
são afetos, tornando-se
interlocutora política
das nossas categorias profissionais,
juntamente com as entidades
sindicais que as representam.
Desejamos,
também, trabalhar junto
com as demais centrais, confederações,
federações e sindicatos
em defesa das conquistas históricas
do sindicalismo brasileiro,
um dos mais fortes do mundo.
Somos radicalmente contra as
alterações no
artigo 8º da Constituição
Federal, cujos preceitos resultaram
de um amplo debate junto com
o Movimento Sindical na Assembléia
Nacional Constituinte de 1988.
Entretanto, é nosso dever
reconhecer que a organização
sindical precisa de aperfeiçoamentos.
Só assim ela garantirá
a sua força, especialmente
no que diz respeito aos registros
sindicais, cumprimento da legislação,
transparência e democracia
nos atos administrativos e estatutos
- inibindo fatores que dão
espaço à improbidade
e a eternização
no poder.
Por
isso, a criação
da Central Brasileira de Profissionais
tornou-se uma imposição
da conjuntura atual. Ela vem
com compromissos definidos,
entre os quais o de contribuir
para a qualificação
da discussão dos temas
nacionais, especialmente daqueles
que dizem respeito às
necessidades, direitos e interesses
imediatos e futuros dos setores
médios da nossa sociedade
- fortalecendo sua capacidade
e disposição de
formular propostas que venham
efetivamente ao encontro das
necessidades de um País
que busca soluções
para o seu desenvolvimento.
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Diretoria
da CBP no RS
Presidente:
Joel Fischmann - SENGE
Vice-Presidente:
Maria Rita de Assis Brasil -
SIMERS
Secretário
Geral: Carlos Dinarte Coelho
- SINTARGS
Diretor
Financeiro: Ricardo Nerbas
- SINTEC
Vice-Presidente
Executivo de Assist. à
Saúde e Prev. Social:
Cléo Saldanha - SOERGS
Vice-Presidente
Executivo para Assuntos Jurídicos:
Marcos de Los Santos - SINDARS
O
Técnico Agrícola
Air Nunes dos Santos, diretor
do SINTARGS e presidente da
INTERSINDICAL é diretor
da CBP Nacional
Compondo
basicamente a classe média
brasileira, são as seguintes
as profissões regulamentadas
no Brasil:
Administradores,
Físicos, Advogados, Fisioterapeutas,
Analistas de Sistemas, Fonoaudiólogos,
Arquitetos, Geógrafos,
Arquivistas, Geólogos,
Assistentes Sociais, Jornalistas,
Atuários, Médicos,
Autores Teatrais, Médicos
Veterinários, Bach. Ciências
da Comp. e Informática,
Museólogos, Bibliotecários,
Odontologistas, Biólogos,
Profissional de Educação
Física, Biomédicos,
Protéticos Dentários,
Compositores Musicais, Psicólogos,
Contabilistas, Químicos,
Corretores de Imóveis,
Relações Públicas,
Detetives Particulares, Sociólogos,
Nutricionistas, Técnicos
Agrícolas, Economistas,
Técnicos em Optometria,
Economistas, Domésticos,
Técnicos em Turismo,
Enfermeiros, Técnicos
Industriais, Engenheiros, Tecnólogos,
Escritores, Terapeutas Ocupacionais,
Estatísticos, Tradutores
e Intérpretes, Farmacêuticos,
Zootecnistas.
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CERTIFICADO
FITOSANITÁRIO DE ORIGEM
Ministério
discrimina Técnicos
Agrícolas
|
| Roberto
Dalpiaz Rech, Delegado da
Agricultura Francisco Signor
e Carlos Coelho: apelo sem
resultados |
Nos
últimos anos o Ministério
da Agricultura _ MAPA tem sistematicamente
editado portarias, instruções
norma-tivas e outras normas
desrespeitando a legislação
profissional dos Técnicos
Agrícolas.
No
caso do Certificado Fitosanitário
de Origem _ CFO, com a edição
da Instrução Normativa
nº 06, de 13 de março
de 2000, que alterou o modelo
e estabeleceu que o CFO deve
ser emitido para atestar a qualidade
na origem das cargas de produtos
vegetais para o seu trânsito
em todo o País, a discriminação
é evidente.
Com
essa medida os profissionais
de todo o País foram
prejudicados.
Sem
ação a nível
nacional, com o prejuízo
denunciado pelos colegas do
interior, especialmente daqueles
que prestam assistência
técnica aos pomares de
citrus e maçã
que contratam outros profissionais
somente para assinar os certificados,
o SINTARGS ajuizou no Tribunal
Federal em Brasília ação
contra o Ministério para
incluir os Técnicos Agrícolas
dentre as categorias profissionais
que estão habilitadas
a emitir o CFO.
Os
Técnicos Agrícolas
amparados pelo disposto na Lei
nº 5.524/68 e no Decreto
Federal nº 90.922/85 e
suas alterações
atuam nas áreas de assistência
técnica, que realmente
acompanham o desenvolvimento
dos pomares, desde sua implantação
até a colheita e comercialização
dos frutos, não podem
sofrer tal discriminação.
Melhor
seria que o Ministério
da Agricultura revisasse a Instrução
Normativa e assim possibilitaria
a retirada da ação
na justiça federal contribuindo
para maior agilidade do judiciário.
