Jornal do Técnico Agrícola


Ano V - nº 16 - Agosto / Setembro 2004

EXPOINTER 2004

A 27ª Edição da Expointer, que ocorre de 28 de agosto a 5 de setembro, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, está projetada pelo Goveno do Rio Grande do Sul como o maior volume de negócios e melhor em organização e infra-estrutura de toda história da Feira. A Casa do Técnico Agrícola também está projetada para receber um público ainda maior em relação há anos anteriores. O local foi remodelado e ampliado para trazer mais conforto aos profissionais, estudantes e visitantes que, tradicionalmente visitam o espaço destinado aos Técnicos Agrícolas na Expointer.

Maiores informações, ligue para o SINTARGS.

Telefone (0xx51) 3231.9932

 

Técnicos Agrícolas realizam Encontro no Agroshow

O Dep. Paulo Pimenta (D) foi um dos painelistas do evento promovido pelo SINTARGS

O Agroshow 2004 superou todas as expectativas dos Técnicos Agrícolas e da coordenação do evento em termos de resultados. Cerca de 40 mil pessoas visitaram o Centro de Eventos de Nova Petrópolis de 24 a 27 de junho.

 

 

 

Um dos grandes momentos do Agroshow

Promovido pela Emater, Cooperativa Piá e Prefeitura de Nova Petrópolis, o evento teve em sua programação o 1º Encontro Estadual dos Técnicos Agrícolas no Agroshow sendo responsável pela programação de mais de uma dezena de palestrantes como deputados, professores, dirigentes públicos, cooperativistas e técnicos agrícolas. "O foco do Encontro dos Técnicos Agrícolas no Agroshow foi o profissional e o ensino técnico" diz o presidente do Sindicato dos Técnicos Agrícolas, Carlos Dinarte Coelho.

 

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Informação

O SINTARGS solicitou a reimpressão dos Folders contendo informações sobre a entidade e a atuação profissional da categoria. A demanda é muito grande nas escolas agrícolas.

Colônia de Férias

O SINTARGS está fazendo um grande esforço para oferecer mais lazer aos seus associados. Até 2005 deverá ser firmado o convênio que possibilitará a todos usufruírem da Colônia de Férias em Tramandai.

Hotel de Trânsito

Os Técnicos Agrícolas que viajam a Porto Alegre não precisam se preocupar com hotéis caros, como Umbu, Continental etc. O SINTARGS renovou o convênio com o Hotel de Trânsito da AFUSA que, recentemente, foi totalmente reformado.

Mais técnicos na EMATER

O presidente da Emater, Eng° Agr° Caio Rocha disse, na sede do SINTARGS que a empresa necessita de mais de 120 Técnicos Agrícolas para atender a demanda no Estado. Pelo que conhecemos do Caio, se depender dele, em breve teremos mais profissionais técnicos atuando na empresa. Vale dizer, que na sua gestão, os técnicos tem sido reconhecidos. Muitos exercem cargos de chefia.

Casa do Técnico Agrícola

Na Expointer 2004 a Casa do Técnico Agrícola é atração. São esperados mais de 2 mil visitantes. Remodelada e ampliada, a Casa contará com uma área externa o que dará mais conforto aos profissionais, estudantes, empresários, políticos e produtores rurais que tradicionalmente visitam o local.

Técnicos na Política

O SINTARGS fez um levantamento parcial dos candidatos técnicos a prefeito e vereador. Estima-se que mais de 150 colegas participam do pleito neste ano. Vale dizer que muitos colegas ocupam cargos como deputados, prefeitos, vice-prefeitos e vereadores.

 

Agroshow I

Mais de 250 técnicos da Emater e da Cooperativa Piá envolveram-se na organização do evento e no atendimento ao público, prestando orientações e demonstrações práticas nas dinâmicas.

Os organizadores calculam que em torno de 150 excursões, de 120 municípios gaúchos participaram da Agroshow.

Agroshow II

A novidade neste ano foi a realização do Iº Encontro Estadual dos Técnicos Agrícolas no Agroshow. Mais de 600 pessoas participaram deste evento promovido em parceria com a Cooperativa Piá. Várias autoridades prestigiaram o encontro. Entre elas, podemos citar os Deputados e técnicos agrícolas Paulo Pimenta e Giovani Cherini, presidente da Emater Eng.º Agrícola Caio Rocha, presidente da OCERGS, Vicente Bogo, presidente da Agptea Fritz Roloff e o Superintendente da Suepro, Martim Barboza.

Agroshow III

A parceria está selada. Depois da realização do Agroshow, o SINTARGS reuniu a diretoria para fazer uma avaliação do evento. O presidente da Cooperativa Piá, Vitor fez questão de participar da reunião. O Técnico Agrícola Fabio Guaragni, funcionário da Piá, também esteve presente. Guaragni foi homenageado pelo sindicato.

 

Página do SINTARGS

O número de visitantes da página do SINTARGS bate recorde a cada mês. Em julho computamos mais de 6 mil visitas. A página foi reformulada e pode ser acessada de duas maneiras: www.sintargs.com.br ou www.tecnicoagricola.com.br

 

SAÚDE

O saúde devia estar ao alcance de todos. Infelizmente não está. Pensando nisso, o SINTARGS dispõe do Plano de Saúde UNIMED.

 

Fuja do Aluguel CONVÊNIO SINTARGS E CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

O SINTARGS está mantendo tratativas para formalização de convênio com a Caixa Econômica Federal para concessão de crédito imobiliário compreendendo linhas de aquisição de imóvel novo e usado, construção e material de construção, reforma e ampliação, bem como, para o Programa de Geração de Emprego e Renda - PROGER, viabilizando capital de giro e recursos para aquisição de bens e equipamentos necessários ao exercício da atividade de Técnico Agrícola.

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CARTAS

 

* Senhor Presidente

Agradeço o envio de sua carta e das observações nela manifestadas, que representam uma contribuição muito importante para o debate relativo à Reforma Sindical.

Receba meu fraternal abraço, extensivo aos demais compenheiros do Sindicato dos Técnicos Agrícolas de Nível Médio do Estado do Rio Grande o Sul.

Paulo Paim - Senador

* Senhor Presidente

Sou Técnico Agrícola formado na Escola Agrícola de Guaporé em 2003.

Estou escrevendo para pedir informações a respeito da associação junto ao SINTARGS que, com certeza, vai me auxiliar muito na minha vida profissional.

Ademir Giongo Soledade

 

Senhor Presidente

* O Agroshow/2004 superou todas as expectativas. Queremos manifestar a essa entidade nossos efusivos agradecimentos pela importante atividade desenvolvida durante o evento.

Aguardamos com ansiedade o próximo Agroshow e gostaríamos que pudéssemos contar com o apoio novamente desta maravilhosa organização representativa.

José Mário Hansen

Superintendente Piá

 

* Senhor Presidente

Venho por meio deste, informar a tramitação do projeto de Lei n° 2.875/04, de minha autoria, que fixa aos Técnicos Agrícolas, renu-meração mínima do valor equivalente a 60% atribuído aos profissionais de Engenharia, Química, Arquitetura, Agronomia e Veterinária. Cabe ressaltar que o referido Projeto tramita junto a Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público, na qual foi designado relator o Dep. Cláudio Magrão.

Paulo Pimenta

Deputado Federal

 

*Ao cumprimentar os amigos e Técnicos Agrícolas associados ao Sindicato dos Técnicos Agrícolas estou enviando nossos informativos técnicos para seu bom uso e aproveitamento, colocando-nos à sua disposição para maiores informações.

Diretoria

Cooplantio

 

Mande suas dúvidas, sugestões ou comentários para a Sessão de Cartas do Técnico Agrícola, para: E-mail: sintargs@sintargs.com.br, sintargs@terra.com.br , tecnicoagricola@terra.com.br

Endereço: Rua Botafogo, 1021/S-01 Menino Deus (ao lado da Emater) 90150-053 Porto Alegre/RS

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EDITORIAL

O porquê do Conselho de Fiscalização Profissional

Por muitos anos, os Técnicos Agrícolas têm lutado para ter seu próprio Conselho de Fiscalização Profissional e todos tem conhecimento deste fato.

Nos últimos dias estamos acompanhando o debate sobre a criação do Conselho de Fiscalização Profissional dos Jornalistas e das possíveis repercussões na vida dos brasileiros.

É justa a luta dos jornalistas por um órgão que discipline a ética dos profissionais e disso somos plenamente favoráveis.

Mas é muito difícil para nós, membros de uma categoria profissional tão discriminada dentro do CONFEA/CREAs, um conselho multiprofissional que se alimenta da briga entre as diversas categorias. Apesar do esforço de um ou outro dirigente deste sistema a discriminação aos técnicos é evidente.

São dezenas de projetos de lei tramitando no Congresso Nacional para criação de conselhos profissionais ou modificação institucional destes.

Isto tudo nos faz refletir muito sobre o verdadeiro papel dos

Conselhos de Fiscalização Profissional no Brasil.

Qual o verdadeiro papel destas instituições?

Por que o governo deve ter sob sua tutela essas instituições?

São instituições cor-porativas estatais que se confundem com os sindicatos?

Este é o dilema do Governo Federal. E, por isto que nos atrevemos a propor e enriquecer o debate com as seguintes formulações:

- Todas as profissões regulamentadas por Lei devem ter seu órgão próprio de fiscalização profissional;

- fim dos Conselhos Multiprofissionais de Fiscalização;

- formulação de uma Lei Geral de Fiscalização das Profissões Regulamentadas;

- que sejam delegadas as funções de fiscalização da profissão para as entidades sindicais próprias.

São algumas sugestões que afastaria o poder de intervenção do Governo sobre a atuação profissional das diversas categorias. Diminuirá a carga tributária sobre os profissionais, serviços e empresas, ficando os sindicatos como interlocutores da vontade e das responsabilidades das categorias.

A elaboração de uma Lei Geral para disciplinar todas as profissões regulamentadas reduzirá os casuísmos da criação destes órgãos.

Cada profissão tem Lei própria de criação e regulamentação e é essa norma que rege as atribuições profissionais juntamente com a formação.

Enfim, é importante o papel fiscalizador da ética dos profissionais. Não temos dúvida de que na década de trinta, quando foram idealizados, tinham os melhores ideais, mas é imprescindível modernizar essas estruturas, sob o controle dos próprios profissionais.

Pela liberdade constitucional do exercício profissional.

Carlos Coelho Presidente do SINTARGS

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Técnico Agrícola terá salário mínimo profissional

Projeto de Lei sugerido pelo SINTARGS foi acolhido pelo Deputado Federal Paulo Pimenta

Por sugestão do Sindicato dos Técnicos Agrícolas - SINTARGS, o deputado Paulo Pimenta apresentou o Projeto de Lei nº 2875 que altera a Lei n° 4950/66 que fixa o salário dos engenheiros em 8 salários mínimos. De acordo com a proposta de Pimenta os técnicos agrícolas passarão a ganhar 60% do piso dos profissionais da engenharia.

Para o presidente do SINTARGS, Carlos Coelho, o projeto do Deputado Pimenta tem por objetivo desfazer uma injustiça contra a categoria dos Técnicos Agrícolas. "A Lei que se pretende alterar, dispõe sobre o piso salarial dos engenheiros e outros profissionais de nível superior. Modificada, será determinante na valorização da categoria". Para Coelho, é indispensável que exista uma regulamentação legal que proteja os Técnicos Agrícolas.

