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JUSTIÇA DETERMINA À ASCAR O PAGAMENTO DO DISSÍDIO COLETIVO DE 2003 AJUIZADO PELO SINTARGS

A Justiça do Trabalho determinou, em último grau de recurso no TST, a condenação da ASCAR/EMATER ao pagamento de recomposição salarial de 15,5% aos técnicos agrícolas , retroativo a data-base de 2003, bem como a quitação das diferenças salariais originadas pelo não pagamento desde então. A decisão da Juíza do Trabalho Cíntia Bitencourt, que obriga incluir este reajuste na folha de pagamento foi publicada no dia 8 de setembro. No dia 10 de setembro a diretoria do SINTARGS esteve reunida com o presidente Mário Nascimento para exigir o imediato pagamento da recomposição. O presidente assumiu o compromisso de cumprir a determinação da Justiça do Trabalho.

A direção do SINTARGS também tratou da reintegração do companheiro Aldo Fossá e da realização de concurso interno para aproveitamento dos colegas com formação superior.


Entenda o caso:

Em 2003 o SINTARGS ajuizou o Dissídio Coletivo contra a ASCAR/EMATER. Naquele ano a ASCAR/EMATER ofereceu aos técnicos agrícolas um reajuste de 11,505 parcelado em vários anos. A mesma proposta foi apresentada ao SEMAPI que aceitou. O SINTARGS entendia que a proposta da empresa trazia prejuízos aos trabalhadores, por isso, decidiu ajuizar o Dissídio. A Justiça do Trabalho acatou e julgou o Dissídio favorável aos Técnicos Agrícolas.

 

(ASSESSORIA DE IMPRENSA SINTARGS: 22.09.2008)

 

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