O
colega e advogado Dirceu Boniatti
esteve em Brasília acompanhando
a tramitação da
ação, tendo inclusive
apresentado memoriais descritivo
salientando a urgência
do julgamento para reparar o
mais rapidamente possível
essa discriminação.
Mesmo
com ação na Justiça
Federal, o SINTARGS tem, juntamente
com os deputados federais apoiados
pela categoria, pressionando
o Governo para sanar essa norma
que prejudica os colegas, mas
prejudica muito mais os produtores
e empresas produtoras de maça
e citrus.
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ATAES
registrada oficialmente
Desde
o dia 15 de abril de 2004, os
Técnicos Agrícolas
passam a contar com mais uma
entidade representativa. Foi
registrada nesta data a Associação
dos Técncos Agrícolas
de Encruzilhada do Sul tendo
como presidente o Técnico
Agrícola Marco Antônio
Morais dos Santos.
Os
Associados da ATAES se reúnem
todas as primeiras quintas-feiras
de cada mês. As reuniões
são acompanhadas de um
jantar e palestrantes são
convidados para contribuíem
com suas experiências.
Segundo
o presidente da Associação,
o bom relcionamento com o Poder
Público Municipal contribuiu
para a aquisição
da sede própria. Já
o diretor da ATAES, Genésio
Schafer, a criação
da associação
estimulará uma maior
participação da
categoria na discussão
dos problemas enfrentados pelo
setor primário do município
de Encruzilhada.
Os
associados da ATAES atuam nos
seguintes órgãos
e empresas: Secretaria Municipal
da Agricultura. EMATER, CRES,
Secretaria Municipal de Educação,
Fazendas de Reflorestamento
de Pinnus e Eucalipto, agropecuária.
fumageiras, agroindústria,
viveiros de mudas, avicultura.
elaboração de
projetos, carvão, STR,
Câmara de Vereadores,
representação
comercial e classificação
de cereais.
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AGENDA
|
|
Diretores
do SINTARGS (C) coordenam
reunião com Técnicos
Agrícolas em São
Borja |
Diretores
do SINTARGS reunidos com
o Secretário Kalil
pedem a contratação
de Técnicos Agrícolas
|
|
|
Marcos
Souza (D) presidente do
Sindicato dos Técnicos
Agrícolas de Minas
Gerais visita o SINTARGS
|
Autoridades
e Técnicos Agrícolas
em jantar de confraternização
pelo Dia do Técnico
Agrícola
|
|
|
| Senador
Paulo Paim recebe o presidente
do SINTARGS e do SINTEC
para tratar da Reforma Sindical
|
|
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LEONEL
BRIZOLA - 1922-2004
Traído
pelo coração
|
Diretoria
da Associação
dos Técnicos Rurais
reunida emPorto Alegre,
no Restaurante Elite em
1941.No detalhe o secretário
da entidade, Leonel Brizola
|
Há
cerca de dois anos eu tive o
privilégio de conversar
rapidamente com o ex-governador
Leonel Brizola. Perguntei a
ele se não sentia saudades
do tempo em que foi aluno da
Escola Técnica de Viamão
- ETA e de quando atuou como
Técnico Agrícola
na prefeitura de Porto Alegre.
Ele falou sobre este tempo com
muito carinho. Seus olhos brilhavam.
Seu semblante mostrava que as
cenas estavam vivas em sua memória.
Ficou claro, na nossa conversa,
que a escola agrícola
muito lhe marcou pelo saudosismo
exagerado demonstrado por Brizola.
Nossa conversa foi interrompida
pelo pessoal da FARSUL que desejava
a sua presença em um
evento da entidade.
Na
"verdade", muitos
livros foram escritos contando
a trajetória política
de Leonel Brizola. A grande
maioria dos autores suprimiram
uma das fases mais lembradas
pelo do ex-governador que foi
o período em que estudou
na Escola Técnica de
Viamão. Ele não
se preocupava com este esquecimento.
A valorização
deste tempo era notado no seu
dia-a-dia. Tinha convivio diário
com pessoas que tinham vínculo
com escolas técnicas,
como Volmar Castilhos, ex-professor
do ensino técnico rural
e Eduardo Debastiani, Técnico
Agrícola e meu colega
de aula na Escola Agrícola
de São Leopoldo. Eduardo
foi apresentado a Brizola por
Castilhos. Quando foi governador
do Rio de Janeiro, ele solicitou
a contratação
de um Técnico Agrícola
gaúcho, pois queria alguém
com "cheiro de terra"
ao seu lado. Eduardo, natural
do município de Muçum,
tornou-se amigo, fiel escudeiro
e homem de confiança
absoluta do ex-governador.
Outra
pessoa que era muito próxima
a Brizola é o também
Técnico Agrícola
e deputado estadual Giovani
Cherini. Cherini estudou na
ETA e mantinha uma relação
muito próxima com seu
líder político
a ponto de tê-lo como
uma espécie de conselheiro
político.
Brizola
tinha uma relação
histórica com os Técnicos
Agrícolas. Ele ajudou
a fundar a Associação
dos Técnicos Rurais do
Estado do Rio Grande do Sul,
em 1941, atuando como secretário
da entidade. Isto lhe rendeu
uma homenagem da categoria no
ano de 1991 com a entrega do
prêmio "Técnico
Agrícola". Engenheiro,
se elegeu prefeito de Porto
Alegre, deputado estadual, deputado
federal e governador em três
ocasiões: Rio Grande
do Sul e Rio de Janeiro em duas
oportunidades.