Para a Lei ser aprovada é necessário que a categoria se mobilize, alerta o vice-presidente do SINTARGS, Air Nunes dos Santos. Air, que também é presidente da Intersindical, diz que o projeto ora apresentado vem assegurar também aos Técnicos Agrícolas a percepção de uma salário digno, condizente com as suas reais atribuições profissionais, uma vez que eles atuam em conjunto com as demais categorias da área de agronomia, visando, precipuamente, o desenvolvimento de nossa agricultura.

Parceria - A luta pela conquista do Piso Salarial da Categoria está recebendo importantes adesões. Além do deputado Pimenta, a entidade buscará apoio de outras lideranças que possam contribuir na aprovação da proposta. Convertida em lei, irá assegurar melhores condições de vida a milhares de colegas técnicos e mais motivação aos estudantes das escolas técnicas.

 

 

SINTARGS ajuíza ação de revisão de Convenção Coletiva

Após esgotadas as negociações com a patronal SESCON, o SINTARGS optou por ajuizar ação de revisão da convenção coletiva 2003 na justiça do Trabalho: não tendo havido clareza quanto ao reconhecimento da inflação do período revisando, não restou outra alternativa ao sindicato senão ajuizar a ação revisional, de outro modo poderá ainda ser objeto de negociação em setembro, caso até esta data o dissídio não venha a ser julgado pelo TRT. As demais cláusulas sociais foram concedidas pelas empresas, embora em índices inferiores a inflação do período, resultando em provável débito trabalhista, caso o tribunal venha a julgar.

São benefícios concedidos;

1. reajuste do vale alimentação de R$ 8,90 para R$ 10,30. Na prática um incremento entre R$ 25,20 a R$ 30,80 por mês, sendo descontado os 2% previstos em Lei direto no valor do vale e antecipando o desconto legal em 30 dias. A retroatividade do vale paga em julho de 2004;

2. reajustar o auxílio creche de R$ 104,97 para R$ 121,00, somente para aqueles empregados que têm filhos com menos de 7 anos.

A expectativa é de que o Tribunal venha a julgar o Dissídio antes da data marcada pelo SESCON, 3 de de setembro, para aprtesentar proposta salarial.

 

Perdas Salariais

O tempo passa, os governos passam, as empresas ficam, os trabalhadores ficam e neste tempo os salários ficam corroídos .Os Sindicatos tem lutado para manter o nível salarial nas empresas e fundações vinculadas ao governo mas a história prova que continuamos a perder para a inflação. É necessário dar continuidade a luta e para isto todos devem estar informados sobreas promessas de campanha e o que efetivamente recebemos. Veja no quadro abaixo as últimas reposições salariais que os governos concederam aos trabalhadores das fundações e empresas vinculadas ao Estado.

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PROJETO DE LEI Nº 2875, DE 2004

"Modifica a Lei nº 4.950-A, de 22 de abril de 1966, que "dispõe sobre a remuneração de profissionais diplomados em Engenharia, Química, Arquitetura, Agronomia e Veterinária", para estendê-la ao Técnicos Agrícolas."

O Congresso Nacional decreta:

Art. 1º A Lei nº 4.950-A, de 22 de abril de 1966, que "dispõe sobre a remuneração de profissionais diplomados em Engenharia, Química, Arquitetura, Agronomia e Veterinária" passa a vigorar acrescida do seguinte art. 7º-A:

"Art. 7º A Esta lei aplica-se aos Técnicos Agrícolas, fixando-se a sua remuneração mínima em um valor equivalente a 60% (sessenta por cento) do valor atribuído aos profissionais referidos no art. 1º."

Art. 2º Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.

Deputado Paulo Pimenta - PT

 

CREA remete cobrança indevida

O CREA-RS volta a ameaçar os profissionais. O Conselho está remetendo novas cobranças de anuidades como se os técnicos e engenheiros não tivessem pago. Caso tenham recebido ou venham a receber estas cobranças entrem em contato com o seu sindicato, enviando cópia destas pelo fax (0xx51) 3231 9932 para que possamos melhor informar sobre os procedimentos administrativos ou jurídicos a serem adotados.

Mais uma vez, o CREA tenta coagir os profissionais descumprindo a determinação da justiça.

 

 

Licenciamento ambiental mobiliza SINTARGS

A Secretaria do Meio Ambiente emitiu portaria cumprindo o que estabelece a legislação profissional do Técnico Agrícola

Dirceu Boniatti, Air Santos, Carlos Coelho, presidente da FEPAM Claudio Dilda e Armênio

O Sindicato dos Técnicos Agrícolas do Estado do Rio Grande do Sul - SINTARGS vem desde o ano passado trabalhando junto a Fundação Estadual de Proteção ao Meio Ambiente - FEPAM e a Secretaria Estadual do Meio Ambiente - SEMA para o cumprimento da legislação profissional dos Técnicos Agrícolas da Legislação Ambiental. Os técnicos tinham problemas quanto ao licenciamento ambiental para as lavouras de arroz irrigadas, ocorrendo diversos tipos de procedimentos no órgão ambiental. Somente no fim do período de licenciamento foi liberado aos Técnicos Agrícolas registrados no CREA e com a emissão da respectiva ART as licenças ambientais.

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Ações na SEMA, FEPAM e ASGAV

Por ocasião da posse do Secretário do Meio Ambiente, Adilson Troca, a diretoria do sindicato fez um relato das conversações mantidas com o ex-secretário José Alberto Wenzel sobre ações de alguns funcionários que persistem em criar empecilhos aos Técnicos Agrícolas quando da elaboração das licenças ambientais. Adilson Troca mostrou-se preocupado com a situação relatada e fez uma visita a sede do SINTARGS para debater com mais profundidade esta questão.

Na Associação Gaúcha das Empresas Avícolas - ASGAV os diretores do sindicato se reuniram com o secretário executivo da entidade, Eduardo Santos. Santos manifestou a sua preocupação sobre a emissão de licenciamento ambiental sobre cada unidade avícola ou suinícola no RS. Relatou que os Técnicos Agrícolas estão diariamente nas unidades de produção sendo plenamente capazes pelos licenciamentos. Ele garantiu que as empresas são favoráveis a atuação dos Técnicos Agrícolas.

Esta importante ação do SINTARGS de esclarecimento permanente dos órgãos ambientais do estado oportunizou a tomada de decisão derradeira de que cabe aos profissionais das diversas áreas do conhecimento dentre as quais os Técnicos Agrícolas que estiverem registrados no Conselho de Fiscalização Profissional próprio e com a respectiva ART. E, que tanto a SEMA quanto a FEPAM atuarão quando os profissionais responsáveis pelo projeto de licenciamento atuarem de forma negligente e irresponsável que provoquem ou possibilitem a ocorrência de dano ambiental.

 

 

Portaria Conjunta SEMA/FEPAM Nº 001/2004, de 22 de maio de 2004, trata do licenciamento ambiental

O SECRETÁRIO DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE E O DIRETOR-PRESIDENTE DA FUNDAÇÃO ESTADUAL DE PROTEÇÃO AMBIENTAL HENRIQUE LUIZ ROESSLER- FEPAM, NO USO DE SUAS ATRIBUIÇÕES,

- Considerando o disposto na Lei Federal nº 5.194, de 24 de dezembro de 1996;

- Considerando o disposto na Lei Federal nº 5.524, de 05 de novembro de 1968;

- Considerando o disposto no Decreto Federal nº 90.922, de 06 de fevereiro de 1985;

- Considerando o que dispõe o Decreto Federal nº 4560, de 30 de dezembro de 2002;

- Considerando o parecer da ASSJUR/FEPAM no processo administrativo nº 11.462-0500/03-0;

- Considerando o parecer da ASSJUR/SEMA no processo nº 11462-0500/03-0.

RESOLVE:

Art. 1º - Os órgãos responsáveis pelo licenciamento ambiental devem aceitar projetos cujos responsáveis técnicos sejam Técnicos Agrícolas de Nível Médio, desde que os referidos profissionais possuam a competente Anotação de Responsabilidade Técnica _ ART, e que o projeto não ultrapasse os limites previstos no §1º, do artigo 6º do Decreto 90.922, de 06 de fevereiro de 1985.

Art. 2º - Em caso de dúvida quanto à competência, o órgão licenciador comunicará o Conselho de Classe sobre a licença e/ou autorização concedida, solicitando retorno no prazo de 15 (quinze) dias.

Art. 3º - Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

Art. 4º - Revogam-se as disposições em contrário.

Porto Alegre, 25 de maio de 2004.

Adilson Troca

Secretário de Estado do Meio Ambiente

 

Cláudio Dilda

Diretor Presidente da FEPAM

Código 23681

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SINTARGS x CREA-RS

A assessoria jurídica do SINTARGS ajuizou mandado de segurança contra a cobrança ilegal das anuidades e taxas em valores acima do permitido na Lei nº 5.194/66, Lei nº 6.994/82 e Resolução nº 482 do CONFEA. O SINTARGS efetivou todos os esforços junto ao CREA-RS para que administrativamente fosse reparada a cobrança indevida. Sem sucesso não coube outra alternativa, se não procurar o judiciário, a exemplo de outras entidades. Liminarmente o judiciário determinou o pagamento das anuidades de 2004 no valor de R$ 19,00 e está examinando o mérito da questão a fim de repor o fixado na legislação. Somente uma Lei pode fixar valores de taxas, multas ou impostos.
Muitos são os Conselhos de Fiscalização Profissional, que são autarquias federais (órgão público federal) estão cobrando valores fixados em Resoluções próprias, desrespeitando a Constituição Brasileira. A Lei estabeleceu dois MVR (Maior Valor de Referência) como valor máximo a ser cobrado dos profissionais engenheiros, arquitetos ou técnicos. Como o MVR foi convertido em UFIR e posteriormente este extinto, o valor corrigido até 2004 é de R$ 19,00. No caso dos técnicos a Resolução nº 482 do CONFEA estabeleceu em 50% do valor dos profissionais universitários.
Mesmo com a decisão judicial o CREA-RS esta tentando coagir os profissionais a pagar outros valores diferentes do atribuído pelo judiciário. Caso tenham recebido ou venham a receber estas cobranças irregulares entrem em contato com o seu sindicato, enviando fax destes pelo telefax 0xx51-32319932 para que nossos advogados possam adotar os procedimentos administrativos ou jurídicos para repor o disposto na legislação. Cabe ressaltar que os pagamentos efetuados de forma irregular ao CREA-RS nos últimos cinco anos são passíveis de revisão.

 

Recriação do cargo reúne Secretário e Diretoria
O Secretário de Administração Jorge Gobbi (óculos) se reuniu com a diretoria do Sintargs na sede da entidade

O SINTARGS quer a recriação do cargo de Técnico Agrícola e Industrial. “Queremos que o Governo repense sobre a necessidade de extinção de cargos que acabaram prejudicando a categoria dos técnicos” diz Carlos Coelho. O Secretário da Administração e Recursos Humanos, Jorge Gobbi, veio ao SINTARGS para discutir o assunto com a diretoria da entidade. Ele prometeu estudar a questão que está em análise pela equipe técnica da sua pasta.

 

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REFORMA SINDICAL

Governo e sindicatos divergem

Durante mais de meio século, a imagem da CLT - Cons. Das Leis do Trabalho (arcabouço das leis sindicais e trabalhistas), foi sendo cultivada como sendo o símbolo do mal, reputado como "cria da carta de lavoro", e sempre retratada como obstáculo às lutas dos trabalhadores e sua manutenção gerava obstáculo ao desenvolvimento do país e a diminuição da oferta formal de postos de trabalho. O mito da "carta de lavoro" peça gestada por Mussolini em abril de 1927, em nada se parece com a nossa CLT, gerada dezesseis anos depois fruto do corporativismo dos trabalhadores, repita-se, foi sempre combatida, mas resistiu a golpes de Estado, Regimes Ditatoriais, acabando em ser convalidada quando da promulgação da CF de 88, por óbvio, se mostrou capaz como instrumento favorável a qualquer dos lados, o patronal e os trabalhadores.