Brizola
morreu. Foi reconhecido até
mesmo por seu maior desafeto,
a Rede Globo. Todos tiveram
que curvar-se diante da coerência
política do grande líder.
Em vida, lutou na consecução
das reformas de base, principalmente
a reforma agrária, umas
das suas marcas, que a seu ver
devia ser feita "na lei
ou na marra". Teve muitos
feitos para orgulho de todos
nós. Sempre disse que
viveria cem anos. Foi traído
pelo coração.
Roberto
Dalpiaz Rech
Diretor
do SINTARGS
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A
Casa da Extensão Rural
* Caio Tibério da
Rocha
A
comunidade rural gaúcha
comemorou, no dia 2 de junho,
uma data que, para os extensionistas,
é mais do que especial.
Afinal, um dia, idealizamos
atuar no campo, auxiliar o homem
rural a desenvolver sua atividade,
a receber educação,
que sonharam em repassar orientação,
a contribuir para melhorar a
produção e a renda
dos agricultores e de suas famílias.
É o aniversário
de 48 anos de fundação
da Associação
Sulina de Crédito e Assistência
Rural, a nossa ASCAR, a nossa
entidade, responsável
por abrigar uma família
gigante, que começou
a se formar, se tornou numerosa,
mas jamais perdeu sua identidade.
Uma Instituição
que se enraizou na terra, criou
ramificações,
se fortaleceu, vingou e a cada
tarefa de um técnico,
a cada projeto que beneficia
uma comunidade, tem o olhar
voltado exclusivamente para
ajudar a melhorar a produção
do campo e a vida dos agricultores
gaúchos.
Tenho
orgulho em trabalhar em uma
Instituição que
jamais abandonou o homem do
campo, que sempre seguiu a concepção
da extensão rural, que
ajudou na formação
e na capacitação
de seus técnicos. Como
é bom estarmos inseridos
no grupo de profissionais que
atuam dentro dessa organização
vitoriosa, que transborda em
orgulho junto à sociedade
rio-grandense. Hoje, o trabalho
da extensão rural no
Rio Grande do Sul está
representado nos 480 escritórios
e nos 43 postos de classificação,
onde atuam 2.399 profissionais.
Atendemos 9.500 localidades
gaúchas e prestamos assistência
para 220 mil famílias,
entre produtores, assentados,
pescadores, quilombolas, indígenas.
Portanto, a cada duas famílias
localizadas no meio rural gaúcho,
uma é atendida por esta
empresa, que tem vocação
para fazer extensão rural
no Estado.
Um
Estado onde a interiorização
das políticas públicas
agropecuárias é
executado pela extensão
rural. Somos uma das entidades
rurais fiscalizadas pelos Municípios,
pelo Estado e pela União.
Desta forma, buscando controle
público e social, capilaridade,
rede, hierarquia e disciplina,
isto têm nos dado o passaporte
para nossa atuação
a fim de obtermos legitimidade
da sociedade rio-grandense.
Por determinação
do governador Germano Rigotto,
trabalhamos para dar assistência
técnica à produção,
incentivos à organização
rural, à geração
de emprego e renda, além
de ações que promovam
a inclusão social e diminuam
as desigualdades regionais.
O mesmo governador Rigotto determinou
que a ATER seja tratada como
um programa prioritário
deste governo, desenvolvendo
a assistência técnica
e a extensão rural, com
os serviços executados
pela Emater/RS. A meta única
é promover o desenvolvimento
rural sustentável, sem
exclusões.
*
Presidente da Emater/RS e superintendente
geral da ASCAR
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Assembléia
Legislativa presta homenagem
aos Técnicos
|
O
deputado Giovani Cherini,
proponente da homenagem
e o presidente da Assembléia
Legislativa, Vilson Covatti,
recepcionaram Carlos Coelho
(C) no Plenário
|
O
Deputado Giovani Cherini ocupou
a tribuna da Assembléia
Legislativa para prestar uma
merecida homenagem aos Técnicos
Agrícolas, pela passagem
do aniversário da categoria.
Cherini que é Técnico
agrícola presta homenagem
todos os anos. No entanto, esta
última, ele admite foi
especial. com o plenário
tomado pelos diretores do Sintargs,
Técnicos Agrícolas,
estudantes, diretores de escolas
agrícolas e amigos da
categoria, o Deputado destacou
a forte atuação
do Sintargs e o respeito que
a entidade conquistou ao logo
de mais de 50 anos. "Presto
esta homenagem há 9 anos,
nesta tribuna, como forma de
lembrar a sociedade gaúcha
esta importante data. Quero
em meu nome, com certeza, de
todos os colegas deputados prestar
as nossas sinceras congratulações
à categoria profissional
que, com sua formação
técnica, agiganta nossa
agropecuária, seja na
produção, na agroindústria,
no comércio, seja na
prestação de serviços
técnicos", destacou
o parlamentar. No final do seu
pronunciamento. Giovani Cherini
mostrou aos deputados, recortes
de jornais destacando o desempenho
dos Técnicos Agrícolas
e ofereceu a cada parlamentar,
em nome do SINTARGS, uma "espumante"
produzida sob orientação
de Técnicos Agrícolas.
O
pronunciamento do Deputado Giovani
Cherini teve aparte dos seguintes
deputados: Heitor Schuch, Luis
Fernando Schimidt, Jussara Cony,
Alexandre Postal, Jerônimo
Goergen e Osmar Severo.
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HOTEL
DE TRÂNSITO AFUSA SINTARGS
|
|
Vista
exterior do Hotel
|
Quartos
|
|
|
Banheiros
de luxo |
Auditório
|
R
E S E R V AS
Rua
Botafogo, 1021/SL 01 -
Bairro Menino Deus 90150-053
Porto Alegre/RS
Telefone:
(51) 32319932
Site:
www.sintargs.com.br
e-mail:
sintargs@terra.com.br
|
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PLANOS
DE SAÚDE UNIMED, HOTEL
DE TRÂNSITO, EMPRÉSTIMO
DA CEF,RECEITUÁRIO
AGRÍCOLA E ECOLÓGICO,
ADVOGADO E MUITO MAIS
Estas
são algumas vantagens
do sócio do SINTARGS.
O SINTARGS
coloca à disposição
dos associados vários
serviços. Além
de beneficiar aos associados
estes benefícios podem
ser úteis aos filhos
e familiares
O
SINTARGS OFERECE:
-
Plano de Saúde da UNIMED
(solicite tabela de preços);
-
Convênio com a Caixa Econômica
Federal para aquisição
da Casa Própria;
-
O único representante
da categoria em dissídio
ou convenção coletiva
de trabalho junto às
empresas públicas e privadas;
-
Assistência Jurídica
para todos os filiados, inclusive
ações de recuperação
do FGTS, aposentadoria do INSS
(é só telefonar);
-
Hotel de Trânsito, em
Porto Alegre junto a AFUSA,
ao lado da EMATER (pode fazer
a reserva pelo nosso telefone);
-
Empréstimo junto a Caixa
Econômica Federal pelo
convênio CEF/CREA/SINTARGS;
-
Blocos de Receituário
Agrícola e Agroecológico,
bem mais acessíveis.
Temos os blocos comuns (que
necessitam de carbono) e agora
os autocopiativos;
-
Serviço de acompanhamento
e assessoria, que orienta e
defende os Técnicos Agrícolas
nos processos em andamento junto
ao CREA;
-
Manutenção da
Legislação Profissional,
que vem cada vez mais sendo
contestada pelo CREA;
-
Mantemos um banco de empregos
com oportunidades à colegas
e empresas;
-
Estamos sempre informados sobre
concursos para técnicos
através da Internet,
informando aos associados sempre
que solicitado.
-
Vitória junto ao Superior
Tribunal de Justiça com
direito a todos os técnicos
de emitirem Receituário
Agrícola, bem como se
responsabilizarem por casas
agropecuárias;
-
O SINTARGS conquistou mais uma
vitória contra o CREA,
que se refere ao direito de
elaborar Projetos de Crédito
Rural.
-
Para se ter idéia, na
guia de ART - Anotação
de Responsabilidade Técnica
(manual ou informatizada), o
colega pode perceber que a única
entidade representativa dos
Técnicos constante da
relação do CREA
é o SINTARGS, com o CODIGO
102.
Colega,
fortaleça-se junto com
o seu Sindicato. Solicite sua
ficha de sócio, atualize
seus dados.
E
só telefonar para (51)
32319932
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TECNOLOGIA
COMÉRCIO
DE AGROTÓXICOS CRESCE
21,6%
A
agricultura brasileira passou
a utilizar mais fertilizantes
e agrotóxicos. De acordo
com o IBGE, a quantidade de
fertilizantes comercializada
por área plantada cresceu
85,5% de 1992 a 2000. O uso
de agrotóxicos também
subiu: 21,6% de 1997 a 2000.
O dado mais preocupante da pesquisa
é justamente aquele que
o IBGE não conseguiu
aferir: não se sabe,
em nível nacional, em
que escala o produto que chega
à mesa do consumidor
está contaminado pelo
uso errado dos pesticidas e
fertilizantes.
No
caso dos fertilizantes, a principal
preocupação é
com os impactos ambientais dos
produtos no ecossistema agrícola.
O uso excessivo pode causar
acidificação dos
solos, contaminação
de reservatórios de água
e eutrofização
(excesso de nutrientes na água,
que provoca o crescimento exagerado
de organismos como algas). Em
1992, foram comercializados
69,44 kg de fertilizantes por
hectare. Em 2000, essa quantidade
cresceu para 128,83 kg/ha.
No
caso dos agrotóxicos,
o período analisado foi
de 1997, quando a quantidade
era de 2,27 kg/ha, a 2000, quando
esse número subiu para
2,76 kg/ha. O aumento da utilização
dos defensivos agrícolas
nem sempre é controlado
pelos Estados.
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BRIGA
COM MONSANTO
Eis
uma notícia sobre transgênicos
que vai desagradar à
Monsanto tanto quanto ao Greenpeace.
Cientistas do setor privado
americano estão desenvolvendo
plantas geneticamente modificadas
com um novo gene de resistência
ao herbicida glifosato - semelhante
ao da tecnologia Roundup Ready
(RR), da Monsanto, só
que potencialmente mais eficiente.
Caso chegue ao mercado, será
o primeiro concorrente da Monsanto
em quase dez anos. O projeto
envolve pesquisadores de duas
empresas californianas, Verdia
e Redwood, e da Pioneer, uma
subsidiária da DuPont,
que compete diretamente com
a Monsanto em biotecnologia
agrícola. Eles criaram
um gene que, inserido nas plantas,
codifica uma enzima chamada
GAT, que tem a capacidade de
degradar o glifosato. O material
genético veio de bactérias
naturais do solo, com efeito
amplificado por uma técnica
conhecida como evolução
molecular dirigida, que consiste
em embaralhar pedaços
de genes na esperança
de acelerar sua “evolução”.