Para os sindicalistas dos dois lados, pacífico está que, o assunto não se esgota nisso, ambos desejam avançar, por isso a sensação dominante é de que deve haver mudanças. Estranhamente, as mudanças que se avizinham não estão sendo geradas pelos interessados diretamente, e sim, pela força persuasiva e coercitiva do Governo, que para tal intento, criou o mecanismo do Fórum representativo (dele próprio) denominado de Fórum Nacional do Trabalho e cuja missão é a de passar a idéia para a sociedade brasileira de que a reforma foi gerada pelos trabalhadores, neste mister tem garantido avanços, uma vez que já está com a proposta convalidada pelo dito Fórum (ressalte-se que a proposta gerou tal descontentamento, a ponto de unir trabalhadores de todo País, através de suas instituições sindicais criando um Fórum paralelo, o Fórum Sindical do Trabalho, que apresentou propostas que contrapõem a do Governo).

O que o Governo Propõe: seguindo as recomendações do Banco Mundial, doc. 319;

1 - Retorno da interferência estatal na constituição dos sindicatos;

2 - Retorno do Quadro de Atividades e Profissões;

3 - Retorno da carta sindical;

Os sindicatos somente passarão a existir juridicamente quando autorizados pelo Estado. No projeto se fala claramente na concessão da representação que deixa de ser um direito dos trabalhadores e volta a ser uma outorga do Estado.

4 - Perversão da unicidade sindical. Fim da liberdade Sindical;

5 - A ressurreição da Emenda Dornelles. Cria a figura dos direitos negociáveis;

6 - Expansão e perversão do Poder Normativo da Justiça do Trabalho;

7 - A greve e o Poder Judiciário;

8 - Enxugamento dos sindicatos pela abolição do conceito de categoria;

9 - Representação sindical por empresa e direito à contratação coletiva para os empregados públicos;

10 - Direito de greve.

 

O QUE O SINTARGS PROPÕE

Linha adotada em amplo debate Nacional no Fórum Sindical dos Trabalhadores, na qual o SINTARGS é também signatário.

1. DEFESA DA UNICIDADE E DO ART. 8º DA CF.

É o ponto central do debate da Reforma Sindical. Defendemos que o melhor modelo de organização para o sindicalismo brasileiro é o da unicidade, a experiência estrangeira mostra, na prática, o esvaziamento dos sindicatos, baixa sindicalização e a submissão ao planejamento estratégico do grande capital, por meio de reformas neoliberais. É contra essa ameaça que nos insurgimos.

2. CENTRAIS SINDICAIS

A nossa proposta é pelo reconhecimento da figura jurídica da central, que pode ser em lei ordinária, sem alterar o at. 8º da Constituição. O reconhecimento de qualquer central caberá às entidades a ela ligadas, sem a necessidade da chancela do Governo.

3. ESTRUTURA

A Unicidade é a arma contra a pulverização e a criação artificial de sindicatos de carimbo. Com a unicidade se evita o surgimento de entidades a mando de patrões, grupamentos ideológicos ou religiosos, que contrariam a tradição brasileira de representação ampla e por categoria. A manutenção da atual pirâmide de representação, onde a base são os sindicatos que formam as federações, e estas as confederações e sua respectivas centrais.

4. CUSTEIO

Defendemos um modelo de contribuição que tem rosto, endereço, carteira assinada, cic, e RG. O custeio sindical trata-se de um acordo legal entre o trabalhador e o sindicato, sua definição fixada pela assembléia da categoria e seus abusos temos certeza não decorrem do sistema e, por isso, defendemos um teto universal para todas as entidades na soma do custeio e também a sua compulsoriedade o que lhe dá igualdade para todos .

5. ORGANIZAÇÃO POR LOCAL DE TRABALHO

Defendemos a organização a partir do local de trabalho, com a participação direta da entidade de classe da base. A dificuldade para a OLT tem sido a sistemática oposição patronal que só aceita o sindicalismo da porta para fora. Também o Congresso Nacional tem impedido o avanço na sua regulamentação. Achamos vital para a organização sindical a OLT.

6. NEGOCIAÇÃO COLETIVA

Nosso sindicalismo pratica, cotidiana e sistematicamente, a negociação coletiva que contribui para a paz social a partir da ação sindical. O próprio TST contabiliza mais de dois milhões de instrumentos de negociação entre acordos, convenções e dissídios. A flexibilização apregoada, que afirma o pretexto da rigidez, viria a enfraquecer a negociação coletiva e seus efeitos sociais.

7. SERVIDOR PÚBLICO

Apoiamos as entidades de servidores públicos em todos os níveis, em seu pleito por igualdade de sindicalização, tais como data base, acordo coletivo e regular processo de negociação com os empregadores governamentais.

8. RURAIS

Dada a dimensão continental do nosso país, o trabalhador rural requer normas específicas e condições especiais para a categoria poder se organizar em sindicatos, com o intuito de ampliar as garantias sindicais frente aos problemas decorrentes das políticas equivocadas do setor. lutaremos por sindicatos rurais fortes e combativos, pois significa o crescimento do setor.

O Sindicato dos Técnicos Agrícolas no Estado do Rio Grande do Sul une-se a todas s demais entidades do nosso movimento sindical, nessa que é uma luta vital para os trabalhadores brasileiros. Nos moldes em que estão sendo propostas, as reformas vão afetar de forma direta as relações de trabalho e a própria vida de todos os trabalhadores. Não devem portanto serem feitas de forma açodada e intempestiva, sem antes passar por um necessário e profundo processo de discussão em toda a sociedade.

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Importante!

Técnico Agrícola, em todo o projeto, obra ou serviço é obrigatório preencher suas ARTs.

Não esqueça de colocar no campo referente ao CÓDIGO ENTIDADE DE CLASSE o número 102, que é o código do SINTARGS.

Agindo assim, você estará contribuindo para o fortalecimento do seu Sindicato e de nossa categoria.

 

 

ART nacional: veja como disponibilizar

A ART foi instituída através da Lei nº 6.496, de 07/12/77 e reveste-se de grande importância na constituição do Acervo Técnico do profissional, assim como reflete a existência de um contrato legalmente firmado entre as partes. A ARTN poderá ser instalada no computador do usuário, a partir do site do Conselho www.crea-rs.org.br, para quem possui acesso rápido via ADSL ou rádio, ou através de um CD, a ser disponibilizado na sede e inspetorias do Conselho, para os demais profissionais que não possuem os recursos técnicos mencionados. Após a instalação da Nova ART (disponível no espaço Destaques no site
do CREA-RS), é necessário realizar a operação denominada “baixar dados de profissional”, para carregar as tabelas pertinentes à realização da ART do profissional que está operando o micro, já que esta opção só é permitida com a identificação do login e senha do mesmo.
Após esta operação, o sistema estará disponível para a utilização, contemplando todas as necessidades, de forma interativa, dispensando manuais e consultas de códigos. O preenchimento da ART está composto por quatro fichas, ou seja, dados gerais da ART, dados do contratante, dados referente a obras/serviços e informações a respeito das atividades técnica e específica. A cada preenchimento de campo, está disponível uma caixa de diálogo, para que o usuário escolha a alternativa adequada, não sendo necessário calcular o valor. Mesmo se propondo ser um sistema totalmente interativo, está disponível em cada tela de trabalho, um ícone “Ajuda”, contendo detalhadamente as informações necessárias para cada caso. “Outra grande novidade é o fato do profissional não mais necessitar em cada ART digitar seus dados cadastrais ou mesmo de algum contratante conhecido,
agilizando o processo como um todo”, diz o engenheiro Luiz Carlos Garcia, superintendente do CREA-RS.

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ELEIÇÕES MUNICIPAIS 2004

Técnicos Agrícolas candidatos

Alcides Scussel

Maquiné

Walter Heck

Crissiumal

Antônio Cetolin

Garibaldi

Fernando Xavier

Carlos Barbosa

Francisco Frizzo

Constantina

A participação dos Técnicos Agrícolas na política não é de hoje. Este número vem aumentando a cada eleição, o que demonstra a preocupação destes profissionais com a defesa dos interesses coletivos da comunidade. Neste pleito, segundo o Tribunal Regional Eleitoral, o número de candidatos é superior a eleição de 2000. Mais de 120 técnicos agrícolas buscam uma vaga para prefeito, vice-prefeito e vereador. Conheça quem são os pretendentes e o cargo que buscam.

O que faz um prefeito

O nome Prefeito tem origem na palavra latina "praefectu", ou seja, posto como chefe. Na definição política brasileira é aquele que está investido do poder executivo nas municipalidades. É ele o principal depositário da confiança popular para a solução dos problemas do Município. A posição do Prefeito como Chefe do Executivo lhe dá um papel de grande destaque na condução dos negócios do Município e na comunidade local.

O que faz um vice-prefeito

O vice-Prefeito, além de outras atribuições que lhe forem conferidas pela Legislação, auxiliará o Prefeito sempre que por ele convocado para missões especiais, o substituirá nos casos de licença e o sucederá no caso de vacância do cargo.

O que faz um vereador

Cabe ao vereador, mostrar os problemas da comunidade e buscar providências junto aos órgãos competentes.

A função do vereador é legislar, pensando na cidade como um todo, e fiscalizar o Executivo.

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Intersindical elege nova diretoria

Air Nunes dos Santos foi reeleito e presidirá a entidade até 2006

Air (E) reeleito, teve encontro com o Governador Germano Rigotto no Palácio Piratini.
A Federação Intersindical dos Profissionais Universitários e de Nível Médio no Estado do Rio Grande do Sul - INTERSINDICAL, entidade que congrega 11 sindicatos profissionais no Estado do RS, elegeu sua nova diretoria sendo reeleito Air Nunes dos Santos para presidente. Santos que é Vice-Presidente do Sindicato dos Técnicos Agrícolas-SINTARGS, comandará a INTERSINDICAL até setembro de 2006.

A Intersindical representa e defende os interesses individuais e coletivos dos profissionais universitários e de nível médio que compõem os Sindicatos dos Administradores, Advogados, Assistentes Sociais, Biólogos, Engenheiros, Nutricionistas, Médicos, Médicos Veterinários, Técnicos Agrícolas, Técnicos Industriais e Zootecnistas. Além das campanhas de negociações com os diversos setores patronais, a INTERSINDICAL está empenhada na luta pela correção já, da tabela do Imposto de Renda, a tabela do desconto do IR a mais de 10 anos não vem sendo corrigida, estando defasado em 56%, onerando, principalmente, as categorias que são abrangidas pela Federação. Outras lutas importantes são a manutenção da legislação trabalhista e da sindical. A INTERSINDICAL na gestão passada, em esforço conjunto com outras federações do País e Sindicatos criaram a CENTRAL BRASILEIRA DOS PROFISSIONAIS, entidade de representação política e reivindicatória em nível nacional dos profissionais com profissão regulamentada.

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Opinião

Intersindical: a união que faz a força

Técnico Agrícola Air Nunes dos Santos*

Muitos colegas que são associados de sindicato de profissões liberais me perguntam o que é, e por que existe a INTERSINDICAL? Acho, que é uma boa oportunidade de comentar e esclarecer a todos sobre esta questão.

Em primeiro lugar, é extremamente importante registrar que a INTERSINDICAL de forma alguma substitui os sindicatos profissionais, e que estes, representam administrativa e judicialmente a sua categoria profissional.

A principal função da FEDERAÇÃO INTERSINDICAL é aglutinar os interesses das entidades participantes de forma a resolver os seus problemas de forma hegemônica e representativa, e mostrando de maneira inequívoca o verdadeiro sentido do jargão popular de que "a União faz a Força".