O resultado é o mesmo
da tecnologia RR: a planta transgênica
exposta ao glifosato sobrevive,
mas as ervas daninhas em torno
dela não. Só que
o mecanismo de resistência
é diferente. Normalmente,
o glifosato atua sobre uma enzima
chamada EPSPS, impedindo que
a planta produza aminoácidos
para sua sobrevivência.
Como defesa, os transgênicos
RR produzem uma enzima alternativa,
que substitui a EPSPS e mantém
o vegetal funcionando normalmente.
Já a enzima GAT ataca
diretamente o glifosato,eliminando-o
do organismo da planta. Os experimentos
de campo estão em estágio
inicial, mas testes com milho
em casas de vegetação
já demonstraram resistência
a seis vezes mais glifosato
do que os agricultores normalmente
utilizam no campo. A chegada
ao mercado ainda pode levar
de cinco a dez anos.
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EMPRESA
PRIVADA TEM LICENÇA DO
IBAMA PARA PESQUISAR MILHO TRANSGÊNICO
O
Ibama - Instituto Brasileiro
do Meio Ambiente e dos Recursos
Naturais Renováveis liberou
a licença para pesquisa
de campo de milho transgênico.
A solicitação
foi da empresa Dow Agrosciences.
Essa é a primeira licença
de pesquisa de campo com OGM's
- organismos geneticamente modificados
concedida à empresa privada
no Brasil. Segundo o Ibama,
o milho transgênico que
a empresa pesquisa é
resistente a mariposas e lagartas,
consideradas pragas na agricultura.
Desde
outubro de 2003, o Ibama concedeu
quatro licenças para
pesquisas, três para a
Embrapa e uma para a Dow Agrosciences.
A Embrapa está realizando
pesquisas para desenvolver mamão
resistente ao vírus da
mancha anelar e feijão
resistente ao vírus mosaico
dourado. Na última terça
(18), a estatal recebeu licença
para pesquisar a batata transgênica,
resistente ao vírus PVY.
Este vírus reduz a produtividade
da lavoura.
ORGÂNICO
MAIS PLANTADO
Estudo
do BNDES e PENSA/USP traçam
perfil da produção
brasileira O estudo do BNDES,
desmistifica alguns conceitos:
não são os legumes
e hortaliças os setores
com maior volume de produção
de orgânicos. A soja ganha
com 31% seguida de hortaliças
(27%) e café (25%). A
maior área plantada é
com frutas (26%), depois cana
(23%) e palmito (18%). Outro
ponto esclarecido, desta vez
no levantamento do Pensa/USP
feito com produtores paulistas,
é que 48% dos agricultores
estão no negócio
por causa do preço e
mercado promissor. Somente 17%
deles escolheram o cultivo orgânico
por causa da preservação
da natureza e sustentabilidade.
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Ingredientes
Naturais devem substituir Promotores
de crescimento de avicultura
de cortes
A
Divisão Feed da Beraca
Sabará Químicos
e Ingredientes Ltda _ Beraca,
apresenta uma alternativa segura
ao mercado: o Nutrafito, um
extrato 100% natural, livre
de resíduo e biologicamente
correto.
Desde
a segunda metade da década
de 90, vários países
importadores de carne de frango
têm aumentado as exigências
quanto à utilização
de promotores de crescimento.
Em 1999, a União Européia
baniu o uso de cinco antibióticos
promotores de crescimento (avoparcina,
bacitracina de zinco, espiramicina,
virginiamicina e tilosina) e
até janeiro de 2006 também
serão proibidas a utilização
de mais quatro substâncias:
monensina, salinomicina, avilamicina
e flavofosfolipol.
De
fato, a utilização
de antibióticos promotores
de crescimento garantiu que
os resultados de desempenho
na avicultura evoluíssem
consideravelmente, possibilitando
a redução dos
custos de produção
e do aumento da eficiência.
Além disso, os últimos
dados apresentados pela Abef
(Associação Brasileira
dos Exportadores de Frango)
revelam que as exportações
brasileiras de frango aumentaram
58% em abril, em relação
ao mesmo mês de 2003,
e totalizaram US$ 161,8 milhões.
Nos últimos 12 meses,
o Brasil aumentou o volume de
exportação em
3%, ou 2 milhões de toneladas
e US$ 2,043 bilhões em
faturamento.
Com
um panorama extremamente positivo
para o setor neste momento,
as restrições
quanto ao uso dessas substâncias
podem se tornar futuramente
um grande problema para as exportações
de frango e, conseqüentemente,
afetar toda a balança
comercial brasileira. Desta
forma, há necessidade
em substituir os antibióticos
por substâncias naturais,
que garantam a eficácia
nutricional das empresas produtoras
de frangos de corte sem deixar
resíduos.
A
Divisão Feed da Beraca
Sabará Químicos
e Ingredientes Ltda _ Beraca,
apresenta uma alternativa segura
ao mercado: o Nutrafito, um
extrato 100% natural, livre
de resíduo e biologicamente
correto, rico em polifenóis,
fibras, açúcares
e saponinas triterpenoidais,
que através de sua ação
no organismo das aves, melhora
sua performance, estando ainda
de total acordo com as exigências
do segmento avícola de
exportação.