Assim tem sido quando se deflagram as negociações coletivas de trabalho, tanto no setor público como no setor privado, onde cada sindicato faz a sua assembléia de formação de pauta reivindicatória (onde são respeitadas as peculiaridades de cada categoria profissional) e que após aprovadas são unificadas na assembléia da federação para, só então ser levada a negociação com a Patronal.

Da mesma maneira, são estendidos os benefícios sociais captados por determinado sindicato a todos os outros co-irmãos, gerando uma série de vantagens que passam a ser usufruído por todos os profissionais representados pelas entidades que fazem parte da FEDERAÇÃO.

Estas e outras inúmeras vantagens conquistadas ao longo do tempo, têm formado a opinião unânime do acerto de sua criação, tanto, que nos dois últimos anos quatro novas entidades se integraram ao quadro da INTERSINDICAL.

Cabe, para finalizar, conclamar a todos os profissionais para que continuem a prestigiar a sua entidade representativa profissional, pois do esforço dela é que será possível o crescimento da sua profissão.

*Presidente da Intersindical

Vice-presidente do SINTARGS

 

 

TRT: SINTARGS representa os Técnicos Agrícolas nas cooperativas e na aviação agrícola

Em dissídio originário ajuizado na Justiça do Trabalho pelo SINTARGS, os Técnicos Agrícolas que laboram nas cooperativas agropecuárias do Rio Grande do Sul obtiveram o reconhecimento do Sindicato da categoria como o único que representa os Técnicos Agrícolas em negociações coletivas ou individuais.

Foi concedido reajuste de 16,5% a categoria, retroativo a database.

A decisão do TRT traz como efeitos imediatos a obrigatoriedade das cooperativas e empresas de Aviação Agrícola sentarem-se à mesa para entabular negociações, buscando acertar cláusulas econômicas (salário profissional, piso salarial, reajustes, ganhos de produtividade, aumento real, insalubridade etc.) e cláusulas sociais (vale alimentação, diárias, vale transporte, auxílio creche, escola, licenças, aposentadorias etc.).

É importante neste contexto que todos os empregados nestes setores (cooperativas e empresas de Aviação Agrícola etc) continuem prestigiando o SINTARGS através da participação nas reuniões e assembléias da categoria, contribuindo com sugestões para a próxima pauta reivindicatória e tornando-a atualizada e representando os reais interesses dos técnicos.

Lembre-se: Técnico Agrícola das cooperativas e das empresas da Aviação Agrícola, só com tua participação faremos o crescimento e valorização da profissão.

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SINTARGS participa de Seminário de Educação Profissional

O presidente do Sintargs, Carlos Coelho foi um dos painelistas do Seminário de Educação Profissional, realizado no dia 3 de junho na Assembléia Legislativa do Estado do RS.

Coelho falou sobre currículos, estágios, itinerários e formativos profissionais. O Seminário, realizado pela Comissão de Educação da Assembléia Legislativa discutiu, também, a reforma da educação profissional; a legislação da educação profissional; a visão crítica da educação profissional; mundo do trabalho, entre outros temas.

 

 

Encontro de ex-alunos da Escola Agrícola de São Leopoldo

A Associação dos ex-alunos da Escola Agrícola de São Leopoldo já está organizando o tradicional encontro dos ex-alunos, professores e estudantes que acontecerá no dia 27 de novembro, às 9 horas nas dependências da escola. A diretoria da associação se reuniu no mês de julho para tratar da organização do evento que este ano promete reunir mais de 400 pessoas.

*Maiores informações na escola pelo fone: (0xx51) 5882175.

 

Plantas Medicinais

Aconteceu, nos dias 16 e 17 de junho, na sede da AFUSA mais um curso de Plantas Medicinais promovido pelo SINTARGS. O curso foi ministrado pela Bióloga Vera Chemalle e será repetido no próximo ano. Informações no SINTARGS com Eliane.

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Mais uma vez a categoria dos Técnicos Agrícolas mobilizou-se. No dia 25 de junho de 2004, centenas de técnicos participaram do I Encontro dos Técnicos Agrícolas do AGROSHOW, no Centro de Eventos de Nova Petrópolis
Sob a coordenação do Técnico Agrícola Fábio Rodrigo Guaragni e da Diretora Regional do SINTARGS, Bernardina Sandi, os Técnicos Agrícolas discutiram vários temas de interesse da categoria.
Vicente Bogo, Vitor Grings, Carlos Coelho, Deputado Giovani Cherini, Jorge Siebert

Mais de 600 pessoas participaram do Encontro dosTécnicos Agrícolas no Agroshow em Nova Petrópolis

O evento contou com a participação de palestrantes da área técnica, educacional e política e contou com a presença de profissonais, estudantes, agricultores e cooperativistas de vários municípios gaúchos.

Esta é a primeira vez que o SINTARGS promove um evento junto com a Cooperativa Piá. Carlos Coelho, presidente da entidade, destacou que a parceria serviu para consolidar uma relação que está apenas iniciando. Já o presidente da Cooperativa Piá, Vitor Alfonso Grings garantiu que no próximo Agroshow o evento coordenado pelos Técnicos Agrícolas deverá ser ampliado, devendo contar com a presença de outros profissionais. Segundo Vitor, que também é Técnico Agrícola, a categoria tem grande responsabilidade no processo produtivo sócio-econômico do nosso Estado.

 

Painéis destacaram a qualidade do evento

Os painéis, coordenados pelo diretor do SINTARGS, Luiz Roberto Dalpiaz Rech, destacaram-se pelos temas abordados e pela qualidade dos palestrantes. O público acompanhou com grande interesse as análises e ponderações feitas pelos convidados.

No primeiro painel participaram os professores Martim Barbosa, Superintendente do SUEPRO e Fritz Roloff, Presidente da Agptea. O segundo painel teve como painelistas o Presidente do Sintargs Carlos Coelho e o Técnico Agrícola Dep. Federal Paulo Pimenta. Já o terceiro painel, foi debatido pelo Presidente da OCERGS, Vicente Bogo e pelo presidente da Emater Engº Agrº Caio Rocha, Deputado Estadual Giovani Cherini e o Presidente da Cooperativa Piá, Vitor Alfonso Grings.

Veja o que foi discutido em cada painel:

Iº Painel _ Técnico Agrícola: O Perfil do Profissional de sucesso abordado pelo professor Martim Saraiva Barbosa que identificou a compatibilidade da formação profissional adquirida nas escolas técnicas de acordo com o Conselho Nacional de Educação e as atribuições legais dos Técnicos Agrícolas. Segundo ele, as redes de escolas técnicas no Estado passam por um processo constante de modificações para atender a demanda crescente de profissionais técnicos. O professor Fritz Roloff, abordou a questão da formação escolar diferenciada no ensino técnico profissional como fundamental para o sucesso na vida profissional ou empresarial dos egressos das escolas técnicas. Fritz afirmou que a criatividade frente às dificuldades são marcas registradas dos Técnicos Agrícolas.

Ambos painelistas destacaram o trabalho do SINTARGS na busca da valorização da categoria, das escolas, professores e do ensino técnico profissional.

IIº painel _ Aplicação da Legislação Profissional foi o tema defendido pelo presidente do SINTARGS, Carlos Dinarte Coelho. Coelho enfatizou a diferença da profissão dos Técnicos Agrícolas e Industriais que são regidas pela Lei nº 5.524/68 e pelo Decreto Federal nº 90.922/85 e suas alterações promovidas pelo Decreto 4.560/2002 e das demais profissões abrigadas pelo sistema Confea/CREAs. O sindicalista destacou o papel do SINTARGS na defesa dos interesses da categoria, ratificando o amparo legal e legítimo junto a sociedade.

O Deputado Federal Paulo Pimenta apresentou o Projeto de Lei nº 2.875/2004, que regulamenta o piso salarial dos Técnicos Agrícolas. Ele frisou que, por iniciativa do SINTARGS, determinou o es tado de legalidade e constitucionalidade em Brasília, para apresentar esse projeto que valoriza e fixa um piso salarial para os Técnicos Agrícolas. Pimenta relatou aos participantes do encontro o seu trabalho junto ao Governo Federal na construção do Conselho de Fiscalização Profissional dos Técnicos Agrícolas. Esta proposta já era esperada pela categoria dos Técnicos, desde 1968, quando do início das discussões sobre a criação da profissão que previa a criação dos conselhos e culminou com a aprovação da Lei nº 5.524/68.

IIIº painel _ As Políticas Públicas no Setor Agropecuário e Oportunidades, foi abordado pelo Presidente da OCERGS, Vicente Bogo que falou da importância do segmento cooperativo na produção agropecuária e o emprego de mão-de-obra qualificada, especialmente nos Departamentos Técnicos das Cooperativas. Para Bogo, são profissionais habilitados que tornaram possível, com a mesma área plantada, obter maior produção, suportando a economia nacional. O presidente da Emater, Engº Agr° Caio Rocha destacou os Técnicos Agrícolas como um dos pilares da extensão rural no Estado. Segundo ele, esta é a razão da Emater ser a maior empregadora individual, com 538 profissionais.

Para o deputado Estadual Giovani Cherini as oportunidades começam nas escolas técnicas profissionalizantes, pois é neste momento que se formam os grandes líderes, os empresários de sucesso, enfim todos aqueles que de alguma forma se destacam. Cherini falou do seu tempo de aluno do curso técnico agrícola e destacou a importância do ensino técnico para a formação do aluno. Segundo o deputado, a escola agrícola oportuniza vivências que nenhuma outra escola proporciona. Para Cherini, ser Técnico Agrícola significa ser mais empresário, mais político e mais educador.

Ainda neste painel, o presidente da Cooperativa Piá, Vitor Alfonso Grings, apresentou a Cooperativa Piá como um empreendimento de sucesso. Grings destacou a importância da educação cooperativista como forma de obter ganhos coletivos. O dirigente destacou a importância do fortalecimento dos departamentos técnicos das empresas e cooperativas, apontando, para isso, a participação dos Técnicos Agrícolas.

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AGROSHOW

SINTARGS presta homenagem aos palestrantes e apoiadores

O Sindicato dos Técnicos Agrícolas prestou uma homenagem aos palestrantes e organizadores do evento. Ao final, todos foram agraciados com uma placa alusiva ao I Encontro dos Técnicos Agrícolas no Agroshow, ficando firmado uma nova parceria do SINTARGS no próximo evento, em 2006. A homenagem especial coube ao Técnico Agrícola Fábio Rodrigo Guaragni, funcionário da Cooperativa Piá. Guaragni foi o grande responsável pelo sucesso do encontro. Associado do SINTARGS, coube a ele a coordenação na organização. No final, a merecida homenagem e o reconhecimento dos Técnicos Agrícolas pela sua competência.
Presidente da EMATER, Caio Rocha (E) e Vasco Maazarollo
Vitor Grings, Fábio Guaragni e Carlos Coelho
Presid. da Coop. Piá Vitor Grings e Carlos Coelho
Deputado Giovani Cherini e Dirceu Boniatti
Bernardina Sandi e Pércio Corrêa Gonçalves
Carlos Coelho e o Deputado Federal Paulo Pimenta

 

O que aconteceu no Agroshow

O Agroshow foi realizado no Centro de Eventos de Nova Petrópolis nos quatro dias do evento, de 24 a 27 de junho. Além do Iº Encontro dos Técnicos Agrícolas, foram realizadas cerca de 680 dinâmicas (170 por dia) em 17 estações distribuídas dentro da propriedade rural, nos Caminhos do Leite e na parte externa do Centro de Eventos. Entre as dinâmicas realizadas, estiveram as de agroindústria, fruticultura, olericultura, piscicultura e leite. Técnicos da Emater e da Cooperativa Piá envolveram-se na organização do evento e no atendimento ao público, prestando orientações e demonstrações práticas nas dinâmicas.

Os organizadores calculam que em torno de 150 excursões, de 120 municípios das regiões Metropolitana, Serra e Vales do Caí, Taquari e Rio Pardo tenham visitado o Agroshow. "Todos elogiaram tanto a organização e apresentação da feira, como a condução das dinâmicas. E os Técnicos Agrícolas também ficaram muito satisfeitos", declarou o presidente-gerente da Emater Regional de Caxias do Sul, Elói Portolan. Conforme José Mário Hansen, os 100 expositores participantes já confirmaram a presença no próximo Agroshow, que acontecerá em 2006, e novos expositores já demonstraram interesse. Os negócios realizados totalizam R$ 2 milhões.

Além da exposição de máquinas e equipamentos agrícolas, ferramentas, insumos e sementes, o Agroshow também teve a participação de cerca de 40 famílias expondo e comercializando artesanato e produtos coloniais. Paralelamente, ocorreram 14 eventos técnicos, de políticas públicas e privadas, cooperati-vismo e associativismo e leite.

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Central Brasileira de Profissionais

Profissões Regulamentadas

A Central Brasileira de Profissionais - CBP - é uma entidade civil, pessoa jurídica de direito privado sem fins lucrativos, e tem por objetivos a conscientização, mobilização, organização, coordenação, reivindicação, integração, representação legal e defesa dos direitos dos profissionais liberais com formação no ensino médio e universitário, organizados em sindicatos, federações, confederações, do setor público e privado, ativos e inativos.

O porquê de uma nova Central Sindical

A configuração do movimento sindical brasileiro apontava, há vários anos, para uma necessidade cada vez mais emergente: a formação de uma nova Central Sindical no país, que representasse uma camada da população cujos interesses não são atendidos pelas centrais já existentes e que pudesse manifestar-se em nome dela tanto publicamente quando junto aos poderes constituídos.

Este contingente de trabalhadores é formado por milhões de profissionais qualificados, seja pela sua formação acadêmica e muitos anos de estudos, seja pelos conhecimentos adquiridos e participação na linha de ponta das atividades que impulsionam o desenvolvimento brasileiro - e que não têm sido contemplados nem com as condições adequadas de trabalho, nem com os salários justos a que teriam direito.

Do ponto de vista político, os profissionais que pertencem a essas categorias são conscientes da realidade social, política e econômica do país e, por isso, não aceitam pacificamente vinculações automáticas a partidos políticos, as teses ideológicas e nem a manipulações cujo objetivo é o de desqualificar o conhecimento técnico-científico ou que se traduzam na simples "compra" de consciências. Esse grupo social representa majoritariamente a classe média brasileira - sobre quem tem sido imposta a maior carga de tributos, há muitas décadas - e é formado tanto por pequenos empresários como pelos profissionais de categorias regulamentadas e que são chamados "liberais" pela autonomia com que exercem as suas profissões.

A Central Brasileira de Profissionais exercerá o papel de porta-voz e de representação desta significativa camada da população. Hoje, apenas 17% das entidades sindicais de profissões regulamentadas possuem vínculo a alguma das atuais centrais (IBGE 2002).

Trata-se de um conjunto de profissionais qualificados que forma um contingente de cerca de 7 milhões de trabalhadores de nível médio e universitário, homens e mulheres, atingidos por uma alta taxa de desemprego e pela falta de oportunidades de trabalho. Esse contingente, acrescido dos novos profissionais que chegam ao mercado, é ampliado geometricamente a cada ano.

Num País onde existem dois desempregados com diploma de nível universitário para cada desempregado analfabeto, onde a participação do trabalho na renda nacional já caiu de 55% do PIB para os 36% de hoje, onde o serviço público é degradado pelas privatizações, onde se institui "soluções" do tipo Parceria Público Privada (PPP), não podemos mais nos ausentar da participação efetiva em um debate necessário, urgente, qualificado e responsável.

Chega a ser indigno constatarmos calados o verdadeiro saque praticado às camadas médias da população, tanto através do aumento da carga tributária, que pulou de 12% do PIB em 92 para os mais de 37% de hoje, como também, e mais especificamente, pelos constantes aumentos diretos e indiretos da tributação sobre os rendimentos do trabalho assalariado - que o atual governo manteve num teto de 27,5%, sem contar a possível criação, por conta da sanha confiscatória, de faixas ainda superiores.

A Central Brasileira de Profissionais vem para combater, veementemente, o discurso de que os trabalhadores de profissões regulamentadas são privilegiados e por isso devem pagar mais impostos e receber menores salários. Este não é o caminho da justiça social, da distribuição de renda ou do estabelecimento das igualdades: é o do fim da classe média no Brasil - a não ser que se queira uma igualdade tirando do remediado para o pobre e do pobre para o miserável, com o que teremos espraiado cada vez mais a nossa própria pobreza.

As políticas públicas recessivas, adotadas no Brasil em detrimento de investimentos nas atividades produtivas, assim como o aumento constante da carga tributária de pessoas físicas e jurídicas prestadoras de serviços, têm inviabilizado, de forma crescente, a atividade desses profissionais, tanto de nível técnico como universitário, tanto autônomos como empregados. Num país como o nosso, com tantas desigualdades e com tal exigência de crescimento e desenvolvimento, o desestímulo das parcelas sociais formadas de profissionais mais qualificados significa um enorme - e por vezes irrecuperável - desperdício de recursos públicos aplicados que foram aplicados no próprio ensino. Esse é um fato que se traduz em perda de produtividade, de qualidade, de segurança, em maior custo de produção, circunstâncias que, em seu conjunto, nos dão a verdadeira dimensão dos nossos descaminhos políticos.

Nossos interesses não são excludentes aos das demais parcelas da sociedade brasileira. Queremos uma maior eqüidade social, uma melhor distribuição de renda. A luta permanente e obsessiva em defesa da democracia e da transparência na gestão pública é parte da nossa perspectiva. Nossa Central não será do Governo ou contra o Governo, assim como, não trará, em seu ideário, quaisquer conotações religiosas, raciais ou de gênero. Zelaremos por nossa autonomia no apoio ou no exercício da crítica a propostas e/ou decisões que venham a favor ou contra as aspirações do grupo social por nós representados e do conjunto da sociedade brasileira.

Assim, não podemos continuar esperando o apoio de terceiros para que tais aspirações se concretizem. Queremos lutar para isso, queremos nos qualificar para intervir e realizar diretamente a nossa defesa, organizando uma base de apoio parlamentar (a Câmara e o Senado possuem uma ampla maioria de profissionais diplomados), atuando junto ao Poder Executivo e ao Poder Judiciário.

Ao mesmo tempo em que precisa da nossa participação efetiva e organizada na vida nacional, a sociedade deve reconhecer os profissionais regulamentados como um outro tipo de trabalhador, não melhor, mas também não pior do que qualquer outro. Somos trabalhadores qualificados porque detentores de um grau de escolaridade e de conhecimento profissional acima da média, porque ocupamos cargos de grande responsabilidade na coordenação e gerenciamento de equipes de trabalho - e também porque, e principalmente, no exercício de nossas qualificações, lutamos pela ampliação e distribuição equânime dos benefícios advindos da moderna sociedade do conhecimento e dos altos níveis de produtividade alcançados em decorrência dos avanços tecnológicos.

A Central Brasileira de Profissionais deverá buscar a qualificação do debate dos temas que nos são afetos, tornando-se interlocutora política das nossas categorias profissionais, juntamente com as entidades sindicais que as representam.

Desejamos, também, trabalhar junto com as demais centrais, confederações, federações e sindicatos em defesa das conquistas históricas do sindicalismo brasileiro, um dos mais fortes do mundo. Somos radicalmente contra as alterações no artigo 8º da Constituição Federal, cujos preceitos resultaram de um amplo debate junto com o Movimento Sindical na Assembléia Nacional Constituinte de 1988. Entretanto, é nosso dever reconhecer que a organização sindical precisa de aperfeiçoamentos. Só assim ela garantirá a sua força, especialmente no que diz respeito aos registros sindicais, cumprimento da legislação, transparência e democracia nos atos administrativos e estatutos - inibindo fatores que dão espaço à improbidade e a eternização no poder.

Por isso, a criação da Central Brasileira de Profissionais tornou-se uma imposição da conjuntura atual. Ela vem com compromissos definidos, entre os quais o de contribuir para a qualificação da discussão dos temas nacionais, especialmente daqueles que dizem respeito às necessidades, direitos e interesses imediatos e futuros dos setores médios da nossa sociedade - fortalecendo sua capacidade e disposição de formular propostas que venham efetivamente ao encontro das necessidades de um País que busca soluções para o seu desenvolvimento.

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Diretoria da CBP no RS

Presidente: Joel Fischmann - SENGE

Vice-Presidente: Maria Rita de Assis Brasil - SIMERS

Secretário Geral: Carlos Dinarte Coelho - SINTARGS

Diretor Financeiro: Ricardo Nerbas - SINTEC

Vice-Presidente Executivo de Assist. à Saúde e Prev. Social: Cléo Saldanha - SOERGS

Vice-Presidente Executivo para Assuntos Jurídicos: Marcos de Los Santos - SINDARS

O Técnico Agrícola Air Nunes dos Santos, diretor do SINTARGS e presidente da INTERSINDICAL é diretor da CBP Nacional

 

Compondo basicamente a classe média brasileira, são as seguintes as profissões regulamentadas no Brasil:

Administradores, Físicos, Advogados, Fisioterapeutas, Analistas de Sistemas, Fonoaudiólogos, Arquitetos, Geógrafos, Arquivistas, Geólogos, Assistentes Sociais, Jornalistas, Atuários, Médicos, Autores Teatrais, Médicos Veterinários, Bach. Ciências da Comp. e Informática, Museólogos, Bibliotecários, Odontologistas, Biólogos, Profissional de Educação Física, Biomédicos, Protéticos Dentários, Compositores Musicais, Psicólogos, Contabilistas, Químicos, Corretores de Imóveis, Relações Públicas, Detetives Particulares, Sociólogos, Nutricionistas, Técnicos Agrícolas, Economistas, Técnicos em Optometria, Economistas, Domésticos, Técnicos em Turismo, Enfermeiros, Técnicos Industriais, Engenheiros, Tecnólogos, Escritores, Terapeutas Ocupacionais, Estatísticos, Tradutores e Intérpretes, Farmacêuticos, Zootecnistas.

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CERTIFICADO FITOSANITÁRIO DE ORIGEM

Ministério discrimina Técnicos Agrícolas

Roberto Dalpiaz Rech, Delegado da Agricultura Francisco Signor e Carlos Coelho: apelo sem resultados

Nos últimos anos o Ministério da Agricultura _ MAPA tem sistematicamente editado portarias, instruções norma-tivas e outras normas desrespeitando a legislação profissional dos Técnicos Agrícolas.

No caso do Certificado Fitosanitário de Origem _ CFO, com a edição da Instrução Normativa nº 06, de 13 de março de 2000, que alterou o modelo e estabeleceu que o CFO deve ser emitido para atestar a qualidade na origem das cargas de produtos vegetais para o seu trânsito em todo o País, a discriminação é evidente.

Com essa medida os profissionais de todo o País foram prejudicados.