Para
aplicação na indústria
de alimentação
animal, especificamente pelas
empresas de premix, Nutrafito
promove aumento do rendimento
da carcaça e do percentual
de peito; redução
da gordura abdominal; potencializa
a ação de probióticos
utilizados na ração;
equilibra o sistema imunológico;
auxilia na redução
de Ascite e Giardiase em aves;
melhora a absorção
intestinal através da
manutenção das
vilosidades; reduz o odor amoniacal
nas instalações,
proporcionando melhoria ao ambiente
e a saúde dos animais
confinados e auxilia na redução
de Salmonelose.
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PAUSA
PARA UMA REFLEXÃO ALEGRE
Comunicando-se
pelo lençol.
O
que pode significar um
nó.
Em
uma reunião de
pais numa escola de periferia,
a diretora incentivava
o apoio que os pais deveriam
dar aos filhos. Colocava
esta diretora também
que os mesmos deveriam
se fazer presentes para
os filhos. Entendia ela
que, embora sabendo que
a maioria dos pais e mães
daquela comunidade trabalhasse
fora, deveriam achar um
tempinho para se dedicar
e atender às crianças.
A
diretora ficou muito surpresa
quando um pai se levantou
e explicou, na sua maneira
humilde, que ele não
tinha tempo de falar com
o filho, nem de vê-lo
durante a semana, pois
quando ele saía
para trabalhar era muito
cedo e o filho ainda estava
dormindo, e quando voltava
do trabalho o garoto já
havia deitado, porque
era muito tarde. Explicou,
ainda, que tinha de trabalhar
assim para poder prover
o sustento da sua família.
Porém, ele contou
também que isso
o deixava angustiado por
não ter tempo para
o filho, mas que tentava
se redimir, indo beijá-lo
todas as noites quando
chegava em casa. Para
que o filho soubesse de
sua presença, ele
dava um nó na ponta
do lençol que o
cobria. Isso acontecia,
religiosamente, todas
as noites quando ia beijá-lo.
Quando o filho acordava
e via o nó, sabia
através dele que
o pai havia estado ali
e o havia beijado. O nó
era o elo de comunicação
entre eles.
Mais
surpresa ainda a diretora
ficou quando constatou
que o filho desse pai
era um dos melhores alunos
da sala.
**********
O que o Rio Grande Canta
Querência Amada
Composição:
Teixeirinha
Quem quiser saber quem
sou
Olha para o céu
azul
E grita junto comigo
Viva o Rio Grande do Sul
O lenço me identifica
Qual a minha procedência
Na província de
São Pedro
Padroeiro da querência
Oh! meu Rio Grande
De encantos mil
Disposto a tudo
Pelo Brasil
Querência amada
dos parrerais
Da uva vem o vinho
Do povo vem o carinho
Bondade nunca é
demais
Berço de Flores
da Cunha
E de Borges de Medeiros
Terra de Getúlio
Vargas
Presidente brasileiro
Eu sou da mesma vertente
Que Deus saúde
me mande
Que eu possa ver muitos
anos
O céu azul do Rio
Grande
Te quero tanto
Torrão gaúcho
Morrer por ti me dou o
luxo
Querência amada
Planície e serra
Dos braços que
me puxa
Da linda mulher gaúcha
Beleza da minha terra
Meu coração
é pequeno
Porque Deus me fez assim
O Rio Grande é
bem maior
Mas cabe dentro de mim
Sou da geração
mais nova
Poeta bem macho e guapo
Nas minhas veias escorre
O sangue herói
de farrapo
Deus é gaúcho
Da espora e mango
Foi maragato ou foi chimango
Querência amada
Meu céu de anil
Este Rio Grande é
gigante
Mais uma estrela brilhante
Da bandeira do Brasil |
PIADAS
O
gago aborda um transeunte
na rua:
- O se... senhor sa...
sa... sabe, on... on...
de fi... fi...
ca a esco... cola de ga...
ga... gagos?
- Mas para quê?
O senhor já gagueja
tão bem!
A
tia vira-se para a Mariazinha
e pergunta:
- O que você vai
fazer quando for grandona
como a
titia?
- Um regime!
Desesperada,
uma senhora procura um
padre.
- Padre, eu estou com
um problema! Eu tenho
duas
papagaias, mas elas só
sabem falar uma coisa!
- O que elas falam? -
Perguntou o padre.
- Olá, nós
somos prostitutas! Vocês
querem se divertir?
- disse a senhora.
- Isto é terrível!
- Respondeu o padre.
- Mas eu tenho uma solução
para o seu problema.
Leve suas papagaias para
minha casa e eu as colocarei
junto com meus dois papagaios,
os quais ensinei a rezar.
No dia seguinte, a mulher
levou suas papagaias para
a casa do padre. Assim
que foram colocadas na
gaiola
elas disseram:
- Olá, Somos prostitutas!
Vocês querem se
divertir?
Ao ouvir isso, um papagaio
olhou para o outro e disse:
- Jogue o terço
fora! Nossas preces foram
atendidas!
Perguntaram
pro caipira: - Quais são
as três melhores
coisas do Mundo? - Dinheiro,
mulher e bicho
de pé. - Bicho
de pé? E a explicação:
- Claro, de que
adianta dinheiro e mulher,
se o bicho não
está de pé?
O
cara, querendo comprar
um burro, perguntou
pro matuto: - Quanto custa?
- Vinte mil reais! - Vinte
mil? Tá doido,
cara? Olha, eu dou dez
mil no pau! -
Nada disso, só
vendo o burro inteiro.