Sem ação a nível nacional, com o prejuízo denunciado pelos colegas do interior, especialmente daqueles que prestam assistência técnica aos pomares de citrus e maçã que contratam outros profissionais somente para assinar os certificados, o SINTARGS ajuizou no Tribunal Federal em Brasília ação contra o Ministério para incluir os Técnicos Agrícolas dentre as categorias profissionais que estão habilitadas a emitir o CFO.

Os Técnicos Agrícolas amparados pelo disposto na Lei nº 5.524/68 e no Decreto Federal nº 90.922/85 e suas alterações atuam nas áreas de assistência técnica, que realmente acompanham o desenvolvimento dos pomares, desde sua implantação até a colheita e comercialização dos frutos, não podem sofrer tal discriminação.

Melhor seria que o Ministério da Agricultura revisasse a Instrução Normativa e assim possibilitaria a retirada da ação na justiça federal contribuindo para maior agilidade do judiciário.

O colega e advogado Dirceu Boniatti esteve em Brasília acompanhando a tramitação da ação, tendo inclusive apresentado memoriais descritivo salientando a urgência do julgamento para reparar o mais rapidamente possível essa discriminação.

Mesmo com ação na Justiça Federal, o SINTARGS tem, juntamente com os deputados federais apoiados pela categoria, pressionando o Governo para sanar essa norma que prejudica os colegas, mas prejudica muito mais os produtores e empresas produtoras de maça e citrus.

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ATAES registrada oficialmente

Desde o dia 15 de abril de 2004, os Técnicos Agrícolas passam a contar com mais uma entidade representativa. Foi registrada nesta data a Associação dos Técncos Agrícolas de Encruzilhada do Sul tendo como presidente o Técnico Agrícola Marco Antônio Morais dos Santos.

Os Associados da ATAES se reúnem todas as primeiras quintas-feiras de cada mês. As reuniões são acompanhadas de um jantar e palestrantes são convidados para contribuíem com suas experiências.

Segundo o presidente da Associação, o bom relcionamento com o Poder Público Municipal contribuiu para a aquisição da sede própria. Já o diretor da ATAES, Genésio Schafer, a criação da associação estimulará uma maior participação da categoria na discussão dos problemas enfrentados pelo setor primário do município de Encruzilhada.

Os associados da ATAES atuam nos seguintes órgãos e empresas: Secretaria Municipal da Agricultura. EMATER, CRES, Secretaria Municipal de Educação, Fazendas de Reflorestamento de Pinnus e Eucalipto, agropecuária. fumageiras, agroindústria, viveiros de mudas, avicultura. elaboração de projetos, carvão, STR, Câmara de Vereadores, representação comercial e classificação de cereais.

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AGENDA

Diretores do SINTARGS (C) coordenam reunião com Técnicos Agrícolas em São Borja
Diretores do SINTARGS reunidos com o Secretário Kalil pedem a contratação de Técnicos Agrícolas
Marcos Souza (D) presidente do Sindicato dos Técnicos Agrícolas de Minas Gerais visita o SINTARGS
Autoridades e Técnicos Agrícolas em jantar de confraternização pelo Dia do Técnico Agrícola
Senador Paulo Paim recebe o presidente do SINTARGS e do SINTEC para tratar da Reforma Sindical  

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LEONEL BRIZOLA - 1922-2004

Traído pelo coração

Diretoria da Associação dos Técnicos Rurais reunida emPorto Alegre, no Restaurante Elite em 1941.No detalhe o secretário da entidade, Leonel Brizola

Há cerca de dois anos eu tive o privilégio de conversar rapidamente com o ex-governador Leonel Brizola. Perguntei a ele se não sentia saudades do tempo em que foi aluno da Escola Técnica de Viamão - ETA e de quando atuou como Técnico Agrícola na prefeitura de Porto Alegre. Ele falou sobre este tempo com muito carinho. Seus olhos brilhavam. Seu semblante mostrava que as cenas estavam vivas em sua memória. Ficou claro, na nossa conversa, que a escola agrícola muito lhe marcou pelo saudosismo exagerado demonstrado por Brizola. Nossa conversa foi interrompida pelo pessoal da FARSUL que desejava a sua presença em um evento da entidade.

Na "verdade", muitos livros foram escritos contando a trajetória política de Leonel Brizola. A grande maioria dos autores suprimiram uma das fases mais lembradas pelo do ex-governador que foi o período em que estudou na Escola Técnica de Viamão. Ele não se preocupava com este esquecimento. A valorização deste tempo era notado no seu dia-a-dia. Tinha convivio diário com pessoas que tinham vínculo com escolas técnicas, como Volmar Castilhos, ex-professor do ensino técnico rural e Eduardo Debastiani, Técnico Agrícola e meu colega de aula na Escola Agrícola de São Leopoldo. Eduardo foi apresentado a Brizola por Castilhos. Quando foi governador do Rio de Janeiro, ele solicitou a contratação de um Técnico Agrícola gaúcho, pois queria alguém com "cheiro de terra" ao seu lado. Eduardo, natural do município de Muçum, tornou-se amigo, fiel escudeiro e homem de confiança absoluta do ex-governador.

Outra pessoa que era muito próxima a Brizola é o também Técnico Agrícola e deputado estadual Giovani Cherini. Cherini estudou na ETA e mantinha uma relação muito próxima com seu líder político a ponto de tê-lo como uma espécie de conselheiro político.

Brizola tinha uma relação histórica com os Técnicos Agrícolas. Ele ajudou a fundar a Associação dos Técnicos Rurais do Estado do Rio Grande do Sul, em 1941, atuando como secretário da entidade. Isto lhe rendeu uma homenagem da categoria no ano de 1991 com a entrega do prêmio "Técnico Agrícola". Engenheiro, se elegeu prefeito de Porto Alegre, deputado estadual, deputado federal e governador em três ocasiões: Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro em duas oportunidades.

Brizola morreu. Foi reconhecido até mesmo por seu maior desafeto, a Rede Globo. Todos tiveram que curvar-se diante da coerência política do grande líder. Em vida, lutou na consecução das reformas de base, principalmente a reforma agrária, umas das suas marcas, que a seu ver devia ser feita "na lei ou na marra". Teve muitos feitos para orgulho de todos nós. Sempre disse que viveria cem anos. Foi traído pelo coração.

Roberto Dalpiaz Rech

Diretor do SINTARGS

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A Casa da Extensão Rural * Caio Tibério da Rocha

A comunidade rural gaúcha comemorou, no dia 2 de junho, uma data que, para os extensionistas, é mais do que especial. Afinal, um dia, idealizamos atuar no campo, auxiliar o homem rural a desenvolver sua atividade, a receber educação, que sonharam em repassar orientação, a contribuir para melhorar a produção e a renda dos agricultores e de suas famílias. É o aniversário de 48 anos de fundação da Associação Sulina de Crédito e Assistência Rural, a nossa ASCAR, a nossa entidade, responsável por abrigar uma família gigante, que começou a se formar, se tornou numerosa, mas jamais perdeu sua identidade. Uma Instituição que se enraizou na terra, criou ramificações, se fortaleceu, vingou e a cada tarefa de um técnico, a cada projeto que beneficia uma comunidade, tem o olhar voltado exclusivamente para ajudar a melhorar a produção do campo e a vida dos agricultores gaúchos.

Tenho orgulho em trabalhar em uma Instituição que jamais abandonou o homem do campo, que sempre seguiu a concepção da extensão rural, que ajudou na formação e na capacitação de seus técnicos. Como é bom estarmos inseridos no grupo de profissionais que atuam dentro dessa organização vitoriosa, que transborda em orgulho junto à sociedade rio-grandense. Hoje, o trabalho da extensão rural no Rio Grande do Sul está representado nos 480 escritórios e nos 43 postos de classificação, onde atuam 2.399 profissionais. Atendemos 9.500 localidades gaúchas e prestamos assistência para 220 mil famílias, entre produtores, assentados, pescadores, quilombolas, indígenas. Portanto, a cada duas famílias localizadas no meio rural gaúcho, uma é atendida por esta empresa, que tem vocação para fazer extensão rural no Estado.

Um Estado onde a interiorização das políticas públicas agropecuárias é executado pela extensão rural. Somos uma das entidades rurais fiscalizadas pelos Municípios, pelo Estado e pela União. Desta forma, buscando controle público e social, capilaridade, rede, hierarquia e disciplina, isto têm nos dado o passaporte para nossa atuação a fim de obtermos legitimidade da sociedade rio-grandense. Por determinação do governador Germano Rigotto, trabalhamos para dar assistência técnica à produção, incentivos à organização rural, à geração de emprego e renda, além de ações que promovam a inclusão social e diminuam as desigualdades regionais. O mesmo governador Rigotto determinou que a ATER seja tratada como um programa prioritário deste governo, desenvolvendo a assistência técnica e a extensão rural, com os serviços executados pela Emater/RS. A meta única é promover o desenvolvimento rural sustentável, sem exclusões.

* Presidente da Emater/RS e superintendente geral da ASCAR

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Assembléia Legislativa presta homenagem aos Técnicos
O deputado Giovani Cherini, proponente da homenagem e o presidente da Assembléia Legislativa, Vilson Covatti, recepcionaram Carlos Coelho (C) no Plenário

O Deputado Giovani Cherini ocupou a tribuna da Assembléia Legislativa para prestar uma merecida homenagem aos Técnicos Agrícolas, pela passagem do aniversário da categoria. Cherini que é Técnico agrícola presta homenagem todos os anos. No entanto, esta última, ele admite foi especial. com o plenário tomado pelos diretores do Sintargs, Técnicos Agrícolas, estudantes, diretores de escolas agrícolas e amigos da categoria, o Deputado destacou a forte atuação do Sintargs e o respeito que a entidade conquistou ao logo de mais de 50 anos. "Presto esta homenagem há 9 anos, nesta tribuna, como forma de lembrar a sociedade gaúcha esta importante data. Quero em meu nome, com certeza, de todos os colegas deputados prestar as nossas sinceras congratulações à categoria profissional que, com sua formação técnica, agiganta nossa agropecuária, seja na produção, na agroindústria, no comércio, seja na prestação de serviços técnicos", destacou o parlamentar. No final do seu pronunciamento. Giovani Cherini mostrou aos deputados, recortes de jornais destacando o desempenho dos Técnicos Agrícolas e ofereceu a cada parlamentar, em nome do SINTARGS, uma "espumante" produzida sob orientação de Técnicos Agrícolas.

O pronunciamento do Deputado Giovani Cherini teve aparte dos seguintes deputados: Heitor Schuch, Luis Fernando Schimidt, Jussara Cony, Alexandre Postal, Jerônimo Goergen e Osmar Severo.

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HOTEL DE TRÂNSITO AFUSA SINTARGS
Vista exterior do Hotel
Quartos
Banheiros de luxo
Auditório
R E S E R V AS

Rua Botafogo, 1021/SL 01 - Bairro Menino Deus 90150-053 Porto Alegre/RS

Telefone: (51) 32319932

Site: www.sintargs.com.br

e-mail: sintargs@terra.com.br

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PLANOS DE SAÚDE UNIMED, HOTEL DE TRÂNSITO, EMPRÉSTIMO DA CEF,RECEITUÁRIO AGRÍCOLA E ECOLÓGICO, ADVOGADO E MUITO MAIS

Estas são algumas vantagens do sócio do SINTARGS.

O SINTARGS coloca à disposição dos associados vários serviços. Além de beneficiar aos associados estes benefícios podem ser úteis aos filhos e familiares

O SINTARGS OFERECE:

- Plano de Saúde da UNIMED (solicite tabela de preços);

- Convênio com a Caixa Econômica Federal para aquisição da Casa Própria;

- O único representante da categoria em dissídio ou convenção coletiva de trabalho junto às empresas públicas e privadas;

- Assistência Jurídica para todos os filiados, inclusive ações de recuperação do FGTS, aposentadoria do INSS (é só telefonar);

- Hotel de Trânsito, em Porto Alegre junto a AFUSA, ao lado da EMATER (pode fazer a reserva pelo nosso telefone);

- Empréstimo junto a Caixa Econômica Federal pelo convênio CEF/CREA/SINTARGS;

- Blocos de Receituário Agrícola e Agroecológico, bem mais acessíveis. Temos os blocos comuns (que necessitam de carbono) e agora os autocopiativos;

- Serviço de acompanhamento e assessoria, que orienta e defende os Técnicos Agrícolas nos processos em andamento junto ao CREA;

- Manutenção da Legislação Profissional, que vem cada vez mais sendo contestada pelo CREA;

- Mantemos um banco de empregos com oportunidades à colegas e empresas;

- Estamos sempre informados sobre concursos para técnicos através da Internet, informando aos associados sempre que solicitado.

- Vitória junto ao Superior Tribunal de Justiça com direito a todos os técnicos de emitirem Receituário Agrícola, bem como se responsabilizarem por casas agropecuárias;

- O SINTARGS conquistou mais uma vitória contra o CREA, que se refere ao direito de elaborar Projetos de Crédito Rural.

- Para se ter idéia, na guia de ART - Anotação de Responsabilidade Técnica (manual ou informatizada), o colega pode perceber que a única entidade representativa dos Técnicos constante da relação do CREA é o SINTARGS, com o CODIGO 102.

Colega, fortaleça-se junto com o seu Sindicato. Solicite sua ficha de sócio, atualize seus dados.

E só telefonar para (51) 32319932

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TECNOLOGIA

COMÉRCIO DE AGROTÓXICOS CRESCE 21,6%

A agricultura brasileira passou a utilizar mais fertilizantes e agrotóxicos. De acordo com o IBGE, a quantidade de fertilizantes comercializada por área plantada cresceu 85,5% de 1992 a 2000. O uso de agrotóxicos também subiu: 21,6% de 1997 a 2000. O dado mais preocupante da pesquisa é justamente aquele que o IBGE não conseguiu aferir: não se sabe, em nível nacional, em que escala o produto que chega à mesa do consumidor está contaminado pelo uso errado dos pesticidas e fertilizantes.

No caso dos fertilizantes, a principal preocupação é com os impactos ambientais dos produtos no ecossistema agrícola. O uso excessivo pode causar acidificação dos solos, contaminação de reservatórios de água e eutrofização (excesso de nutrientes na água, que provoca o crescimento exagerado de organismos como algas). Em 1992, foram comercializados 69,44 kg de fertilizantes por hectare. Em 2000, essa quantidade cresceu para 128,83 kg/ha.

No caso dos agrotóxicos, o período analisado foi de 1997, quando a quantidade era de 2,27 kg/ha, a 2000, quando esse número subiu para 2,76 kg/ha. O aumento da utilização dos defensivos agrícolas nem sempre é controlado pelos Estados.

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BRIGA COM MONSANTO

Eis uma notícia sobre transgênicos que vai desagradar à Monsanto tanto quanto ao Greenpeace. Cientistas do setor privado americano estão desenvolvendo plantas geneticamente modificadas com um novo gene de resistência ao herbicida glifosato - semelhante ao da tecnologia Roundup Ready (RR), da Monsanto, só que potencialmente mais eficiente. Caso chegue ao mercado, será o primeiro concorrente da Monsanto em quase dez anos. O projeto envolve pesquisadores de duas empresas californianas, Verdia e Redwood, e da Pioneer, uma subsidiária da DuPont, que compete diretamente com a Monsanto em biotecnologia agrícola. Eles criaram um gene que, inserido nas plantas, codifica uma enzima chamada GAT, que tem a capacidade de degradar o glifosato. O material genético veio de bactérias naturais do solo, com efeito amplificado por uma técnica conhecida como evolução molecular dirigida, que consiste em embaralhar pedaços de genes na esperança de acelerar sua “evolução”. O resultado é o mesmo da tecnologia RR: a planta transgênica exposta ao glifosato sobrevive, mas as ervas daninhas em torno dela não. Só que o mecanismo de resistência é diferente. Normalmente, o glifosato atua sobre uma enzima chamada EPSPS, impedindo que a planta produza aminoácidos para sua sobrevivência. Como defesa, os transgênicos RR produzem uma enzima alternativa, que substitui a EPSPS e mantém o vegetal funcionando normalmente. Já a enzima GAT ataca diretamente o glifosato,eliminando-o do organismo da planta. Os experimentos de campo estão em estágio inicial, mas testes com milho em casas de vegetação já demonstraram resistência a seis vezes mais glifosato do que os agricultores normalmente utilizam no campo. A chegada ao mercado ainda pode levar de cinco a dez anos.

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EMPRESA PRIVADA TEM LICENÇA DO IBAMA PARA PESQUISAR MILHO TRANSGÊNICO

O Ibama - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis liberou a licença para pesquisa de campo de milho transgênico. A solicitação foi da empresa Dow Agrosciences. Essa é a primeira licença de pesquisa de campo com OGM's - organismos geneticamente modificados concedida à empresa privada no Brasil. Segundo o Ibama, o milho transgênico que a empresa pesquisa é resistente a mariposas e lagartas, consideradas pragas na agricultura.

Desde outubro de 2003, o Ibama concedeu quatro licenças para pesquisas, três para a Embrapa e uma para a Dow Agrosciences. A Embrapa está realizando pesquisas para desenvolver mamão resistente ao vírus da mancha anelar e feijão resistente ao vírus mosaico dourado. Na última terça (18), a estatal recebeu licença para pesquisar a batata transgênica, resistente ao vírus PVY. Este vírus reduz a produtividade da lavoura.

 

ORGÂNICO MAIS PLANTADO

Estudo do BNDES e PENSA/USP traçam perfil da produção brasileira O estudo do BNDES, desmistifica alguns conceitos: não são os legumes e hortaliças os setores com maior volume de produção de orgânicos. A soja ganha com 31% seguida de hortaliças (27%) e café (25%). A maior área plantada é com frutas (26%), depois cana (23%) e palmito (18%). Outro ponto esclarecido, desta vez no levantamento do Pensa/USP feito com produtores paulistas, é que 48% dos agricultores estão no negócio por causa do preço e mercado promissor. Somente 17% deles escolheram o cultivo orgânico por causa da preservação da natureza e sustentabilidade.

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Ingredientes Naturais devem substituir Promotores de crescimento de avicultura de cortes

A Divisão Feed da Beraca Sabará Químicos e Ingredientes Ltda _ Beraca, apresenta uma alternativa segura ao mercado: o Nutrafito, um extrato 100% natural, livre de resíduo e biologicamente correto.

Desde a segunda metade da década de 90, vários países importadores de carne de frango têm aumentado as exigências quanto à utilização de promotores de crescimento. Em 1999, a União Européia baniu o uso de cinco antibióticos promotores de crescimento (avoparcina, bacitracina de zinco, espiramicina, virginiamicina e tilosina) e até janeiro de 2006 também serão proibidas a utilização de mais quatro substâncias: monensina, salinomicina, avilamicina e flavofosfolipol.

De fato, a utilização de antibióticos promotores de crescimento garantiu que os resultados de desempenho na avicultura evoluíssem consideravelmente, possibilitando a redução dos custos de produção e do aumento da eficiência. Além disso, os últimos dados apresentados pela Abef (Associação Brasileira dos Exportadores de Frango) revelam que as exportações brasileiras de frango aumentaram 58% em abril, em relação ao mesmo mês de 2003, e totalizaram US$ 161,8 milhões. Nos últimos 12 meses, o Brasil aumentou o volume de exportação em 3%, ou 2 milhões de toneladas e US$ 2,043 bilhões em faturamento.

Com um panorama extremamente positivo para o setor neste momento, as restrições quanto ao uso dessas substâncias podem se tornar futuramente um grande problema para as exportações de frango e, conseqüentemente, afetar toda a balança comercial brasileira. Desta forma, há necessidade em substituir os antibióticos por substâncias naturais, que garantam a eficácia nutricional das empresas produtoras de frangos de corte sem deixar resíduos.

A Divisão Feed da Beraca Sabará Químicos e Ingredientes Ltda _ Beraca, apresenta uma alternativa segura ao mercado: o Nutrafito, um extrato 100% natural, livre de resíduo e biologicamente correto, rico em polifenóis, fibras, açúcares e saponinas triterpenoidais, que através de sua ação no organismo das aves, melhora sua performance, estando ainda de total acordo com as exigências do segmento avícola de exportação.

Para aplicação na indústria de alimentação animal, especificamente pelas empresas de premix, Nutrafito promove aumento do rendimento da carcaça e do percentual de peito; redução da gordura abdominal; potencializa a ação de probióticos utilizados na ração; equilibra o sistema imunológico; auxilia na redução de Ascite e Giardiase em aves; melhora a absorção intestinal através da manutenção das vilosidades; reduz o odor amoniacal nas instalações, proporcionando melhoria ao ambiente e a saúde dos animais confinados e auxilia na redução de Salmonelose.

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PAUSA PARA UMA REFLEXÃO ALEGRE

Comunicando-se pelo lençol.

O que pode significar um nó.

Em uma reunião de pais numa escola de periferia, a diretora incentivava o apoio que os pais deveriam dar aos filhos. Colocava esta diretora também que os mesmos deveriam se fazer presentes para os filhos. Entendia ela que, embora sabendo que a maioria dos pais e mães daquela comunidade trabalhasse fora, deveriam achar um tempinho para se dedicar e atender às crianças.

A diretora ficou muito surpresa quando um pai se levantou e explicou, na sua maneira humilde, que ele não tinha tempo de falar com o filho, nem de vê-lo durante a semana, pois quando ele saía para trabalhar era muito cedo e o filho ainda estava dormindo, e quando voltava do trabalho o garoto já havia deitado, porque era muito tarde. Explicou, ainda, que tinha de trabalhar assim para poder prover o sustento da sua família. Porém, ele contou também que isso o deixava angustiado por não ter tempo para o filho, mas que tentava se redimir, indo beijá-lo todas as noites quando chegava em casa. Para que o filho soubesse de sua presença, ele dava um nó na ponta do lençol que o cobria. Isso acontecia, religiosamente, todas as noites quando ia beijá-lo. Quando o filho acordava e via o nó, sabia através dele que o pai havia estado ali e o havia beijado. O nó era o elo de comunicação entre eles.

Mais surpresa ainda a diretora ficou quando constatou que o filho desse pai era um dos melhores alunos da sala.

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O que o Rio Grande Canta
Querência Amada
Composição: Teixeirinha

Quem quiser saber quem sou
Olha para o céu azul
E grita junto comigo
Viva o Rio Grande do Sul
O lenço me identifica
Qual a minha procedência
Na província de São Pedro
Padroeiro da querência

Oh! meu Rio Grande
De encantos mil
Disposto a tudo
Pelo Brasil
Querência amada dos parrerais
Da uva vem o vinho
Do povo vem o carinho
Bondade nunca é demais

Berço de Flores da Cunha
E de Borges de Medeiros
Terra de Getúlio Vargas
Presidente brasileiro
Eu sou da mesma vertente
Que Deus saúde me mande
Que eu possa ver muitos anos
O céu azul do Rio Grande

Te quero tanto
Torrão gaúcho
Morrer por ti me dou o luxo
Querência amada
Planície e serra
Dos braços que me puxa
Da linda mulher gaúcha
Beleza da minha terra

Meu coração é pequeno
Porque Deus me fez assim
O Rio Grande é bem maior
Mas cabe dentro de mim
Sou da geração mais nova
Poeta bem macho e guapo
Nas minhas veias escorre
O sangue herói de farrapo

Deus é gaúcho
Da espora e mango
Foi maragato ou foi chimango
Querência amada
Meu céu de anil
Este Rio Grande é gigante
Mais uma estrela brilhante
Da bandeira do Brasil

PIADAS

O gago aborda um transeunte na rua:
- O se... senhor sa... sa... sabe, on... on... de fi... fi...
ca a esco... cola de ga... ga... gagos?
- Mas para quê? O senhor já gagueja tão bem!