O
mendigo chega para uma
senhora e pede uma
esmola.
- Em vez de ficar pedindo
esmolas, por que não
vai
trabalhar?
- Dona, estou pedindo
esmola e não conselhos!
Um
bêbado entrou num
ônibus, sentou ao
lado
de uma moça e disse:
- Mas como tu é
feia, você é
a coisa mais horrível
que
eu já vi!!
- A moça olha para
ele e responde:
- E tu seu bêbado
nojento!!!
- E o bêbado imediatamente
responde:
- E, mas amanhã
eu estou curado!!!
-
Padre, o senhor acha correto
alguém lucrar com
o erro dos outros?
- É claro que não,
meu filho!
- Então me devolve
a grana que eu te paguei
para
fazer o meu casamento.
O
bêbado acompanhava
o pastor em sua oração:
- Se vocês orarem
com fé, Jesus entra
em suas vidas
e permanecerá dentro
de suas almas. Deixe que
Jesus
entre!!!
Nesse momento, o bêbado
que estava ajoelhado orando,
tão concentrado,
nem percebeu quando um
cachorro
lambeu seu traseiro. Ele
então falou:
- Por aí não,
Senhor! Por aí,
não!
Um
bêbado é
abordado na rua por uma
senhora
que segura sofregamente
uma Bíblia:
— O senhor quer
ser testemunha de Jeová?
— Por que? Ele está
sendo processado?
|
EDITAL
DE CONVOCAÇÃO
No uso das atribuições
que me confere o Estatuto que
rege a Entidade e a legislação
em vigor, C O N V O C O todos
os integrantes da categoria,
empregados das EMPRESAS PÚBLICAS
E PRIVADAS no Estado do RS,
a comparecerem na Casa do Técnico
Agrícola parque de Exposição
Assis Brasil, BR 116 Km13 -
Esteio/RS, no próximo
dia 02 de setembro de 2004,
às 9h, a fim de participarem
de Assembléia Geral Extraordinária.
Não sendo obtido o “quorum”
de comparecimento em primeira
convocação, a
Assembléia Geral, em
segunda convocação,
será realizada às
9h30min., obedecendo-se a seguinte
Ordem do Dia:
1)
Deliberarem pela conveniência
ou não de celebrar Convenção
Coletiva de Trabalho, ou instaurar
processo de revisão de
dissídio coletivo de
natureza jurídico-econômica
com as categorias econômicas
paralelas;
2) Sendo aprovado
o primeiro item da ordem do
dia, deliberarem pelas bases
econômicas e sociais que
regerão a referida Convenção
Coletiva ou dissídio
Coletivo, originário
ou não, tanto para acordo
como para o caso de julgamento,
inclusive o recolhimento aos
cofres da Entidade;
3) Concluída
a Convenção Coletiva
ou Dissídio Coletivo,
autorizar o representante legal
da Entidade a assinar o acordo
com as categorias econômicas
paralelas.
Porto Alegre, 27 de agosto de
2004.
Téc.
Agr. CARLOS DINARTE COELHO
Presidente.
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A ÁGUA ESTÁ ACABANDO
A
agricultura e a pecuária
respondem por aproximadamente
70% do consumo dos recursos
hídricos globais
Os
recursos hídricos possuem
importância fundamental
para o conjunto das atividades
humanas. Neste particular, a
agricultura e a pecuária,
muito mais do que as atividades
industriais e o consumo urbano
e doméstico, respondem
por aproximadamente 70% do consumo
dos recursos hídricos
globais .
Não
é difícil compreender
a magnitude do consumo de recursos
hídricos pelas atividades
rurais. Não por outra
razão, senão pelo
fato da água ser insubstituível
nos processos biológicos.
Sua importância é
evidente quando lembramos que
a água pode representar
até 90% da composição
dos vegetais. A disponibilidade
inadequada do recurso em períodos
como o do crescimento das plantas,
pode comprometer lavouras inteiras
e gerar crises agudas de fome
em larga escala.
No
referente à pecuária,
a água é vital
tanto para a dessedentação
dos animais quanto para a produção
de ração. Ressalve-se
que a ração animal
incorpora água para ser
produzida. Também solicita
determinado teor de umidade
para configurar-se eficazmente
enquanto forragem. O somatória
da água para dessedentação
e daquela incorporada no alimento
para o gado, resulta em enorme
in put hídrico,
raramente conhecido pelo cidadão
comum.
Dada
a importância da água
para a criação
dos animais, não admira
que mesmo nas regiões
áridas e semi-áridas
do planeta, nas quais a escassez
do líquido é notória,
os pastores nômades tenham
desenvolvido agudo senso de
reconhecimento do recurso no
ambiente natural, prospectando
poços de água
e explorando os veios que afloram
superficialmente - como no caso
dos oásis dos desertos
- nos quais é possível
obter alimento e matar a sede
do gado.
Assinale-se
que o consumo agrícola
e pecuário dos recursos
hídricos se manterá
tendencialmente majoritário
em termos do capital hidrológico
global. Mesmo sabendo-se que
a industrialização
oferece comparativamente com
a agricultura uma melhor remuneração
pelo uso da água , o
crescimento das áreas
de lavoura irrigada e das pastagens
conquistadas ao meio natural,
serão responsáveis
pela maior parcela de acréscimo
da utilização
dos recursos hídricos
nos próximos 25 anos.