A tia vira-se para a Mariazinha e pergunta:
- O que você vai fazer quando for grandona como a
titia?
- Um regime!

Desesperada, uma senhora procura um padre.
- Padre, eu estou com um problema! Eu tenho duas
papagaias, mas elas só sabem falar uma coisa!
- O que elas falam? - Perguntou o padre.
- Olá, nós somos prostitutas! Vocês querem se divertir?
- disse a senhora.
- Isto é terrível! - Respondeu o padre.
- Mas eu tenho uma solução para o seu problema.
Leve suas papagaias para minha casa e eu as colocarei
junto com meus dois papagaios, os quais ensinei a rezar.
No dia seguinte, a mulher levou suas papagaias para
a casa do padre. Assim que foram colocadas na gaiola
elas disseram:
- Olá, Somos prostitutas! Vocês querem se divertir?
Ao ouvir isso, um papagaio olhou para o outro e disse:
- Jogue o terço fora! Nossas preces foram atendidas!

Perguntaram pro caipira: - Quais são as três melhores
coisas do Mundo? - Dinheiro, mulher e bicho
de pé. - Bicho de pé? E a explicação: - Claro, de que
adianta dinheiro e mulher, se o bicho não está de pé?

O cara, querendo comprar um burro, perguntou
pro matuto: - Quanto custa? - Vinte mil reais! - Vinte
mil? Tá doido, cara? Olha, eu dou dez mil no pau! -
Nada disso, só vendo o burro inteiro.

O mendigo chega para uma senhora e pede uma
esmola.
- Em vez de ficar pedindo esmolas, por que não vai
trabalhar?
- Dona, estou pedindo esmola e não conselhos!

Um bêbado entrou num ônibus, sentou ao lado
de uma moça e disse:
- Mas como tu é feia, você é a coisa mais horrível que
eu já vi!!
- A moça olha para ele e responde:
- E tu seu bêbado nojento!!!
- E o bêbado imediatamente responde:
- E, mas amanhã eu estou curado!!!

- Padre, o senhor acha correto alguém lucrar com
o erro dos outros?
- É claro que não, meu filho!
- Então me devolve a grana que eu te paguei para
fazer o meu casamento.

O bêbado acompanhava o pastor em sua oração:
- Se vocês orarem com fé, Jesus entra em suas vidas
e permanecerá dentro de suas almas. Deixe que Jesus
entre!!!
Nesse momento, o bêbado que estava ajoelhado orando,
tão concentrado, nem percebeu quando um cachorro
lambeu seu traseiro. Ele então falou:
- Por aí não, Senhor! Por aí, não!

Um bêbado é abordado na rua por uma senhora
que segura sofregamente uma Bíblia:
— O senhor quer ser testemunha de Jeová?
— Por que? Ele está sendo processado?

EDITAL DE CONVOCAÇÃO


No uso das atribuições que me confere o Estatuto que rege a Entidade e a legislação em vigor, C O N V O C O todos os integrantes da categoria, empregados das EMPRESAS PÚBLICAS E PRIVADAS no Estado do RS, a comparecerem na Casa do Técnico Agrícola parque de Exposição Assis Brasil, BR 116 Km13 - Esteio/RS, no próximo dia 02 de setembro de 2004, às 9h, a fim de participarem de Assembléia Geral Extraordinária. Não sendo obtido o “quorum” de comparecimento em primeira convocação, a Assembléia Geral, em segunda convocação, será realizada às 9h30min., obedecendo-se a seguinte Ordem do Dia:

1) Deliberarem pela conveniência ou não de celebrar Convenção Coletiva de Trabalho, ou instaurar processo de revisão de dissídio coletivo de natureza jurídico-econômica com as categorias econômicas paralelas;
2) Sendo aprovado o primeiro item da ordem do dia, deliberarem pelas bases econômicas e sociais que regerão a referida Convenção Coletiva ou dissídio Coletivo, originário ou não, tanto para acordo como para o caso de julgamento, inclusive o recolhimento aos cofres da Entidade;
3) Concluída a Convenção Coletiva ou Dissídio Coletivo, autorizar o representante legal da Entidade a assinar o acordo com as categorias econômicas paralelas.

Porto Alegre, 27 de agosto de 2004.

Téc. Agr. CARLOS DINARTE COELHO
Presidente.

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A ÁGUA ESTÁ ACABANDO

A agricultura e a pecuária respondem por aproximadamente 70% do consumo dos recursos hídricos globais

Os recursos hídricos possuem importância fundamental para o conjunto das atividades humanas. Neste particular, a agricultura e a pecuária, muito mais do que as atividades industriais e o consumo urbano e doméstico, respondem por aproximadamente 70% do consumo dos recursos hídricos globais .

Não é difícil compreender a magnitude do consumo de recursos hídricos pelas atividades rurais. Não por outra razão, senão pelo fato da água ser insubstituível nos processos biológicos. Sua importância é evidente quando lembramos que a água pode representar até 90% da composição dos vegetais. A disponibilidade inadequada do recurso em períodos como o do crescimento das plantas, pode comprometer lavouras inteiras e gerar crises agudas de fome em larga escala.

No referente à pecuária, a água é vital tanto para a dessedentação dos animais quanto para a produção de ração. Ressalve-se que a ração animal incorpora água para ser produzida. Também solicita determinado teor de umidade para configurar-se eficazmente enquanto forragem. O somatória da água para dessedentação e daquela incorporada no alimento para o gado, resulta em enorme in put hídrico, raramente conhecido pelo cidadão comum.

Dada a importância da água para a criação dos animais, não admira que mesmo nas regiões áridas e semi-áridas do planeta, nas quais a escassez do líquido é notória, os pastores nômades tenham desenvolvido agudo senso de reconhecimento do recurso no ambiente natural, prospectando poços de água e explorando os veios que afloram superficialmente - como no caso dos oásis dos desertos - nos quais é possível obter alimento e matar a sede do gado.

Assinale-se que o consumo agrícola e pecuário dos recursos hídricos se manterá tendencialmente majoritário em termos do capital hidrológico global. Mesmo sabendo-se que a industrialização oferece comparativamente com a agricultura uma melhor remuneração pelo uso da água , o crescimento das áreas de lavoura irrigada e das pastagens conquistadas ao meio natural, serão responsáveis pela maior parcela de acréscimo da utilização dos recursos hídricos nos próximos 25 anos.

O motivo principal é a expansão demográfica, que exerce, por si mesma, uma pressão crescente no sentido da ampliação das áreas voltadas para a produção de alimentos. Por isso, cresce em todo o mundo a irrigação, cuja difusão é acompanhada pela requisição de vastos volumes de água. Se alastram os desmatamentos, em larga medida afetando regiões florestadas e abrindo espaço para o surgimento de campos artificiais voltados para a produção de carne, especialmente da bovina.

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Impactos provocados pela produção de alimentos nos recursos hídricos

A produção de um quilo de trigo reclama o suprimento de 900 litros de água; um quilo de milho, 1.400 litros; um quilo de arroz, 1.910 litros; um quilo de carne de frango, 3.500 litros; por fim, um quilo de carne de boi implica no consumo de 100.000 litros de água.

Para se produzir uma tonelada de grãos são necessárias mil toneladas de água, e para uma tonelada de arroz, duas mil toneladas de água.

No Brasil, apenas quanto ao item dessedentação, os rebanhos são responsáveis por 5% da água consumida no país, sendo que deste total, o gado bovino absorve cerca de 93% do total.

Além da agricultura e da pecuária, a aqüicultura tambémtem se destacado como atividade consumidora de água. Atualmente, um em cada três peixes degustados pela população mundial é proveniente de fazendas de piscicultura. Especialmente na China, país que responde por cerca de 90% da aqüicultura mundial, o crescimento da aqüicultura tem promovido a desaparição de pântanos e mangues para ceder lugar para as fazendas de criação de peixes e camarões.

Um aspecto nutricional do consumo de água na produção de alimentos reside em quesitos como a produção de bebidas e de refrigerantes. Contando com uma legislação corporativista a seu favor, os fabricantes de bebidas podem oferecer, por exemplo, bebidas engarrafadas a um preço mais baixo do que a água mineral ou mesmo do que o leite. Com base nesta lógica perversa, cada mexicano bebe em média uma quantidade três vezes maior de refrigerantes do que de leite, apesar deste ser mais barato e nutritivo.

Outro aspecto, também negligenciado nas discussões de alimentos, é o custo energético que envolve a produção e a distribuição dos alimentos. Este dado importa pelo fato de fração significativa da energia mundial basear-se numa matriz hídrica, pelo que temos na energia um outro in put hídrico importante na questão da produção alimentícia. Este percentual energético tem crescido por conta da refrigeração e refeições de consumo rápido, tais como pratos congelados, legumes pré-cozidos etc.

O que significam, por exemplo, os 100.000 litros de água necessários para produzir um quilo de carne? E a criação de gado, quais seriam as outras implicações sócio-ambientais desta atividade? E os dejetos dos animais, até que ponto oferecem perigo real para o ambiente? Perguntas que solicitam exemplos concretos!

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ART: a valorização do trinômio qualidade-responsabilidade-confiança

Claudio Dilda*

A Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) na área ambiental relaciona, de forma ampla e abrangente, três partes diretamente envolvidas: o contratante dos serviços profissionais, quem assina o documento e o órgão licenciador. Interligados por uma ou mais folhas de papel (enquanto não for adotada a certificação eletrônica) respondem ao conjunto da sociedade que postula um desenvolvimento econômico que não comprometa a natureza e, numa escala planetária, a própria existência da espécie humana.

Precisamos partir do princípio básico de que uma ART não é uma instância burocrática. É, isto sim, demonstração de qualidade técnica na produção e/ou análise de um projeto. Cada ART passa a integrar o patrimônio profissional de seu autor. Assim, não é por acaso que a sigla evidencia a palavra responsabilidade.

Estamos consolidando na Fepam a constatação de que a imensa quantidade de empreendimentos que buscam atender dispositivos legais para licenciamento somente poderá ser atendida se contarmos com a efetiva participação dos municípios no que tange aos impactos locais e se ampliarmos significativamente a nossa confiança nos profissionais habilitados a emitir ARTs e suas assinaturas nestas anotações.

Eis o trinônimo completo: com a qualidade na produção técnica bem caracterizada e com a responsabilidade profissional renovada permanentemente, a confiança do órgão ambiental se traduzirá em licenciamentos mais ágeis. Todas as partes resultam beneficiadas. E os desvios éticos de rumo? Temos a certeza de que a Fepam e o mercado de trabalho se encarregarão de identificá-los. O maior patrimônio de um profissional é a sua imagem pessoal.

*Diretor-presidente da Fepam

Fundação Estadual de Proteção Ambienta

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Aqüífero Mercosul ameaçado

O Aqüífero Mercosul, o famoso reservatório subterrâneo de água compartilhado pelo Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai está ameaçado. Com mais de 70% da sua área localizada no território brasileiro, o Aqüífero Mercosul já foi contaminado em vários pontos pela carga mortal do chorume, prejudicando assim um patrimônio de indiscutível importância para o país e para a nacionalidade.

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