O
motivo principal é a
expansão demográfica,
que exerce, por si mesma, uma
pressão crescente no
sentido da ampliação
das áreas voltadas para
a produção de
alimentos. Por isso, cresce
em todo o mundo a irrigação,
cuja difusão é
acompanhada pela requisição
de vastos volumes de água.
Se alastram os desmatamentos,
em larga medida afetando regiões
florestadas e abrindo espaço
para o surgimento de campos
artificiais voltados para a
produção de carne,
especialmente da bovina.
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Impactos
provocados pela produção
de alimentos nos recursos hídricos
A
produção de um
quilo de trigo reclama o suprimento
de 900 litros de água;
um quilo de milho, 1.400 litros;
um quilo de arroz, 1.910 litros;
um quilo de carne de frango,
3.500 litros; por fim, um quilo
de carne de boi implica no consumo
de 100.000 litros de água.
Para
se produzir uma tonelada de
grãos são necessárias
mil toneladas de água,
e para uma tonelada de arroz,
duas mil toneladas de água.
No
Brasil, apenas quanto ao item
dessedentação,
os rebanhos são responsáveis
por 5% da água consumida
no país, sendo que deste
total, o gado bovino absorve
cerca de 93% do total.
Além
da agricultura e da pecuária,
a aqüicultura tambémtem
se destacado como atividade
consumidora de água.
Atualmente, um em cada três
peixes degustados pela população
mundial é proveniente
de fazendas de piscicultura.
Especialmente na China, país
que responde por cerca de 90%
da aqüicultura mundial,
o crescimento da aqüicultura
tem promovido a desaparição
de pântanos e mangues
para ceder lugar para as fazendas
de criação de
peixes e camarões.
Um
aspecto nutricional do consumo
de água na produção
de alimentos reside em quesitos
como a produção
de bebidas e de refrigerantes.
Contando com uma legislação
corporativista a seu favor,
os fabricantes de bebidas podem
oferecer, por exemplo, bebidas
engarrafadas a um preço
mais baixo do que a água
mineral ou mesmo do que o leite.
Com base nesta lógica
perversa, cada mexicano bebe
em média uma quantidade
três vezes maior de refrigerantes
do que de leite, apesar deste
ser mais barato e nutritivo.
Outro
aspecto, também negligenciado
nas discussões de alimentos,
é o custo energético
que envolve a produção
e a distribuição
dos alimentos. Este dado importa
pelo fato de fração
significativa da energia mundial
basear-se numa matriz hídrica,
pelo que temos na energia um
outro in put hídrico
importante na questão
da produção alimentícia.
Este percentual energético
tem crescido por conta da refrigeração
e refeições de
consumo rápido, tais
como pratos congelados, legumes
pré-cozidos etc.
O
que significam, por exemplo,
os 100.000 litros de água
necessários para produzir
um quilo de carne? E a criação
de gado, quais seriam as outras
implicações sócio-ambientais
desta atividade? E os dejetos
dos animais, até que
ponto oferecem perigo real para
o ambiente? Perguntas que solicitam
exemplos concretos!
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ART:
a valorização
do trinômio qualidade-responsabilidade-confiança
Claudio
Dilda*
A
Anotação de Responsabilidade
Técnica (ART) na área
ambiental relaciona, de forma
ampla e abrangente, três
partes diretamente envolvidas:
o contratante dos serviços
profissionais, quem assina o
documento e o órgão
licenciador. Interligados por
uma ou mais folhas de papel
(enquanto não for adotada
a certificação
eletrônica) respondem
ao conjunto da sociedade que
postula um desenvolvimento econômico
que não comprometa a
natureza e, numa escala planetária,
a própria existência
da espécie humana.
Precisamos
partir do princípio básico
de que uma ART não é
uma instância burocrática.
É, isto sim, demonstração
de qualidade técnica
na produção e/ou
análise de um projeto.
Cada ART passa a integrar o
patrimônio profissional
de seu autor. Assim, não
é por acaso que a sigla
evidencia a palavra responsabilidade.
Estamos
consolidando na Fepam a constatação
de que a imensa quantidade de
empreendimentos que buscam atender
dispositivos legais para licenciamento
somente poderá ser atendida
se contarmos com a efetiva participação
dos municípios no que
tange aos impactos locais e
se ampliarmos significativamente
a nossa confiança nos
profissionais habilitados a
emitir ARTs e suas assinaturas
nestas anotações.
Eis
o trinônimo completo:
com a qualidade na produção
técnica bem caracterizada
e com a responsabilidade profissional
renovada permanentemente, a
confiança do órgão
ambiental se traduzirá
em licenciamentos mais ágeis.
Todas as partes resultam beneficiadas.
E os desvios éticos de
rumo? Temos a certeza de que
a Fepam e o mercado de trabalho
se encarregarão de identificá-los.
O maior patrimônio de
um profissional é a sua
imagem pessoal.
*Diretor-presidente
da Fepam
Fundação
Estadual de Proteção
Ambienta
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Aqüífero
Mercosul ameaçado
O
Aqüífero Mercosul,
o famoso reservatório
subterrâneo de água
compartilhado pelo Brasil, Argentina,
Paraguai e Uruguai está
ameaçado. Com mais de
70% da sua área localizada
no território brasileiro,
o Aqüífero Mercosul
já foi contaminado em
vários pontos pela carga
mortal do chorume, prejudicando
assim um patrimônio de
indiscutível importância
para o país e para a
nacionalidade.
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